Bula Tenace - UPL

Bula Tenace

acessos
Metribuzin
10313
UPL

Composição

Metribuzim 480 g/L Triazinona

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo, Pós-emergência, Pré-emergência, Ação Residual

Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - 1 (uma) aplicação em pré-emergência e, de preferência, logo após a emergência das plantas daninhas e da cultura. Não aplicar sobre a cultura de batata se as plantas estiverem com mais de 5 cm de altura. 60 dias. Pré/Pós-emergência
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - 1 (uma) aplicação em pré-emergência e, de preferência, logo após a emergência das plantas daninhas e da cultura. Não aplicar sobre a cultura de batata se as plantas estiverem com mais de 5 cm de altura. 60 dias. Pré/Pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - 1 (uma) aplicação em pré-emergência e, de preferência, logo após a emergência das plantas daninhas e da cultura. Não aplicar sobre a cultura de batata se as plantas estiverem com mais de 5 cm de altura. 60 dias. Pré/Pós-emergência
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - 1 (uma) aplicação em pré-emergência e, de preferência, logo após a emergência das plantas daninhas e da cultura. Não aplicar sobre a cultura de batata se as plantas estiverem com mais de 5 cm de altura. 60 dias. Pré/Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - 1 (uma) aplicação em pré-emergência e, de preferência, logo após a emergência das plantas daninhas e da cultura. Não aplicar sobre a cultura de batata se as plantas estiverem com mais de 5 cm de altura. 60 dias. Pré/Pós-emergência
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 1 (uma) aplicação em pré-emergência e, de preferência, logo após a emergência das plantas daninhas e da cultura. Não aplicar sobre a cultura de batata se as plantas estiverem com mais de 5 cm de altura. 120 dias. Pré/Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 1 (uma) aplicação em pré-emergência e, de preferência, logo após a emergência das plantas daninhas e da cultura. Não aplicar sobre a cultura de batata se as plantas estiverem com mais de 5 cm de altura. 120 dias. Pré/Pós-emergência
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 1 (uma) aplicação em pré-emergência e, de preferência, logo após a emergência das plantas daninhas e da cultura. Não aplicar sobre a cultura de batata se as plantas estiverem com mais de 5 cm de altura. 120 dias. Pré/Pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 1 (uma) aplicação em pré-emergência e, de preferência, logo após a emergência das plantas daninhas e da cultura. Não aplicar sobre a cultura de batata se as plantas estiverem com mais de 5 cm de altura. 120 dias. Pré/Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 1 (uma) aplicação em pré-emergência e, de preferência, logo após a emergência das plantas daninhas e da cultura. Não aplicar sobre a cultura de batata se as plantas estiverem com mais de 5 cm de altura. 120 dias. Pré/Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 1 (uma) aplicação em pré-emergência e, de preferência, logo após a emergência das plantas daninhas e da cultura. Não aplicar sobre a cultura de batata se as plantas estiverem com mais de 5 cm de altura. 120 dias. Pré/Pós-emergência
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 1 (uma) aplicação em pré-emergência e, de preferência, logo após a emergência das plantas daninhas e da cultura. Não aplicar sobre a cultura de batata se as plantas estiverem com mais de 5 cm de altura. 120 dias. Pré/Pós-emergência
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 1 (uma) aplicação de TENACE em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura no plantio convencional, podendo ser também usado no plantio direto. Não determinado. Pré-emergência
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 1 (uma) aplicação de TENACE em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura no plantio convencional, podendo ser também usado no plantio direto. Não determinado. Pré-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 1 (uma) aplicação de TENACE em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura no plantio convencional, podendo ser também usado no plantio direto. Não determinado. Pré-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 1 (uma) aplicação de TENACE em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura no plantio convencional, podendo ser também usado no plantio direto. Não determinado. Pré-emergência
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 1 (uma) aplicação de TENACE em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura no plantio convencional, podendo ser também usado no plantio direto. Não determinado. Pré-emergência
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - 1 (uma) aplicação a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas daninhas. 60 dias. Pré/Pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - 1 (uma) aplicação a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas daninhas. 60 dias. Pré/Pós-emergência
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - 1 (uma) aplicação a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas daninhas. 60 dias. Pré/Pós-emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - 1 (uma) aplicação a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas daninhas. 60 dias. Pré/Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - 1 (uma) aplicação a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas daninhas. 60 dias. Pré/Pós-emergência

Container - Aço Inox - 500; 1000 e 1500L
Saco - Plástico (Polietileno) inserido em contentores de polietileno/aço inox - 200; 500; 750 e 1000L
Frasco - Plástico (Coex ou PEAD) ou PET - 50; 70; 100; 250; 350; 500; 1; 1,5; 2; 4 e 5L
Bombona - Plástico (Polietileno) - 5; 10; 20; 50 e 100L

MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
O produto é aplicado na forma de pulverização.
METRIBUZIM 480 SC DVA é recomendado em aplicações aéreas e terrestres. A distribuição
nas aplicações terrestres deve ser uniforme, podendo a vazão ser de 200 a 400 L/ha de calda.
Em aplicações tratorizadas: Pressão da bomba 40-60 lb/pol2 - barra equipada com bico 80:04 distanciados 50 cm 'entre si, à altura de 50 cm do solo. Na aplicação evitar,
sobreposições, pois isso causará aumento da concentração do produto acima do recomendado.
Em aplicações aéreas recomenda-se que sejam empregadas no mínimo 20 litros de calda
por hectare. O aparelho deve estar equipado com bicos leques ou D25, a altura de vôo de 2
a 4 m, vento calmo ou menor que 8 km/hora, umidade relativa maior que 70% e temperatura inferior a 30 °C.
Pulverizador Costal: Utilizar bicoleque, da série 80 ou 110, compressão de 15 a 20 lb/pol2,
aplicando 200 a 400 litros de calda por hectare. Recomenda-se manter o ritmo das
bombadas em cadência com os passos do aplicador visando obter uma pulverização uniforme.
Intervalo de Segurança:
Cultura:
Batata - Pré/Pós-emergência - 60 dias
Cana-de-açúcar- Pré/Pós-emergência - 120 dias
Soja - Pré-emergência - 1 dia
Tomate - Pré/Pós-emergência - 60 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Até 24 horas após a aplicação, para reentrar nas lavouras tratadas usar macacão de mangas compridas e botas.
LIMITAÇÕES DE USO:
Além de se observar os intervalos de segurança e reentrada, o produto não deve ser usado nas seguintes cultivares de soja: FT-21 (Siriema), FT Cometa, Coodetec 206, BRS 132, UFV-19, UFV-20, Campos Gerais, FT-1, FT-11 (Alvorada) e Embrapa 132. Obs: Alertamos que novos cultivares de soja a serem lançados, deverão ser previamente testados com aplicação de Metribuzim.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para lafa exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo e segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do puriho das luvas e as pernas das calças por
cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra
vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de
reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem h ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize equipamentos de proteção individual - EPI: macacão
com tratamento hidrorrepelente com mangas 'compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou. comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa- para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da 'contaminação usando luvas e, aventa impermeável, por exemplo.
Grupo Químico Triazinona
_ Classe
toxicolágica II — ALTAMENTE TÓXICO
Vias de •
exposição
, Oral, inalatória, ocular e dérmica
Toxicocinética Não há dados disponíveis em humanos. Muitos estudos foram
realizados com ratos, camundongos, cães e animais da fazenda. Metribuzim é rapidamente absorvido pela via oral, com • pico sérico após 4 horas depois de uma única administração. Há evidências que sugerem que o citocromo P450 está envolvido no metabolismo inicial. As transformações metabólicas são realizadas por diferentes vias,
incluindo hidroxilação, desmetilação, oxidação e conjugação. Todos esses passos tendem a tornar os Metabólitos mais solúveis em água e aumentar a taxa de excreção pelos rins. Metribuzim e seus metabólitos são distribuídos pelos tecidos com maiores concentrações no fígado, nos rins e na tireóide, e, muito baixo, nas gonadas. Não parece haver qualquer acumulação • tecidual significante. É rapidamente excretado e quase completamente eliminado dentro de uns poucos dias, principalmente através da urina e das fezes.
Mecanismos de
toxicidade Há pouca informação disponível acerca do mecanismo específico de
toxicidade do Metribuzim em humanos ou em outras espécies de
mamíferos. As triazinonas inibem a síntese de ácido amino alifátido
em plantas. Esta via metabólica não existe em mamíferos e
geralmente a toxicidade é baixa em estudos com animais.
Sintomas e Há pouca informação sobre intoxicações em humanos. Metribuzim é pouco tóxico para mamíferos por via oral e inalatória e muito pouco tóxico pela via dérmica.
Exposição ao,uda: pode causar vômitos. É altamente irritante para os
olhos. Irritante também para nariz e faringe. A exposição inalatória pode causar irritação no nariz e na garganta, assim como náuseas e vômitos. Não causa irritação significante na pele ou sensibilização.
Em estudos em animais, empregando-se doses muito elevadas, são freqüentemente observados: lacrimejamento, salivação, vômito, tremores, ataxia, fraqueza, diarréia e freqüência respiratória elevada e/ou dificuldade respiratória e óbito. Em intoxicações menos severas,
sinais clínicos o sintoma mais comumente induzido foi perda de peso.
•Exposição Crônica: não há evidências de carcinogenicidade, teratogenicidade, neurotoxicidade retardada nem de efeitos endócrinos em humanos. .
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível.
• Obs.: Na presença de sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.
• Dosagem de Metribuzim pode ser feita em amostras de
sangue e urina, mas são de pouca relevância para o tratamento de emergência.
Tratamento: Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: as medidas gerais devem estar orientadas à remoção
da fonte de exposição ao produto, descontaminação do paciente,
proteção das vias respiratórias para evitar aspiração de conteúdo
gástrico, tratamento sintomático e de suporte. Deve ser evitado o contato do produto com os olhos, pele e roupas contaminadas.
Exposição Oral:
Em casos de ingesta de grandes quantidades do produto:
• Carvão ativado: liga-se à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 hora).
1. Dose: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água / 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g / kg em crianças com menos de 1 ano;
2. O carvão ativado não deve ser administrado a pacientes que ingeriram ácidos ou bases fortes. O benefício do carvão ativado também não é comprovado em pacientes que ingeriram substâncias irritantes, onde ele pode obscurecer os achados endoscópicos, nos casos em-que o procedimento é necessário.
• Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessária, dependendo da quantidade ingerida, tempo de ingestão e circunstância específica. Antecede a administração do carvão.
1. Considere após a ingestão de uma quantidade de veneno potencialmente perigosa à vida, caso possa ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Atentar para nível de consciência e proteger as vias aéreas do risco de aspiração em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal. Controlar as convulsões antes.
2. Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-intubados; após ingestão de, compostos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
• Não provocar vômito, entretanto é possível que o mesmo ocorra espontaneamente, não devendo ser evitado. Neste caso, deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Atenção: nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente.
• Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis, se necessário através de intubação oro t xl 1 %I 1,..J,
traqueal, aspirar secreções e administrar oxigênio. Atenção
especial para fraqueza de musculatura respiratória e parada
respiratória repentina, hipotensão e arritmias cardíacas. Adotar
medidas de assistência ventilatória, se • necessário; uso de PEEP
pode ser requerido. Monitorar temperatura corporal e tratar, se
necessário. Monitorar oxigenação (oxirnetria ou gasometria), ECG, amilase sérica. Tratar pneumonite e coma, se ocorrerem. Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
Exposição Inalatória:
Descontaminação: Remova o paciente para um local- arejado.
Verifique quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou
dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com beta-2- agonistas via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral.
Exposição Ocular
Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas
de água ou salina a 0,9% à temperatura a biente por pelo menos 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição Dérmica:
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área
exposta com água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento específico se a irritação ou dor persistir.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
• EVITAR: aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto;
utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambú) para realizar o procedimento
• Usar PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório.
Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração pulmonar.
Efeitos sinérgicos: Não relatados em humanos.
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação
(SINAN / MS)
Telefones de Emergência da empresa: 0800 70 10 450 - (019) 3794-5600
Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade: no quadro acima.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais - Produto Formulado): DL50 oral (ratos / fêmeas): > 300 mg/Kg p.c.
DL50 dérmica (ratos): > 4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória (ratos): >0,266mg/L
Irritação ocular: o produto mostrou-se medianamente irritante para os olhos de coelhos. Irritação dérmica: o produto mostrou-se levemente irritante para a pele de coelhos.
Sensibilização cutânea (Guinea pig): o produto mostrou-se não sensibilizante à pele de cobaias quando utilizado na concentração original.
Efeitos crônicos:
Em estudos crônicos em animais, o tratamento com Metribuzim resultou em diminuição no ganho de peso, alterações hematológicas, bioquímicas, aumento no peso hepático e tireoidiano e óbitos. Efeitos transitórios neurocomportamentais foram observados.
Não há consenso sobre os efeitos genotóxicos. Há insuficientes informações sobre carcinogenicidade em animais.
Estudos em ratos e coelhos sugerem toxicidade reprodutiva e sobre o desenvolvimento, que foram evidenciadas pelo incremento de abortos, redução do tamanho fetal na segunda geração e anormalidades nas costelas. Metribuzim é suspeito de ser desregulador endócrino.

1- PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é: 1/
[ ] - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
[X] - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE(CLASSE II).
[ I - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
[ ] - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Evite contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
- Evite contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de
animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.
2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
-A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de
Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3- INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa UPL do Brasil Indústria e Comércio de
InsumOs AgropeCuáriOs S.A. pelo telefone de Emergência (0800) 70 10 450 - (019) 3794-5600.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos
ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de pó químico seco (PQS), CO2 ou neblina de água, favor do vento para evitar intoxicação.
4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
- Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPlss Equipamentos de Proteção Individual — recomendamos para o preparo da calda do produto.
- Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
- Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador vertical durante 30 segundos;
, mantendo-o na posição
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar eeui sarnento inde endente ara lava em sob ressão adotar os se uintes rocedimentos•
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade.
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de no ato da compra.
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de validade.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA NÃO CONTAMINADA
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
()EVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, adi estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota -fiscal, emitida no ato da compra.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação ?,specifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos
não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICIPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso contínuo de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes. Como práticas de manejo integrado de resistência de plantas daninhas, deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos, de ação, devidamente registrados para a cultura.
Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores" esclarecimentos, consulte um engenheiro agrônomo.