Bula Squad

CI
Acetamiprido; Bifentrina
722
Adama

Composição

Acetamiprido 375 g/L
Bifentrina 165 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida
4 - Produto Pouco Tóxico
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico, Contato, Ingestão

Algodão

Dosagem Calda Terrestre
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euschistus heros (Percevejo marrom) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Aveia

Dosagem Calda Terrestre
Rhopalosiphum padi (Pulgão das folhas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Centeio

Dosagem Calda Terrestre
Sitobion avenae (Pulgão das espigas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cevada

Dosagem Calda Terrestre
Sitobion avenae (Pulgão das espigas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melancia

Dosagem Calda Terrestre
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melão

Dosagem Calda Terrestre
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milheto

Dosagem Calda Terrestre
Schizaphis graminum (Pulgão verde dos cereais) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milho

Dosagem Calda Terrestre
Dichelops melacanthus (Percevejo barriga verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Rhopalosiphum maidis (Pulgão) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Soja

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Caliothrips phaseoli (Tripes do feijoeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euschistus heros (Percevejo marrom) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Piezodorus guildinii (Percevejo verde pequeno da soja) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Sorgo

Dosagem Calda Terrestre
Dichelops melacanthus (Percevejo barriga verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Schizaphis graminum (Pulgão verde dos cereais) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tomate

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Myzus persicae (Pulgão verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Trigo

Dosagem Calda Terrestre
Dichelops melacanthus (Percevejo barriga verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sitobion avenae (Pulgão das espigas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Triticale

Dosagem Calda Terrestre
Schizaphis graminum (Pulgão verde dos cereais) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tipo: Bag in box
Material: Fibra celulósica com saco plástico interno
Capacidade: 20 L.

Tipo: Balde
Material: Metálico e Plástico
Capacidade: 30 L.

Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 60 L.

Tipo: Contentor intermediário- IBC
Material: Plástico
Capacidade: 1200 L.

Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 2 L.

Tipo: Sachê com tampa
Material: Plástico metalizado e Plástico
Capacidade: 0,1 L.

Tipo: Tambor
Material: Metálico e Plástico
Capacidade: 220 L.

INSTRUÇÕES DE USO

O produto é um inseticida sistêmico com ação de contato e ingestão, recomendado para o controle de pragas nas culturas do: algodão, aveia, centeio, cevada, feijão, milheto, milho, melancia, melão, soja, sorgo, tomate rasteiro para fins industriais, trigo e triticale.

MODO DE APLICAÇÃO

A aplicação do inseticida poderá ser efetuada através de pulverização terrestre ou aérea.

APLICAÇÃO TERRESTRE

Para as culturas de algodão, aveia, centeio, cevada, feijão, milheto, milho, melancia, melão, soja, sorgo, tomate rasteiro para fins industriais, trigo e triticale, pode ser aplicado na parte aérea das plantas com equipamento terrestre (costal ou tratorizado). Utilizar equipamentos com pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico ou leque, que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que apresentem pouca deriva:
- Pressão de trabalho: 30-60 lb/pol²;
- Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micra) VMD;
- Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm²;
- Volume de calda
Algodão, aveia, centeio, cevada, feijão, milho, milheto, soja, sorgo, trigo e triticale: 150 L de calda/ha;
Melancia, melão e tomate rasteiro para fins industriais: 400 a 600 L de calda/ha.

APLICAÇÃO AÉREA

Para as culturas de algodão, feijão, milho, soja, sorgo e trigo, o produto pode ser aplicado via aérea através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos hidráulicos Spraying Systems D8, core 46 ou atomizadores rotativos (Micronair AU 5000 ou semelhante) apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota fina a média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.

Altura de voo

A altura do voo depende das características da aeronave, das condições da área-alvo, em especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao voo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas, em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de voo situa-se entre 2 a 4 metros acima da vegetação a controlar, sendo maior quanto maior o porte da aeronave.

Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. Deve ser determinada mediante testes de deposição com as aeronaves e equipamentos que serão empregados na aplicação. Varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas.

Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micra) DMV. Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação e/ou deriva, monitorando sempre as variáveis meteorológicas.

Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm² variando com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.

Volume de aplicação: Deve ser estabelecido em função do diâmetro e densidade de gotas. Como orientação geral, aplicar de 20 a 40 litros/hectare de calda.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS

Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação via terrestre e aérea do produto, tais como:
- Temperatura ambiente até 30ºC;
- Umidade relativa do ar no mínimo de 50%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

- Uso exclusivo para culturas agrícolas.
- Não é permitida a mistura de tanque deste produto com outro agrotóxico.
- Fitotoxicidade ausente se aplicado de acordo com as recomendações.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

GRUPO A4 INSETICIDA
GRUPO 3A INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida pertence ao grupo A4, 3A (atuam sobre o sistema nervoso e/ou musculatura, Moduladores de canais de sódio) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do produto como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo A4, 3A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
- Usar este ou outro produto dos mesmos grupos químicos somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias;
- Aplicações sucessivas podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo;
- Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do produto o período total de exposição a inseticidas do grupo químico dos Neonicotinóide, Piretróide não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula;
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização deste ou de outros produtos do Grupo A4, 3A, quando for necessário;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).




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