Sumidan 150 SC CI

Geral
Nome Técnico:
Esfenvalerato
Registro MAPA:
598
Empresa Registrante:
Sumitomo
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Esfenvalerato 150 g/L
Classificação
Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
4 - Produto Pouco Tóxico
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Inflamável
Corrosividade:
Corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Contato, Ingestão
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Batata Recomendação Produtos Similares
Myzus persicae (Pulgão verde) veja aqui
Soja Recomendação Produtos Similares
Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja) veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade

INSTRUÇÕES DE USO

"SUMIDAN 150 SC" é um inseticida Piretroide, Suspensão Concentrada, destinado ao controle de pragas nas culturas de Algodão, Batata, Citros, Soja e Tomate, conforme instruções de uso da bula.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Fazer aplicações de forma preventiva, ou no início da ocorrência das pragas, ou conforme o nível de infestação na cultura (ver detalhes em cada cultura). Dependendo da necessidade, repetir as aplicações respeitando-se os intervalos de segurança de cada cultura. Recomenda-se fazer as aplicações intercaladas com produtos devidamente registrados com modo de ação diferente para o controle da praga, dificultando-se o aparecimento da resistência dos insetos aos inseticidas.

- ALGODÃO: Aplicar de 200 a 400 litros de água por hectare. Fazer, no máximo, 4 pulverizações por ciclo da cultura, observando um período mínimo de 7 dias entre duas aplicações e respeitando-se o intervalo de segurança.
- Bicudo (Anthonomus grandis): Iniciar o tratamento quando for observado o aparecimento dos primeiros insetos adultos na lavoura. Repetir as aplicações sempre que atingir 2 a 5% de ataque dos botões florais.
Para as demais pragas, iniciar o tratamento quando estas atingirem o nível de dano econômico.
- Curuquerê (Alabama argillacea): Iniciar o tratamento quando a infestação atingir 01 lagarta/planta ou quando houver 50% das plantas atacadas.
- Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens): Iniciar o tratamento quando a infestação atingir 10% das plantas com lagartas vivas.
- Lagarta-Rosada (Pectinophora gossypiella): Iniciar o tratamento quando a infestação atingir 6% das maçãs atacadas.

- BATATA: Aplicar logo no início do aparecimento da praga, utilizando-se de 500 a 600 litros de calda/ha, de acordo com o desenvolvimento da planta. Caso seja necessário, fazer mais uma
aplicação (no máximo 2 por ciclo), observando-se um período mínimo de 7 dias entre as duas pulverizações e respeitando-se o intervalo de segurança.

- CITROS:
Para todas as pragas recomendadas: Respeitar as recomendações a seguir, fazendo no máximo 2 pulverizações por ciclo da cultura, com intervalo mínimo de 15 dias entre as aplicações.
- Bicho-furão: Fazer a aplicação quando cerca de 2% dos frutos do talhão estiverem atacados, e repetir caso seja necessário, respeitando-se o intervalo de segurança. Utilizar o volume máximo de calda de 2000 L/ha.
- Psilídeo: Aplicar quando for constatada a presença da praga (adultos e/ou ninfas), utilizando-se o volume de calda de 2000 L/ha. Caso seja necessário, fazer mais uma aplicação, respeitando-se o intervalo de segurança.
- Cochonilha Orthezia: Fazer 1 aplicação no início da infestação, utilizando-se o volume máximo de calda de 2000 L/ha, conforme o porte da mesma, de modo a conseguir um bom molhamento da planta, interna e externamente. Caso seja necessário, fazer mais uma aplicação, respeitando-se o intervalo de segurança. Se o ataque for em reboleiras, marcar as plantas e fazer as aplicações somente nestas.

- SOJA: Iniciar o tratamento quando a praga atingir o nível de dano econômico, ou seja, 40 lagartas por pano de batida. Repetir a aplicação se a infestação atingir novamente estes níveis. Fazer, no máximo, 2 pulverizações por ciclo da cultura, observando-se um período mínimo de 14 dias entre duas aplicações e respeitando-se o intervalo de segurança. Aplicar de 200 a 400 litros de água por hectare.

- TOMATE: Aplicar preventivamente desde o início do florescimento, em intervalos de 7 dias, fazendo no máximo 8 aplicações durante o ciclo da cultura. Utilizar volume de calda suficiente para proporcionar cobertura uniforme em toda planta, de acordo com seu estágio de desenvolvimento, utilizando no máximo 800 litros de calda/ha.

MODO DE APLICAÇÃO

Aplicação Terrestre: Utilizar pulverizador costal manual ou motorizado, ou pulverizador tratorizado, munido de barra com bicos cônicos, espaçados de 50 cm entre si a uma pressão de 100 lb/pol², ou outros tipos de equipamentos, obtendo-se uma cobertura uniforme de toda a parte aérea das plantas. O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação (litros de calda/ha) para proporcionar a adequada densidade de gotas, sob condições climáticas adequadas. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.

Condições Climáticas: Recomenda-se aplicar em temperaturas inferiores a 27ºC, com umidade relativa acima de 55% e ventos com velocidade inferior a 8 km/h, visando reduzir perdas por deriva e evaporação.
Na cultura de Citros, utilizar turbo-atomizador, equipado com os bicos apropriados.

Pulverização Aérea: Aeronaves equipadas com barra e bicos do tipo cônico com pontas de D6 a D12, disco (core) inferior a 45° ou atomizador rotativo Micronair. Volume de aplicação: 20 a 40 litros/ha. Altura de voo: com barra 4 a 5 m do alvo desejado. Largura da faixa de deposição efetiva: 15 m. Tamanho/densidade de gotas: 100 - 120 micra com mínimo de 40 gotas/cm². O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação.

Condições climáticas: O diâmetro das gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação (L/ha), para proporcionar a densidade adequada de gotas, obedecendo ventos de até 8 km/h, temperatura inferior a 27ºC e Umidade Relativa acima de 55%, visando reduzir ao mínimo, perdas por deriva ou evaporação.
OBS: Seguir as condições de aplicação acima indicadas e consultar um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e na bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida SUMIDAN 150 SC pertence ao grupo 3A (moduladores de canais de sódio – Piretroides e Piretrinas) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do SUMIDAN 150 SC como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 3A Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar SUMIDAN 150 SC ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de SUMIDAN 150 SC podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do SUMIDAN 150 SC, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do Grupo 3A não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do SUMIDAN 150 SC ou outros produtos do Grupo 3A quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

Corrosivo ao Ferro.
Produto inflamável (INFLAMÁVEL 1B).

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