Bula Starion

acessos
Bifenthrin
4400
Bequisa

Composição

Bifenthrin 25 g/L Éster piretroide.

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato
Arroz - Armazenado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Gorgulho
(Sitophilus zeamais)
16 mL p.c. / tonelada - - Fazer uma única aplicação. 30 dias Aplicar ao se carregar os silos e graneleiros
Gorgulho dos cereais
(Rhizopertha dominica)
16 mL p.c. / tonelada - - Fazer uma única aplicação. 30 dias Aplicar ao se carregar os silos e graneleiros
Cevada - Armazenado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Gorgulho dos cereais
(Rhizopertha dominica)
16 mL p.c. / tonelada - - Fazer uma única aplicação. 30 dias Aplicar ao se carregar os silos e graneleiros
Milho - Armazenado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Gorgulho
(Sitophilus zeamais)
16 mL p.c. / tonelada - - Fazer uma única aplicação. 30 dias Aplicar ao se carregar os silos e graneleiros
Gorgulho dos cereais
(Rhizopertha dominica)
16 mL p.c. / tonelada - - Fazer uma única aplicação. 30 dias Aplicar ao se carregar os silos e graneleiros
Trigo - Armazenado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Gorgulho
(Sitophilus zeamais)
16 mL p.c. / tonelada - - Fazer uma única aplicação. 30 dias Aplicar ao se carregar os silos e graneleiros

Frascos plásticos para 250, 500 ml e 1 L. Bombona plástica para 5 L e 20 L. Lata de folha de fladres ou alumínio para 5 L. Balde metálico para 20 L.

CULTURAS, FORMA DE APLICAÇÃO E INTERVALO DE SEGURANÇA (dias): MILHO: Diluir a dose recomendada do produto em 1-2 litros de água e pulverizar esta calda sobre cada tonelada de grãos antes do seu armazenamento: 30 dias. ARROZ: Diluir a dose recomendada do produto em 1-2 litros de água e pulverizar esta calda sobre cada tonelada de grãos antes do seu armazenamento: 30 dias. TRIGO: Diluir a dose recomendada do produto em 1-2 litros de água e pulverizar esta calda sobre cada tonelada de grãos antes do seu armazenamento: 30 dias.

FORMA DE APLICAÇÃO: Primeiramente diluir a dose recomendada de STARION em 1-2 litros de água e pulverizar esta calda para cada Tonelada de grãos quando da passagem dos grãos na esteira de transporte, antes do armazenamento de forma a proporcionar uma pulverização uniforme sobre os grãos.

INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Fazer uma aplicação ao se carregar os silos e graneleiros.

LIMITAÇÕES DE USO: Não se aplica.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Não deve ocorrer a reentrada de pessoas antes de 24 horas após aplicação, a menos que se use roupa protetora.

MÉTODO DE DESATIVAÇÃO: O produto pode ser desativado usando-se solução de Hidróxido de Sódio 10% até atingir pH 14 ou Incineração em fornos rotativos com temperatura variando de 800~1000 ºC, com um tempo mínimo de permanência de 2~3 segundos.


RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS: Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas. Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga. Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo / bula. Em caso de dúvidas, sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI. Incluir outros métodos de controle de insetos (Ex.: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃo INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

• Produto para uso exclusivamente agrícola
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Os equipamento de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃ0:

Evite o máximo possivel o contato com a área tratada.
• Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro combinado classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe
e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

• Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Caso necessite entrar na area tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI; macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não de nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

GRUPO QUÍMICO:
BIFENTRINA: Piretróide
SOLVENTE DE PETRÓLEO: Hidrocarboneto aromático.
CLASSE TOXICOLÓGICA: III - Medianamente tóxico.
VIAS DE EXPOSIÇÃO: Dérmica, inalatória e oral.
TOXICOCINÉTICA: BIFENTRINA: Estudos conduzidos em animais demonstraram que a principal via de excreção da bifentrina foi a fecal, principalmente na forma inalterada, seguida da urinária, nas primeiras 48 horas. Os resíduos nos tecidos foram baixos (<0,1 ppm), com exceção do fígado, pele e gordura.
HIDROCARBONETO AROMÁTICO: Estudos conduzidos com ratos mostraram que os produtos pertencentes ao grupo dos hidrocarbonetos aromáticos são bem absorvidos através da via inalatória, atravessam facilmente a membrana alveolar e, rapidamente, atingem o sistema nervoso central. Em caso de ingestão, a eliminação ocorre principalmente através das fezes.
MECANISMOS DE TOXICIDADE: BIFENTRINA: É um piretróide tipo I, ou seja, que nao possui um grupo ciano substituto na posição alfa e que causa principalmente tremores(sindrome T). 0 mecanismo de ação proposto para os piretróides tipo I, envolve a alteração dos canais de sódio em membranas de celulas nervosas, causando descargas neuronais repetidas e um período maior de repolarização.
HIDROCARBONETO AROMÁTICO: Depressor do sistema nervoso central.
SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS: BIFENTRINA: Os piretróides tipo I podem ocasionar os seguintes sinais e sintomas em animais, conhecidos como Intoxicação tipo I ou síndrome T: salivação, ansiedade, agitação, incoordenação motora, prostração, paralisia, comportamento agressivo e tremores.
Para o homem, os sinais e sintomas resultantes das intoxicações agudas pelos vários tipos de piretróides são bastante similares, podendo ser locais ou sistêmicos, como reações dérmicas, pruridos e sensação de ardor na pele, reações no trato respiratório superior (rinites, espirros, irritação da garganta, edema da mucosa oral) e inferior (tosse, respiração ofegante, ruidos respiratórios, dores na região torácica). O sintoma mais frequentemente relatado nos estudos de exposição ocupacional é a parestesia, caracterizada por dormencia, coceira,1 queimação ou formigamento da pele, após exposição dérmica aos piretróides, sendo portanto considerado um efeito local e transitório,1 limitado ao local de exposicao.
HIDROCARBONETO AROMÁTICO: A ingestão de substâncias da classe dos hidrocarbonetos aromáticos pode causar tosse, náusea, vômito, diarréia, dor/queimação abdominal, taquidisritmia cardíaca. ingestão e a inalação podem causar depressão do sistema nervoso central, caracterizada por náuseas, dor de cabeça, tontura, perda da coordenação, inconsciência e coma.
DIAGNÓSTICO: 0 diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
TRATAMENTO: Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Não há antídoto específico.Em caso de contato com a pele, lavar as áreas atingidas com água corrente e sabão neutro em abundância. 0 profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis. Se o produto for ingerido, avaliar a necessidade de administração de carvão ativado e de realização de lavagem gástrica.
CONTRA-INDICAÇÕES: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.
EFEITOS SINÉRGICOS: Não é conhecido.
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicologica - RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificacao (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: : 0800-014 1149

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

A bifentrina é um piretróide tipo I, ou seja, que não possui um grupo ciano substituto na posição alfa e que causa principalmente tremores (sindrome T). 0 mecanismo de ação proposto para os piretróides tipo I, envolve a alteração dos canais de sódio em membranas de celulas nervosa causando descargas neuronais repetidas e um período maior de repolarização.
Estudos conduzidos em animais demonstraram que a principal via de excreção da bifentrina foi a fecal, principalmente na forma inalterada, seguida da urinária, nas primeiras 48 horas. Os resíduos nos tecidos foram baixos (< 0,1 ppm), com exceção do fígado (até 0,1 ppm), pele (até 0,4 ppm) gordura (ate 1,7 ppm).

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

EFEITOS AGUDOS

Nos casos de severa exposição a pele durante o manuseio, uma sensação típica pode ocorrer
na pele exposta (especialmente na face) descrita como formigamento, queimação e dormência. Estes sintomas desaparecerão decorridas algumas horas. Se outros sintomas (tonturas, dores de cabeça e náuseas) ocorrerem como resultado de uma elevada contaminação, procurar um médico.

EFEITOS CRÔNICOS

Estudos conduzidos in vitro e in vivo sugerem que a bifentrina não apresente potencial genotóxico. Em estudos subcrônicos e crônicos, conduzidos em cães, camundongos e ratos, o principal órgão-alvo foi o sistema nervoso, sendo os tremores os principals efeitos observados. A bifentrina não se apresentou carcinogênica para ratos. Também não foram observados efeitos teratogênicos nem efeitos sob os parâmetros reprodutivos, considerados relacionados ao tratamento. Para todos os efeitos, doses seguras de exposição a bifentrina foram estabelecidas.

EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:

Por não ser o produto de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos adversos.

SINTOMAS DE ALARME:

Pruridos, dormência, formigamento e/ou sensação de ardor na pele, irritação da garganta respiração ofegante e dores na regiao torácica.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO À PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:

( X ) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).

Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (peixes e microcrustáceos). Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água, e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens disponíveis adequadas, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasilçeira de Normas técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

Isole e sinalize a área contaminada
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CASA BERNARDO LTDA., telefone de emergência número (013)3565-1212.
Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou cursos de água naturais. Siga as instruçõesabaixo:

Piso pavimentado: Absorva o produto derramado com terra ou serragem. Recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contate o Órgão ambiental mais proximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas e serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido;
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃ0 DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃ0 OU EM
DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM DE STARION:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's — Equipamentos de Protecao Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.

a) TRIPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa a embalagem ate 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- lnutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

b) LAVAGEM SOB PRESSÃ0:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavaqem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa em sua caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário, deve ser em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no proprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
0 usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

0 armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos Órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃ0 E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU 0 FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE 0 MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTO IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita atraves de hidrolização alcalina e de incineração em fornos destinados para esse tipo de operação e aprovados pelo Órgão estadual responsável, equipados de câmaras para lavagem de gases efluentes.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

0 transporte está sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.

Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se a praga-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando-se as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI) pode-se prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga;
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula;
- Em caso de dúvidas, consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o Manejo de Resistência a Inseticidas (MRI);
- Incluir outros métodos de controle de insetos (Ex.: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para a orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.