Superguard CI

Geral
Nome Técnico:
Bacillus subtillis BAC059; Bacillus subtillis BAC116; Bacillus amyloliquefaciens BAC076; Bacilus amyloliquefaciens BAC077
Registro MAPA:
824
Empresa Registrante:
Superbac
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Bacillus subtilis BAC059 125 g/kg
Bacillus subtilis BAC116 125 g/kg
Bacillus amyloliquefaciens BAC076 125 g/kg
Bacillus amyloliquefaciens BAC077 125 g/kg
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre, Tratamento de Sementes
Classe Agronômica:
Fungicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Pó molhável (WP)
Modo de Ação:
Microbiológico, Agente biológico de controle
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Sólido 50 KG
Não Lavável Saco Plástico Flexível Sólido 50 KG
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico metalizado Flexível Sólido 50 KG
Não Lavável Sachê Plástico metalizado Flexível Sólido 1 KG
Não Lavável Sachê Plástico Flexível Sólido 1 KG
Não Lavável Sachê Fibra celulósica revestida com plástico metalizado Flexível Sólido 1 KG

INSTRUÇÕES DE USO

SUPERGUARD é um fungicida microbiológico formulado a partir de bactérias das espécies Bacillus subtilis e Bacillus amyloliquefaciens, indicado para o controle dos alvos.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Tratamento de sementes: realizar aplicação única.
Sulco de plantio: realizar aplicação única.

Terrestre:
- Mofo-branco (Sclerotinia scleotiorum): realizar até 4 aplicações via foliar, com intervalos de 7 dias.
- Ferrugem-asiática (Phakopsora pachyrhizi): realizar até 4 aplicações via foliar, sendo a primeira aplicação de maneira preventiva e as demais em intervalos de 10 dias cada.
- Mancha-alvo (Corynespora cassiicola): realizar aplicações preventivas ou no início dos primeiros sintomas da doença. Realizar até 5 aplicações com intervalos de 10 a 12 dias.


MODO DE APLICAÇÃO

Tratamento de sementes: Diluir a dose recomendada do produto na proporção de 500 mL água/100 kg de sementes. A mistura deve ser agitada até completa homogeneização.
Aplicação no sulco de plantio: Para aplicação no sulco de plantio deve-se utilizar equipamento calibrado a pressão constante utilizando um volume de calda que possibilite boa distribuição do produto.

Aplicação terrestre: Para a aplicação terrestre via foliar, a aplicação deve ser realizada através de pulverizador costal ou de barra tratorizado. A pressão, o volume de calda e as pontas de pulverização devem ser escolhidos de modo a promover condições para que as aplicações possibilitem uma boa cobertura da parte aérea das plantas, sem causar escorrimento.
Visando o controle do Mofo-branco (Sclerotinia scleotiorum), o produto deve atingir o terço inferior do dossel da planta e a superfície do solo.
Evitar a aplicação nas horas mais quentes do dia (temperaturas superiores a 30ºC), umidade relativa inferior a 50% e ventos superiores a 10 km por hora.


PREPARO DA CALDA

Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve -se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária de SUPERGUARD. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque com água quando faltar 3 a 5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Ao final da atividade, deve -se proceder com a limpeza do pulverizador.


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.


LIMITAÇÕES DE USO

Uso exclusivo para culturas agrícolas. Não foi observado nenhum sintoma de fitotoxicidade na cultura tratada com as doses recomendadas. Não se recomenda o uso deste produto concomitantemente com produtos químicos.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como os controles: cultural, biológico, microbiano, comportamental, químico, e uso de variedades resistentes, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
Adotar as práticas de manejo, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Aplicações sucessivas de SUPERGUARD podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga -alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do SUPERGUARD ou outros produtos quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica para aplicação;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em doenças devem ser encaminhados para o FRAC-BR (www.frac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

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