Tetra
| Geral | ||
|---|---|---|
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Nome Técnico:
Trichoderma harzianum
Registro MAPA:
48125
Empresa Registrante:
Compostec |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Trichoderma harzianum | 88 g/L | |
| Trichoderma harzianum | 2 x 10⁸ conídios viáveis/ml p.c. | |
| Classificação | ||
|---|---|---|
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Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea
Classe Agronômica:
Fungicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Microbiológico
Agricultura Orgânica:
Sim |
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Indicações de Uso
| Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Sclerotinia sclerotiorum (Podridão de esclerotinia / Mofo branco) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|
INSTRUÇÕES DE USO:
Tetra (Trichoderma harzianum, isolado IB 19/17) é um fungicida microbiológico de contato indicado para o controle de Sclerotinia sclerotiorum (mofo-branco) de acordo com Especificação de Referência publicada através da PORTARIA nº 861, de 25 de julho de 2023.
CULTURAS: Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico.
MODO DE APLICAÇÃO:
Aplicação Terrestre ou Aérea.
Este fungicida microbiológico pode ser aplicado em forma de pulverização com equipamentos convencionais de aplicação aérea ou terrestre, utilizando um volume de calda de 200 litros/ha, adequado para assegurar uma boa cobertura e uniformidade do produto sobre as partes da planta.
Modo de aplicac¸a~o terrestre: Para a aplicac¸a~o deve-se utilizar pulverizador de barra ou pingente. O produto na~o deve ser administrado em volume de calda inferior a 200L/ ha. Recomenda-se bico triplo leque com vaza~o igual ou superior a 0,75 L/ min.
Modo de aplicac¸a~o ae´rea: O produto deve ser administrado no campo por meio de aeronaves preparadas para pulverizac¸o~es agri´colas utilizando altura de vôo entre 3 e 4 metros. Recomenda-se volume de calda entre 40 e 60 litros/ha.
As aplicações devem ser realizadas nas horas mais frescas do dia, preferencialmente, ao fim da tarde e em dias nublados.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Entrar na a´rea apo´s secagem completa da calda (no mi´nimo 4 horas apo´s a aplicac¸a~o). Caso necessite entrar antes desse peri´odo, utilizar os equipamentos de protec¸a~o individual (EPls) recomendados para o uso durante a` aplicac¸a~o.
LIMITAÇÕES DE USO:
Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente final da tarde. Nessas condic¸o~es a exposic¸a~o dos coni´dios (esporos) do fungo a` radiac¸a~o UV do sol e´ menor, propiciando a manutenc¸a~o da viabilidade do fungo. O produto na~o e´ fitoto´xico quando aplicado nas doses recomendadas. Aplicar fungicida ou herbicida somente 1 semana apo´s aplicac¸a~o do produto.
Para beneficiar a atuac¸a~o do produto, protegendo o ino´culo dos fatores clima´ticos e melhorando as condic¸o~es microclima´ticas, recomenda-se as seguintes pra´ticas culturais:
• Usar a calda no mesmo dia do seu preparo;
• Aplicar com umidade relativa do ar acima de 65%;
• Conservar o produto sob refrigerac¸a~o ou lugar fresco e arejado;
• Nunca deixar o produto exposto ao sol;
• Lavar bem o pulverizador antes de usa´-lo, ou usar um novo, sem resi´duos de agroqui´micos. Na~o aplicar em peri´odo de chuvas intensas;
• Na~o aplicar sob vento forte.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princi´pios e medidas disponi´veis e via´veis de controle, como o controle cultural, controle biolo´gico (predadores e parasitóides), controle microbiano, controle por comportamento, uso de cultivares resistentes e controle qui´mico, sempre alternando produtos de diferentes grupos qui´micos, com mecanismo de ac¸a~o distinta.
Na~o ha´ relatos de desenvolvimento de resiste^ncia a fungos entomapatoge^nicos. Pore´m, para evitar o surgimento de insetos com resiste^ncia, o Comite^ Brasileiro de Resiste^ncia a` Inseticidas - IRAC-BR - recomenda algumas estrate´gias:
• Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ac¸a~o, na~o deve ser utilizado em gerac¸o~es consecutivas da mesma praga.
• Utilizar somente as dosagens recomendadas no ro´tulo/bula do produto.
• Sempre consultar um Engenheiro Agro^nomo para direcionamento das recomendac¸o~es locais.
• Incluir outros me´todos de controle de insetos (controle cultura por ex.) dentro do programa de manejo integrado de pragas (MIP), quando disponi´veis.