Bula Sulfato de Cobre Agrimar - Rizzi
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Bula Sulfato de Cobre Agrimar

Sulfato de cobre
1796
Rizzi

Composição

Sulfato de cobre 990 g/kg
Equivalente em cobre metálico 252 g/kg

Classificação

Terrestre
Fungicida
3 - Produto Moderadamente Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Granulado Solúvel (SG)
Contato

Uva

Calda Terrestre Dosagem
Plasmopara viticola (Míldio)

Conteúdo: 50 Kg.

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO

- Cultura:
Videira
- Doença:
Míldio da Videira (Plamopora viticola)
- Dosagem:
1.000 gramas de SULFATO DE COBRE AGRIMAR por 100 litros de água. Cerca de 1.000 litros de calda por hectare em cada aplicação, equivalente a 10 Kg de produto comercial por hectare ou 9,9 Kg de ingrediente ativo SULFATO DE COBRE por hectare.

MODO DE AÇÃO

O SULFATO DE COBRE AGRIMAR é um fungicida fitossanitário cúprico com ação de contato.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Época de aplicação: Iniciar os tratamentos durante ou após a floração.
Frequência de aplicação: Na videira, as aplicações devem ser feitas com intervalo de 10 a 15 dias. Se o clima se apresentar chuvoso e úmido, diminuir o intervalo de aplicação.

MODO DE APLICAÇÃO

O SULFATO DE COBRE AGRIMAR é um fungicida fitossanitário cúprico com ação de contato, utilizado no preparo da Calda Bordaleza.
Preparo da Calda Bordaleza:
Preparo da Calda Bordaleza a 1%, ou seja, 1 kg de SULFATO DE COBRE AGRIMAR para 100 litros de água.
Método: Dissolver 1 kg de SULFATO DE COBRE AGRIMAR em 10 litros de água, obtendo-se uma solução de Sulfato de Cobre. Após isso, preparar a mesma quantidade de solução de Cal, dissolvendo 1 kg de cal em 10 litros de água. Depois da obtenção de 2 soluções, preparar a Calda Bordaleza a 1% da seguinte maneira:
- Em um recipiente com capacidade para 100 litros, colocar ¾ do volume de água e após adicionar a solução de cobre, com agitação constante.
- Feito isso, adicionar a solução de cal até obter a Calda Bordaleza com pH neutro e completar o volume de água até 100 litros.
Aplicação Terrestre:
A aplicação se dá por via terrestre, utilizando aplicadores de alto volume, com bico tipo “leque”, proporcionando boa cobertura de pulverização nas plantas.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Suspender as aplicações 7 (sete) dias antes da colheita.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entrar na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

- Suspender as aplicações 7 (sete) dias antes da colheita;
- O produto quando diluído em água deverá ser utilizado no mesmo dia;
- Preferencialmente, a aplicação deve ser feita entre temperaturas de 15º a 25ºC;
- Preparar a calda somente não metálicos, pois trata-se de produto corrosivo para metais ferrosos e alumínio.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO

- A aplicação é via terrestre, utilizando-se pulverizadores de alto volume;
- Pulverizadores costais também podem ser utilizados, entretanto recomenda-se proporcionar boa cobertura de pulverização nas plantas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex.: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo (uso sucessivo de fungicidas de mesmo mecanismo de ação) se o patógeno alvo desenvolver algum mecanismo de resistência, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência a fungicidas poderíamos prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Qualquer produto para controle de patógenos da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas do mesmo patógeno. Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc.;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO M01 FUNGICIDA

O produto SULFATO DE COBRE AGRIMAR é composto por Sulfato de cobre, que apresenta mecanismo de atividade de contato multi-sítio, pertencente ao grupo M01, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).

Corrosivo para Metais Ferrosos e Alumínio.