Bula Tiodicarbe CCAB 800 WG

acessos
Thiodicarb
16317
CCAB Agro

Composição

Tiodicarbe 800 g/kg Carbamato

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato, Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa sp.
(Helicoverpa sp.)
940 a 1200 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir em caso de reinfestação, realizando no máximo duas aplicações por ciclo da cultura. 7 dias. Aplicar no início da infestação da praga, no estádio inicial de desenvolvimento, com lagartas pequenas
Lagarta das folhas
(Spodoptera eridania)
250 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L/ha Repetir em caso de reinfestação, realizando no máximo duas aplicações por ciclo da cultura. 7 dias. Aplicar no início da infestação da praga, no estádio inicial de desenvolvimento, com lagartas pequenas
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
250 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir em caso de reinfestação, realizando no máximo duas aplicações por ciclo da cultura. 7 dias. Aplicar no início da infestação da praga, no estádio inicial de desenvolvimento, com lagartas pequenas
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa sp.
(Helicoverpa sp.)
700 a 940 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura. 30 dias. Realizar a pulverização no início da infestação da praga, quando as lagartas ainda estão pequenas
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
100 a 150 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura. 30 dias. Aplicar no início da infestação, no estádio inicial de desenvolvimento das lagartas (1º ao 3º instar)
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa sp.
(Helicoverpa sp.)
235 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir a aplicação em caso de reinfestação, realizando no máximo duas aplicações por ciclo da cultura. 14 dias. Aplicar o produto no início da infestação da praga, com as lagartas ainda pequenas
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
70 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir a aplicação em caso de reinfestação, realizando no máximo duas aplicações por ciclo da cultura. 14 dias. Realizar a aplicação quando forem encontradas 40 lagartas grandes por amostragem (em 2 m lineares da cultura) e/ou a desfolha atingir 30%, ou antes do florescimento e/ou a desfolha atingir 15% logo após o florescimento.
Lagarta das folhas
(Spodoptera eridania)
250 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir a aplicação em caso de reinfestação, realizando no máximo duas aplicações por ciclo da cultura. 14 dias. Aplicar o produto no início da infestação da praga, com as lagartas ainda pequenas

Tipo: Cartucho
Material: Fibra celulósica revestida com plástico
Capacidade: 0,01; 0,02; 0,025; 0,03; 0,035; 0,04; 0,05; 0,06; 0,07; 0,08; 0,09; 0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,3; 0,35; 0,4; 0,45; 0,5; 0,55; 0,6; 0,65; 0,7; 0,75; 0,8; 0,85; 0,9; 0,95; 1,0; 1,2; 1,5; 1,6; 2,0; 2,5; 3,0; 3,5; 4,0; 4,5; 5,0; 6,0; 7,0; 8,0; 9,0; 10 Kg

Tipo: Frasco
Material: Plástico Aluminizado e Plástico
Capacidade: 0,01; 0,02; 0,025; 0,03; 0,035; 0,04; 0,05; 0,06; 0,07; 0,08; 0,09; 0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,3; 0,35; 0,4; 0,45; 0,5; 0,55; 0,6; 0,65; 0,7; 0,75; 0,8; 0,85; 0,9; 0,95; 1,0; 1,2; 1,5; 1,6; 2,0; 2,5; 3,0; 3,5; 4,0; 4,5; 5,0; 6,0; 7,0; 8,0; 9,0; 10 Kg

Tipo: Saco
Material: Plástico aluminizado, Plástico, Fibra celulósica
Capacidade: 0,01; 0,02; 0,025; 0,03; 0,035; 0,04; 0,05; 0,06; 0,07; 0,08; 0,09; 0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,3; 0,35; 0,4; 0,45; 0,5; 0,55; 0,6; 0,65; 0,7; 0,75; 0,8; 0,85; 0,9; 0,95; 1,0; 1,2; 1,5; 1,6; 2,0; 2,5; 3,0; 3,5; 4,0; 4,5; 5,0; 6,0; 7,0; 8,0; 9,0; 10; 15; 20; 25 Kg

Tipo: Tambor
Material: Fibra celulósica
Capacidade: 1,0; 2,0; 3,0; 4,0; 5,0; 6,0; 7,0; 8,0; 9,0; 10; 15; 20; 25 Kg

INSTRUÇÕES DE USO: TIODICARBE CCAB 800 WG é um inseticida de contato e ingestão, aplicado através de pulverização foliar, para o controle de pragas.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Algodão — Realizar a pulverização de Tiodicarbe CCAB 800 WG no início de infestação da praga, no estádio inicial de desenvolvimento, com lagartas pequenas. Repetir em caso de reinfestação. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura.

Milho — Para o controle da Spodoptera frugiperda, realizar a pulverização no início de infestação, no estádio inicial de desenvolvimento das lagartas (1° ao 3° instar). Caso as lagartas estejam num estádio mais avançado, utilizar a maior dose. Para as outras espécies realizar a pulverização no início de infestação da praga, quando as lagartas ainda estão pequenas. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura.

Soja — Para o controle de Anticarsia gemmatalis, realizar a aplicação quando forem encontradas 40 lagartas grandes por amostragem (em 2 m lineares da cultura) e/ou a desfolha atingir 30% antes do florescimento e/ou a desfolha atingir 15% logo após o florescimento. Para as outras espécies, aplicar o produto no início de infestação da praga, com as lagartas ainda pequenas. Repetir a aplicação em caso de reinfestação. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura.

MODO DE APLICAÇÃO:
A aplicação de TIODICARBE CCAB 800 WG poderá ser feita através de pulverização terrestre ou aérea. O produto deve ser pulverizado diluído em água.
Condições climáticas recomendadas:
• Umidade relativa do ar acima de 55%
• Temperatura abaixo de 30°C
• Velocidade do vento entre 3 a 10 km/h

TERRESTRE
A pulverização pode ser feita através de equipamento costal (manual ou motorizado) ou tratorizado, utilizando pontas que proporcionem uma boa cobertura sobre a cultura e minimizar as perdas por deriva.
Volume de calda:
• algodão e milho — 200 a 300 L/ha
• soja — 100 a 200 L/ha

Para o controle de Spodoptera frugiperda no milho, utilizar pontas de jato plano (tipo leque), dirigidas sobre o cartucho das plantas de milho, posicionando os bicos sobre a linha de plantio para direcionar toda a calda sobre o local de ocorrência da praga.

Aérea
O produto é aplicado através de aeronaves agrícolas, com um volume de calda de 30 a 40 L/há. As pontas devem ser apropriadas para o tipo de aplicação. Recomenda-se o fechamento de bicos nas pontas das asas para evitar perdas de pulverização por influência dos vórtices.
Evitar aplicações com velocidades de vento inferiores a 3 Km/h porque ocorrerá o fenômeno de inversões térmicas, causando maior permanência das gotas no ar, contaminando o avião, bandeirinhas e o meio ambiente e prejudicando consideravelmente a deposição de gotas.
Aplicações efetuadas nas horas mais quentes do dia também deverão ser evitadas, pois causarão perdas das gotas devido a ação das correntes térmicas ascendentes. O fator climático mais importante a considerar deverá ser sempre a umidade relativa do ar, a qual determinará uma maior ou menor deriva de gotas pelo vento.

Gerenciamento de deriva
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Diâmetro da gota: A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possíveis para dar uma boa cobertura e controle. A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições climáticas e infestação podem afetar o gerenciamento da deriva e a cobertura das plantas. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura, umidade relativa do ar e inversão térmica.
Controlando o diâmetro de gotas:
• Volume - Use bicos de vazão major para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores.
• Pressão - Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na cultura. Quanto maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
• Tipo de bico - Use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o use de bicos de baixa deriva.

Controlando o diâmetro de gotas em aplicação aérea:
-Número de bicos - Use o menor número de bicos com maior vazão possível que proporcione uma cobertura uniforme.
- Orientação dos bicos - Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar produzirá gotas maiores que outras orientações.
- Tipo de bico - Bicos de jato cheio, orientados para trás produzem gotas maiores que outros tipos de bico.
- Comprimento de barra - O comprimento da barra não deve exceder 3/4 da asa ou do comprimento do motor. Barras maiores aumentam o potencial de deriva.
- Altura da barra - Regule a altura da barra para a menor possível para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos.
- Ventos - O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 2 Km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 Km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de vento ou em condições sem vento.

OBS: As condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.

Temperatura e umidade: Aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores e reduzir o efeito da evaporação.
Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formada ao pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo, no entanto, se não houve neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. Formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica, enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersada com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Antes da aplicação verifique e inicie a pulverização somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, fazer uma completa limpeza de todo equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento mesmo por poucas horas torna a limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazia, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
2. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
3. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis.
4. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

LAVAGEM DAS EMBALAENS VAZIAS:
Tríplice Lavagem:
1. Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador;
2. Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
3. tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
4. Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
5. Faça esta operação 3 vezes;
6. Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão 7 dias
Milho 30 dias
Soja 14 dias

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas: sendo utilizado conforme as recomendações da bula, o produto não causa fitotoxicidade nas culturas.




DADOS REALTIVOS À PROTEÇÃO HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, máscara, óculos e luvas.
- Não utilize Equipamentos de proteção individual danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamento ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NO PREPARO DA CALDA:
- Produto extremamente irritante para os olhos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoas com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a dispersão de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite ao máximo possível o contato com a área aplicada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Conforme modo de aplicação, de modo a evitar que o aplicador entre em névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
-Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), lave as luvas vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Não reutilize a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com mangas compridas, luvas e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo o serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
- Ingestão: se engolir o produto, não provoque o vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para a pessoa beber ou comer.
- Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
- Pele: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave com muita água corrente e sabão neutro.
- Inalação: se o produto for inalado ('respirado'), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR TIODICARBE 800 WG

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico: Metilcarbameto de oxima

Mecanismos de toxicidade: Em ratos, o Tiodicarbe é rapidamente degradado em Methomyl, o qual é rapidamente convertido pra methomyl methlol, oxima, sulfuxida, sulfoxida oxima. Esses intermediários instáveis acabam sendo convertidos em acetonitrile e CO2, os quais são eliminados primeiramente pela respiração e urina. mais adiante, uma pequena fração de acetonitrile é degradada em cetamina, ácido acético e CO2.

Toxicidade: Não tem interação mutagênica com o DNA. A comparação com grupos controle não demonstrou um aumento estatístico significativo, no número de micronúcleos.
Exposições repetidas por curtos períodos em animais causaram hepatotoxicidade.
Em humanos não foram relatados efeitos.

Vias de absorção: Oral, inalatória e dérmica em menor intensidade.

Metabolismo e toxicocinética: Em ratos, o Tiodicarbe é rapidamente degradado em metamil, que por sua vez é convertido em metomil metiol, e , após sucessivas degradações em sulfoxide oxime. Os intermediários são convertidos em acetonitrila e dióxido de carbono, que são eliminados primariamente pela urina.

Sintomas e Sinais Clínicos: Neurológicos: (Em casos de envenenamento severo) depressão respiratória, estado de confusão mental, perda de consciência, hemorragia cerebral e convulsões. Dores de cabeça, tontura, visão embaçada, tremores, coma, atraso em resposta neurológica e fraqueza também podem ocorres.
Trato gastrointestinal: náusea, vômito, diarréia e cãibras abdominais.

Diagnóstico: Atentar para a crise colinérica, com aumento de salivação, lacrimação, poliúria, diarreia, cãibra gastrointestinais e vômitos como sintomas de envenenamento por N-METILCARBONATOS. Os sintomas podem ser confundidos com os de envenenamento por ORGANOFOSFATOS, diferindo por cãibras menos intensas e menor toxicidade ao SNC.
Exames laboratoriais: Determinação de colinesterase no plasma e série vermelha sanguínea. Exames de urina podem identificar o agente tóxico. Exames de raio-X em pacientes sintomáticos são indicados.

Tratamento: As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação.
Utilizar luvas e avental durante a descontaminação.
1. Remover roupas e acessórios e descontaminar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão.
2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele mucosa.
3. Em casos de ingestão: proceder com a lavagem gástrica com carvão ativado: doses de 25 a 100 g para adolescentes/adultos, 25 a 50g para crianças (1 a 12 anos) e de 1g/Kg em infantes abaixo de 1 ano. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100g em adultos e 25-50g em crianças de 1-12 anos, e 1g/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30g de carvão ativado para 240 mL de água - PROTEGER VIAS AÉREAS - Controlar qualquer convulsão antes do procedimento.
Acompanhamento pós intoxicação:
- O tratamento deve ser sintomático de acordo com o quadro clínico. Não há antídoto específico.
- Monitorar os sinais vitais e status mental e atividade do SNC após exposição significativa ao produto.
- Na ocorrência de vômito e/ou diarréia, monitorar fluidos e eletrólitos corporais.

Contra-indicações: Não provocar vômito.
São contra indicados no caso de envenenamento por N-Metilcarbamato: morfina, sucinylcolina, teofilina, fenotiazinas e reserpina. Adrenoamina só devem ser administradas em caso de indicação específica.

Efeitos sinérgicos: Não há informações na literatura sobre efeitos sinérgicos/cumulativos com outras substâncias/medicamentos.

ATENÇÃO: As intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos Telefones de Emergência PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centro de Informações e Assistência
Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Telefone de emergência da empresa: (41) 3019-0701

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
O TIODICARBE foi absorvido, em ratos, através do trato gastrointestinal e da pele, metabolizado através de hidrólise em ácido acético e colina, sendo excretado principalmente através da urina. Não houve acúmulo da substância nos tecidos e órgãos. Os carbamatos inibem a enzima acetil colinesterase, essencial para a transmissão normal dos impulsos nervosos do SNC e junções colinérgica, reação reversível. Os sinais e sintomas aparecem em um curto espaço de tempo após intoxicação.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:
Agudos: Em estudos toxicológicos agudos em animais forma observadas efeitos de tremores, salivação, perda de peso, ataxia, diarréia, piloereção, postura curvada, passos descoordenados, olhos salientes, cianose e inibidor reversível da colinesterase. Tiodicarbe CCAB 800 WG não se mostrou irritante para a pele e olhos de coelhos e em cobaias não apresentou potencial sensibilizante dérmico.
Crônicos: Em estudos toxicológicos crônicos (exposição durante toda ou boa parte da vida dos animais), o produto causou uma redução do peso corpóreo e foi considerado um redutor da atividade da colinesterase periférica (plasma e eritrócitos).

1- PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
[ X ] - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).

- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação de abelhas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público; e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3- INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CCAB AGRO S.A - Telefones de Emergência: (11) 3889-5600.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtro)
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'agua. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com o auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não devera mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada ate atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o Órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4 -PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto,
a) Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

b) Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob seguintes procedimentos:

- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
- Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
- O Armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade será facultada a devolução da embalagem vazia em até 6 meses após o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução de embalagem vazia.

TRANSPORTE:
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirida nos canais de Distribuição

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de uma ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto , ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardas as embalagens cheias.

-DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, rações, medicamentos, bebidas, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelo usuário, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada da embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICO, COMPETENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.

Qualquer agente de controle de insetos pode se torna menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas - IRAC-BR recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga;
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo;
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas;
- Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex.: controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pregas, quando disponível e apropriado.