Bula Stoy 40 SC

acessos
Nicosulfuron
3212
Rotam

Composição

Nicosulfuron 40 g/L Sulfoniluréias

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 45 dias. Deverá ser realizada em pós-emergência, quando a cultura do milho apresentar de 2 a 6 folhas na data da aplicação (10 a 25 cm de altura aproximadamente). Para plantas daninhas de folha larga aplicar quando estiverem nos seguintes estádios fenológicos: -2 a 4 folhas: 1,25 (p.c.)L/ha. 4 a 6 folhas: 1,50 (p.c.) L/ha
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 45 dias. Deverá ser realizada em pós-emergência, quando a cultura do milho apresentar de 2 a 6 folhas na data da aplicação (10 a 25 cm de altura aproximadamente). Para plantas daninhas de folha estreita aplicar quando estas estiverem nos seguintes estádios fenológicos: até o perfilhamento: 1,25 (p.c.) L/ha. Até 2 perfilhos: 1,50 (p.c.) L/ha
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 45 dias. Deverá ser realizada em pós-emergência, quando a cultura do milho apresentar de 2 a 6 folhas na data da aplicação (10 a 25 cm de altura aproximadamente). Para plantas daninhas de folha larga aplicar quando estiverem nos seguintes estádios fenológicos: -2 a 4 folhas: 1,25 (p.c.)L/ha. 4 a 6 folhas: 1,50 (p.c.) L/ha

INSTRUÇÕES DE USO:
STOY 40 SC é um herbicida que pertence ao grupo químico das sulfoniluréias, de ação sistêmica e seletivo para a cultura do milho, sendo absorvido de forma rápida através de folhas e raízes, com translocação por toda a planta. É inibidor da síntese da cadeia de aminoácido (ALS). Atua inibindo a biosíntese de aminoácidos essenciais como valina, leucina e isoleucina, ocasionando a paralisação da divisão celular e do crescimento das plantas infestantes, levando-as à morte.

STOY 40 SC é utilizado para controle em pós-emergência das plantas daninhas infestantes na cultura do milho.

CULTURA: Milho.

CULTURA/PLANTAS DANINHAS /DOSES: Vide Sessão Indicações de Uso/Doses

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Realizar no máximo 1 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura de milho.
A aplicação de STOY 40 SC deverá ser realizada em pós- emergência, quando a cultura do milho apresentar de 2 a 6 folhas na data da aplicação (10 a 25 cm de altura aproximadamente).
Para plantas daninhas de folha estreita - Capim-marmelada, aplicar STOY 40 SC em Pós- emergência das plantas daninhas infestantes quando estas estiverem nos seguintes estádios fenológicos:
- até o perfilhamento: 1,25 (p.c.) L/ha.
- até 2 perfilhos: 1,50 (p.c.) L/ha.
Para plantas daninhas de folha larga - Picão-preto e Caruru-de-mancha, aplicar STOY 40 SC em Pós- emergência das plantas daninhas infestantes quando estiverem nos seguintes estádios fenológicos:
- 2 a 4 folhas: 1,25 (p.c.)L/ha.
- 4 a 6 folhas: 1,50 (p.c.) L/ha.


MODO DE APLICAÇÃO:
Aplicação Terrestre:
Usar pulverizadores costal manual, pressurizados ou motorizados, ou equipamentos tratorizados com barra de pulverização. Os equipamentos devem estar equipados com bicos de jato tipo leque/jato plano, com volume de calda de 200 a 400 L/ha e pressão de trabalho de 30 a 60 lb./pol².
Recomenda-se o uso de bicos de 80.02, 80.03, 110.02 ou 110.03.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Milho – 45 dias


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana (ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
STOY® 40 SC – Fitotoxicidade: Apresenta seletividade a maioria das cultivares comerciais de milho. O uso de Nicosulfurom em alguns híbridos/variedades de milho pode causar sintomas iniciais de fitotoxicidade, que desaparecem naturalmente sem interferir na produtividade. Recomenda-se consultar um Engenheiro Agrônomo para obter informações a respeito dos híbridos/variedades que não devem ser tratados com o produto.

- O uso de produtos organofosforados somente poderá ser realizado 7 dias antes ou depois da aplicação de STOY® 40 SC. Caso não seja respeitado este limite, poderá ocorrer elevada fitotoxicidade na cultura de milho.
- Não aplicar em plantas daninhas ou culturas sob “stress” causado, por exemplo: frio, período de seca, excesso de chuvas, seqüência de dias nublados, etc.
- Não aplicar o produto quando a temperatura estiver abaixo de 10 ºC.
- A ocorrência de chuvas até uma hora após a aplicação do produto poderá diminuir sua eficiência. Não aplicar em culturas de sorgo, nem em locais onde possa haver deriva para este cultivo.
- Deverá ser respeitado intervalo de sete dias entre as adubações nitrogenadas e a aplicação de STOY® 40 SC.
- Evitar deriva na hora da aplicação de STOY® 40 SC não permitindo que o produto atinja plantações vizinhas de outras culturas.
- Não aplicar o produto quando as folhas estiverem molhadas pela chuva ou quando houver orvalho nas folhas.
- Para rotação de cultura observar o prazo de 90 a 120 dias após a aplicação de STOY® 40 SC.
- É requerido um período mínimo de 1 hora entre a aplicação de STOY® 40 SC e a ocorrência da primeira chuva e/ou orvalho abundante nas folhas das plantas daninhas infestantes.
- Não aplicar STOY® 40 SC através de sistemas de irrigação.
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos a cultura indicada.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
-Produto para o uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
-Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
-Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
-Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costal. Se utilizar trator (ou avião), aplique o produto contra o vento. Conforme modo de aplicação, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa de produto.
-Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). Verificar se o produto tem intervalo de segurança.
-Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas e borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICACÃO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas
emáscara.
-Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeáveis.
-Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada
aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
-No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI:
macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila
ebotas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR NICOSSULFUROM -
INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo Químico: Nicossulfurom ......................Sulfoniluréia
Poloxaleno ....Poliglicol .........(Emulsificante não iônico)

Vias de Exposição: Ocular, dérmica, oral e inalatória.

Toxicocinética:
Nicossulfurom é pouco absorvido através do trato gastrointestinal de animais e do homem. A biotransformação desses compostos é mínima e ocorre por processo de hidroxilação no anel aromático, desalquilação e conjugação. A maior parte da substância é excretada inalterada na urina e nas fezes. Não há bioacumulação.

Mecanismos de Toxicidade:
Os mecanismos de toxicidade em humanos não são
conhecidos. Nas plantas age como herbicida por inibição da enzima acetolactato sintetase (ALS), o que leva ao bloqueio da produção de aminoácidos, valina e isoleucina, essenciais para produção de proteínas e de outros componentes na planta. A enzima ALS não é encontrada em animais ou no homem.

Sintomas e sinais clínicos: Toxicidade aguda: toxicidade sistêmica é improvável a menos
que grandes quantidades tenham sido ingeridas. Em animais tem se observado:

Sinais e sintomas
Dérmica: Irritação, desconforto ou exantema; sensibilização da pele e sintomas alérgicos.
Ocular: Irritação, desconforto, lacrimejamento, visão borrada.
Inalatória: Tosse e dispnéia.
Oral: Naúseas, vômitos, diarréia, cefaléia, confusão e depleção de eletrólitos.

Toxicidade crônica: pode causar alterações eritrocitárias,diminuição na produção de leucócitos, produção de metahemoglobina, alteração do metabolismo protéico, moderado enfisema e perda de peso. Não há evidências de efeitos carcinogênicos, neurotóxicos, imunotóxicos ou endócrinos em humanos.

Outros Componentes:
Poloxaleno: uma dose intravenosa de 10-90 mg/kg/h em voluntários humanos produziu dor, anormalidades no local de injeção e náuseas. Estudos in vitro revelaram que poloxalene estimula a liberação de mediadores celulares, como a histamina, em basófilos de ratos e de humanos. A excreção deste produto é rápida preferencialmente pela urina. Os tensoativos
não-aniônicos em geral têm se mostrado irritantes para pele e mucosas.

Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível.
• Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos
de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.

Tratamento: remoção da fonte de exposição,descontaminação, proteção das vias respiratórias, de aspiração; tratamento sintomático e de suporte. Exposição Oral:
•Diluição: imediatamente diluir com (120-240)ml de água ou leite (não exceder 120 ml em crianças)
•Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 h)
1. Dose: suspensão (240 ml de água/30 g de carvão). Dose: 25 a 100 g em adultos, 25 a 50 g em crianças de (1-12)a e 1 g/kg em < 1 a;
•Não provocar vômito.
•Irritação: considere endoscopia em casos de irritação gastrointestinal ou esofágica para avaliar a extensão do dano e guiar a lavagem gástrica.
•Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se necessário. Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de ventilação assistida se requerido. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), eletrólitos, ECG, etc. Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.

Exposição Inalatória: Se ocorrer tosse/dispnéia, avalie quanto a irritação, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate broncoespasmos com B2-agonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.
Exposição Ocular: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina 0,9% à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente sara o especialista.
Exposição Dérmica: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem.

CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
•EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar equipamento de reanimação manual (Ambú).
•Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto.

Antídoto: Não há antídoto específico.

Contra Indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.

Efeitos sinérgicos: Nicossulfurom incrementa a toxicidade do Diazinon, um inseticida organofosforado, mas o mecanismo não parece ser associado à atividade acetilcolinesterase.

ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstko e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa Rotam do Brasil Agroquímica e Produtos Agrícolas Ltda.: (0XX19) 3258-6763 (horário comercial)

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Estudos com animais de laboratório evidenciaram que o Nicossulfurom é rapidamente absorvido (taxa de absorção 38 a 42%) e eliminado pelo organismo, principalmente pelas fezes (> 62%), quando absorvido pelo trato gastrointestinal. Outras vias de excreção são a urina (> 14%) e bile (> 14%). Após absorção o produto é encontrado principalmente no sangue. Não há efeito acumulativo no organismo. Insignificantes quantidades do produto foram encontradas no ar expelido, trato intestinal, órgãos/tecidos e na carcaça dos animais analisados. A taxa de recuperação, do produto e seus metabólitos variaram de 94,2 a 99,9%, sendo o Nicossulfurom o principal produto excretado. Os mecanismos de toxicidade não são conhecidos em animais.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos Agudos resultantes de ensaios com animais (Produto Formulado):
•DL50 oral para ratos: > 2000 mg/kg p.c.
•DL50 dérmica para ratos: > 4000 mg/kg p.c.
•CL50 inalatória em coelhos: > 1,02 mg/L
•Irritação dérmica em coelhos: os 3 animais testados apresentaram eritema grau 1, na avaliação de 1 h. Os animais não apresentaram edemas ou eritemas nas avaliações de 24 h; 48 h e 72 h.
•Irritação ocular em coelhos: vermelhidão na conjuntiva foi observada em 1/3 animais e quemose foi observada em todos os animais na avaliação de 1 h. Os animais não apresentaram reações oculares nas avaliações de 24; 48 e 72 h.
•Sensibilização cutânea: não sensibilizante
•Mutagenicidade: não mutagênico nos testes de Ames e Micronúcleo.

Efeitos crônicos resultantes de ensaios com animais (Produto Técnico): a administração oral crônica do Nicossulfurom em animais causou distúrbios do metabolismo protéico, enfisema moderado, perda de peso e incremento no peso do fígado e rins (machos). Não há evidências de efeitos carcinogênicos, mutagênicos, ou endócrinos em modelos animais. Também não há indicações de efeitos neurotóxicos ou imonotóxicos. Em coelhos, em doses tóxicas maternas (abortos, sinais clínicos, diminuição no ganho de peso) foi observado diminuição do peso fetal e incremento nas perdas pós-implantação. Em ratos, a doses tóxicas maternas (diminuição no ganho de peso) também ocorreram efeitos nos filhotes da segunda geração (diminuição do tamanho ao nascer).

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é: PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
-Evite a contaminação ambiental — Preserve a Natureza.
-Não utilize equipamento com vazamento.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-Aplique somente as doses recomendadas.
-Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
-Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos; devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
-A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
-O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
-Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
-Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
-Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas — ABNT.
-Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
-Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa ROTAM DO BRASIL AGROQUÍMICA E PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA — Telefone de Emergência: (0xx19) 3258-6763.
-Utilize equipamento de proteção individual — EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
-Em caso de derrame estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
- Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
-Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
-Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e centro de emergência a empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RíGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
-Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's — Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo de calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
- Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
-Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
-Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
-Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos:
-Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-Adicione o mecanismo para liberar o jato de água;
-Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
-Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
-Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta de equipamento da lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as partes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
- Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens não lavadas.
-O armazenamento das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, com o piso impermeável, ou no local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
-No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
-Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o seu término do prazo de validade.
-O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de 1 ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
-As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamento, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE, DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente, causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para tipo de operação, equipados com câmeras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de plantas daninhas (ex. controle cultural, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de plantas daninhas (MIPD) quando disponíveis e apropriados.

Quando são utilizados herbicidas de mesmo modo de ação, aplicados por vários anos em uma mesma área para o controle das mesmas plantas daninhas ou espécies infestantes, pode ocorrer naturalmente, uma seleção de biótipos de plantas que apresentam certa resistência ao tratamento. Assim algumas espécies ou biótipos poderão vir a se propagar e a dominar a área, tornando-se plantas mais resistentes, que poderão não ser controlados adequadamente, sobrevivendo ao tratamento. Portanto, qualquer produto para o controle de plantas daninhas da mesma classe e/ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma espécie de plantas infestantes. Recomenda-se incluir outras práticas como estratégia de manejo de resistência, visando prolongar a vida útil dos herbicidas. Práticas culturais como cultivo e uso de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma safra ou entre safras, podem ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de espécies/biótipos de plantas infestantes resistentes a herbicidas. Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais.