Sulfato de Cobre Inderco
| Geral | ||
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Nome Técnico:
Sulfato de cobre
Registro MAPA:
03748310
Empresa Registrante:
Nitro |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Sulfato de cobre | 980 g/kg | |
| Equivalente em cobre metálico | 250 g/kg | |
| Classificação | ||
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Técnica de Aplicação:
Terrestre
Classe Agronômica:
Fungicida
Toxicológica:
4 - Produto Pouco Tóxico
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Corrosivo
Formulação:
Granulado Solúvel (SG)
Modo de Ação:
Fungicida |
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Indicações de Uso
| Caqui | Dosagem | Calda Terrestre | |
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| Cercospora katri (Mancha ocular) | veja aqui | veja aqui | |
| Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) | veja aqui | veja aqui |
INSTRUÇÕES DE USO
NÚMERO ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Nas culturas do café 5 a 6 aplicações anuais a primeira no início de setembro, depois mensalmente até fevereiro.
Nas do caqui, figo, maçã, goiaba, iniciar os tratamentos antes da florada e continuar depois da queda da maioria das pétalas, fazendo mais 3 aplicações em intervalos de 15 a 20 dias.
Nas culturas de videiras, o 1º tratamento deve ser feito quando os brotos tenham 8 a 10 cm, depois a cada 15 a 20 dias, suspender durante a florada e prosseguir depois até que os frutos comecem a pintar.
Nas demais culturas especificadas iniciar os tratamentos imediatamente após notar a incidência de doenças, tratando até a sua debelação, a cada 10 a 15 dias.
MODO DE APLICAÇÃO
Preparação da calda
- Não utilize recipientes de ferro, latão ou alumínio, pois reagem com o sulfato.
- A composição media da calda bordalesa é 1 Kg de sulfato de cobre Inderco e 1Kg de cal para 100 L de água.
- Dissolver a quantidade desejada de Sulfato de Cobre Inderco (vide tabela de aplicação) em 50 L de água.
- A dissolução pode ser feita por agitação ou colocando o Sulfato de Cobre Inderco dentro de um saco de tecido poroso e deixando imerso em água até a completa solubilização.
- Em outro recipiente dissolve-se quantidade igual de cal, também em 50 L de água.
- No recipiente contendo o sulfato de cobre completamente dissolvido, adiciona-se com agitação constante e vigorosa a solução de cal, após ter adicionado 50 a 60% da solução de cal, medir o pH (com papel apropriado, pHmetro ou o teste da lâmina de aço). O pH deve estar alcalino (pH acima de 7), caso contrário continue a adição de solução de cal até tornar a solução alcalina. Se a solução de cal não foi toda usada, completar o volume para 100 litros, com água limpa. Agora a calda está pronta para uso.
Aplicação
- Pulverização uniforme das plantas.
- É aconselhado utilizar a calda no mesmo dia do preparo para obter o máximo de suas propriedades, pois ela diminui o efeito com passar do tempo.
- A aplicação deve ser feita com agitação constante, pois os agentes ativos podem precipitar no fundo do tanque.
- É recomendado o uso de filtros antes dos bicos pulverizadores.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Como precaução, recomenda-se um intervalo de 24 (vinte e quatro) horas após a aplicação do produto antes de permitir a reentrada de pessoas nas culturas e áreas tratadas.
LIMITAÇÕES DE USO
O produto quando diluído em água deverá ser utilizado no mesmo dia; Preferencialmente, a aplicação deve ser feita entre temperaturas de 15º a 25ºC (graus centígrados); Preparar a calda somente em recipientes de madeira, cimento ou cimento-amianto, pois se trata de produto corrosivo para metais ferrosos e alumínio.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
Para as culturas que, durante o ciclo, exigem um elevado número de aplicações, recomenda-se: -realizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos, visando prevenir o aparecimento de fungos resistentes e prolongar a vida útil dos fungicidas na agricultura; utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados na bula; -incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados. Consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das recomendações locais para o manejo de resistência.