Bula Tiofanato-Metílico 500 Helm - Helm

Bula Tiofanato-Metílico 500 Helm

acessos
Thiophanate methyl
510
Helm

Composição

Tiofanato-metílico 500 g/L Benzimidazóis

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico

Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
100 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha - Realizar até 4 aplicações com intervalos de 7 a 15 dias. 14 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Phyllosticta citricarpa)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Repetir aplicação com intervalo de 40 dias com um máximo de 4 aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações a partir de frutos com 1,5 cm ou aos primeiros sinais da doença
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
50 a 100 mL p.c./100L água 700 a 1000 L de calda/ha - Realizar até 4 aplicações. 14 dias. Aplicar inicialmente no estágio de florescimento, repetindo quando 2/3 das pétalas tiverem caído
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar até três aplicações. 14 dias. Logo após a emergência da planta, repetindo na pré e pós florada
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
100 mL p.c./100L água 700 a 1000 L de calda/ha - Realizar até 3 aplicações com intervalos de 10 dias. 7 dias. Nos primeiros sinais da doença ou assim que as condições climáticas estiverem favoráveis, principalmente entre os meses de novembro a janeiro
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
100 a 150 mL p.c./100L água 700 a 1000 L de calda/ha - Realizar até 2 aplicações com intervalo de 10 dias. 14 dias. Assim que os frutos estiverem formados
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de diplocarpon
(Diplocarpon earlianum)
100 mL p.c./100L água 700 a 1000 L de calda/ha - Uma aplicação. 14 dias. Realizar uma aplicação aos primeiros sinais das doenças, especialmente nos períodos de alta umidade e temperaturas entre 20 e 25°C
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum truncatum)
100 a 150 mL p.c./100 kg de sementes 600 mL de calda/100 kg de sementes - - Não determinado. Aplicar imediatamente antes da semeadura
Antracnose
(Colletotrichum dematium)
125 a 150 mL p.c./100 kg de sementes 600 mL de calda/100 kg de sementes - - Não determinado. Aplicar imediatamente antes da semeadura
Mancha parda
(Septoria glycines)
600 a 800 mL p.c./ha 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar duas aplicações. 21 dias. Realizar até 2 aplicações, sendo a primeira quando a planta estiver entre os estágios R5.1 e R5.3 e a segunda após 10 a 20 dias, conforme condições climáticas favoráveis, ou seja, chuvas frequentes e temperaturas entre 22 a 30°C
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
600 a 800 mL p.c./ha 700 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar duas aplicações. 21 dias. Realizar até 2 aplicações, sendo a primeira quando a planta estiver entre os estágios R5.1 e R5.3 e a segunda após 10 a 20 dias, conforme condições climáticas favoráveis, ou seja, chuvas frequentes e temperaturas entre 22 a 30°C
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lycopersici)
100 mL p.c./100 kg de sementes 700 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar até duas aplicações com intervalo de 10 dias. 14 dias. Iniciar aos primeiros sinais da doença ou assim que as condições climáticas estiverem favoráveis, ou seja, alta umidade e temperatura entre 25 e 30°C

Frasco plástico:
250, 500 ml, 1e 2 L.

Bombona plástico:
5, 10, 15 e 20 L.

Balde plástico:
20, 25 e 50 L.

Tambor plástico ou metálico:
50, 100, 200 e 500 L.

NÚMERO, ÉPOCA EINTERVALO DE APLICAÇÃO:

Banana: r ealizar até aplicação com intervalos de 7 a 15 dias, conforme intensidade da doença e condições favoráveis à mesma. Iniciar a aplicação ao surgimento dos primeiros sintomas, evitando-se as horas mais quentes do dia. Calda de aplicação de 400 Llha.

Citros:
Realizar até 4 aplicações durante o ciclo da Gblltfua. Para controle da Verrugose aplicar inicialmente no estágio de florescimento (Upalito-de-fósforo"), repetindo quando 2/3 das pétalas tiverem caído. Calda de aplicação de 700 a 1.000 Llha; para Pinta-preta ou Mancha-preta iniciar as aplicações a partir de frutos com 1,5 cm ou aos primeiros sinais da doença e repetir com intervalo de 40 dias, não ultrapassando o número máximo de aplicações por ciclo. Calda de aplicação de 1.000 Llha.

Feijão:
Realizar até 3 aplicações, iniciando logo após a emergência da planta, repetindo na pré e pós florada. Calda de aplicação de 700 a 1.000 Llha para pulverização terrestre e 30 a 40 Llha para pulverização aérea.

Maçã:
Realizar até 3 aplicações com intervalos de 10 dias, iniciando o tratamento aos primeiros sinais da doença ou assim que as condições climáticas estiverem favoráveis, principalmente entre os meses de novembro a janeiro. Calda de aplicação de 700 a 1.000 Llha para pulverização terrestre e 30 a 40 Llha para pulverização aérea.

Manga:
Realizar até 2 aplicações com intervalo de 10 dias assim que os frutos estiverem formados. Calda de aplicação de 700 a 1.000 Llha.

Morango:
Realizar uma aplicação aos primeiros sinais das doenças, especialmente nos períodos de alta umidade e temperaturas entre 20 e 25°C. Calda de aplicação de 700 a 1.000 Llha.

Soia: ~~
Para as doenças de final de ciclo (OFC), realizar até 2 aplicações, sendo a primeira quando a planta estiver entre os estágios R5.1 e R5.3 e a segunda após 10 a 20 dias, conforme condições climáticas favoráveis, ou seja, chuvas freqüentes e temperatura entre 22 e 30°C. Calda de aplicação de 700 a 1.000 Llha para pulverização terrestre e 30 a 40 Llha para pulverização aérea.
Para tratamento de semente (Antracnose), realizar uma aplicação imediatamente antes da semeadura. Calda de 600 mLl100 kg de semente.
Tomate:
Realizar até 2 aplicações com intervalo de 10 dias, iniciando aos primeiros sinais da doença ou assim que as condições climáticas estiverem favoráveis, ou seja, alta umidade e temperatura entre 25 e 30°C. Calda de aplicação de 700 Llha para pulverização terrestre e 30 a 40 Llha para pulverização aérea.

MODO DE APLICAÇÃO:
Antes da preparação da calda, agitar vigorosamente o produto em sua embalagem original. Aplicação terrestre através de pulverização da calda na parte aérea da planta, visando cobrir uniformemente caules, folhas e/ou frutos. Utilizar pulverizadores tratorizados, dotados de bico cônico, com densidade mínima de 50-70 gotas/cm2 e tamanho de 250 micra.
Aplicação aérea com uso de barra ou atomizador rotativo Micronair, com altura de vôo de 2 a 3 m (barra) ou 3 a 4 m (micronair). Largura da faixa de deposição efetiva de 15 m, com densidade de 60 gotas/cm2 e tamanho de 180 a 220 micra. No caso de barra, usar bico cônico e pontas 06 e 012 com disco inferior a 45°; usando Micronair, o número de atomizadores deve ser de 4, seguindo a tabela do fabricante para ajuste do regulador de vazãoNRU, pressão e ângulo da pá
O volume de calda pode variar de acordo com o desenvolvimento das plantas ou estado vegetativo, variedade e espaçamento no momento da aplicação.
Para o tratamento de sementes de soja, utilizar máquinas para tratamento de sementes ou tambor giratório excêntrico, não sendo recomendado o tratamento diretamente na caixa semeadora ou lona. Para uma melhor homogeneização, deve-se adicionar água perfazendo um total de 600 ml de calda para cada 100 kg de semente, sempre fazendo uso de corante.

INTERVALO DE SEGURANÇA PARA CADA CULTURA:

Banana 14 dias.
Citros 14 dias.
Feijão 14 dias.
Maçã 07 dias.
Manga 14 dias
Morango 14 dias
Soja (foliar) 21 dias
Soia (sementes) (1 )
Tomate 14 dias

(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamento de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO
Fitotoxicidade: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, quando aplicado conforme instruções de uso.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro quimico contra vapores orgãnicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costa I Se utilizar tratar (ou avião), aplique o produto contra o vento.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro quimico contra vapores orgãnicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
Sinalizar a área tratada com os dizeres "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte onderm: touca árebe, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da familia. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeáveis
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha,

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronómico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vómito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR TIOFANATO - METÍLICO

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico:
Benzimidazol.

Classe toxicológica:
I - Extremamente tóxico.

Vias de exposição:
Ora, dérmica e inalatória.

Toxicocinética:
Em estudos com animais, o tiofanato-metilico foi rapidamaente absorvido pelo trato gastrintestinal, alcançando uma concentração sorológica máxima 4h após a ,administração. A extensão da absorção pode ser dose-dependente, diminuindo com o aumento da dose. Os maiores niveis teciduais foram encontrados no fígado, tireóide e rins 96h após a dosagem. O tiofanato-metilico é predominantemente metabolizado (71-88%) e foi excretado rapidamente, com ,mais de 90% de eliminação pela urina e fezes em 24h da administração. Na dose
mais baixa, a principal via de administração foi urinária, enquanto na dose mais elevada foi predominantemente fecal. Não houve sinal de bioacumulação. Quase todo o tiofanato-metilico é eliminado do corpo em 24h; aquilo que resta nos tecidos após 24h é extensamente eliminado em 96h.

Mecanismos de toxicidade:
Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.

Sintomas e sinais clínicos:
Tanto o tiofanato-metílico quanto o seu metabólito terminal, carbendazim, possuem baixa toxicidade aguda e não possuem atividade anticolinesterase. Em todas as espécies de animais, o efeito toxicológico mais suscetível da exposição sub-crônica / crônica é a toxicidade hepática. A tireóide também é um , órgão alvo para o tiofanato-metilico.
Após exposição podem ocorrer alteraçôes respiratórias, náusea, vômito, diarréia, irritações moderadas nos olhos e pele (dermatite, coceira, vermelhidão, inchaço e ressecamento)

Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compativel.

Tratamento:
Antídoto: Não existe antídoto especifico

Exposição Oral
A) Êmese: A indução do vômito empregando-se ipeca não é recomendada.

B) Carvão Ativado Administre uma suspensão de carvão atívado em água (240 ml de água / 30 g de carvão). Dose usual 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 125 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em infantes com menos de 1 ano de idade.

C) Lavagem gástrica Considere após ingestão de uma quantidade de veneno potencialmente perigosa á vida, se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora) Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nivel diminuído de consciência em pacientes não-intubados; após ingestão de compostos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração): pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
D) Fluidos intravenosos podem ser úteis no restabelecimento do volume de fluido extracelular após vômito severo e diarréia.

Exposição Inalatória
Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e ' ; auxilie na ventilação, se necessário Trate broncoespasmos com agonistas beta 2 via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral

Exposição Dérmica
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento específico se a irrítação ou dor persistirem

Contra-indicação:
A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco potencial de aspiração:

ATENÇÃO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefones de Emergência da empresa: 0800 7010 450 (24 horas) e (11) 51814099

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO:
Em estudos com animais, o tiofanato-metilico foi rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal, alcançando uma concentração sorológica máxima 4h após a administração A extensão da absorção pode ser dose-dependente, diminuindo com o aumento da dose. Os maiores níveis teciduais foram encontrados no fígado, tireóide e rins 96h após a dosagem. O tiofanato-metílico é predominantemente metabolizado (71-88%) e foi excretado rapidamente, com mais de 90% de eliminação pela urina e fezes em 24h da administração Na dose mais baixa, a principal via de administração foi urinária, enquanto na dose mais elevada foi predominantemente fecal. Não houve sinal de bioacumulação. Quase todo o tiofanato-metílico é eliminado do corpo em 24h; aquilo que resta nos tecidos após 24h é extensamente eliminado em 96h

EFEITOS AGUDOS:
O produto apresentou os seguintes resultados nos estudos toxicológicos agudos eu/-off> 2000 a SOOO mg/kg pc. no estudo de DLSO oral, DLSO dérmica > 2000 mg/kg p.c., irritação ocular reversivel em até 72 h, não apresentou efeitos de irritação dérmica, CLSO > 2,483 mg/L ar, não apresentou efeito de sensibilização dérmica

EFEITOS CRÔNICOS
Tiofanato-metilico tem como principal metabólito carbendazim. O fígado e a tireóide são os órgãos alvo de tiofanato-metílico e carbendazim em várias espécies após exposição na dieta sub-crônica e crônica. Os testiculos também são órgãos alvo de carbendazim. Tiofanato¬metilico é classificado como provável carcinógeno a humanos baseado em aumentos dose¬resposta de tumores no fígado em camundongos machos e fêmeas. Carbendazim é classificado como possível carcinógeno a humanos baseado em tumores hepatocelulares em camundongos fêmea Toxicidade do desenvolvimento também foi relacionada a tiofanato-metilico, baseado em decréscimo do peso corpóreo fetal e aumento de variações esqueléticas observadas em fetos de coelhos expostos a tiofanato-metílico Carbendazim também foi associado com efeitos reprodutivos adversos em ratos.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é:

- PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).

Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamentos com vazamentos.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a empresa HELM DO BRASIL MERCANTIL LTDA. - Telefone de emergência: (11) 5185.4099.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).

Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizando. Nesse caso, consulte o registro atráves do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante pelo telefone indicado acima .

• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUíMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DE_STINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPROPRIOS PARA UTILlZAÇAO OU EM DESUSO:

Para embalagem RÍGIDA LAVÁVEL.

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPls - Equipamentos de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto.

TRÍPLICE LAVAGEM (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo;

LAVAGEM SOB PRESSÃO:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo;

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebida, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Para embalagem RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, dev ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com támpa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da em balagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Para embalagem SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADAS) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuano, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no local próprio onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
Para embalagens SACARIAS:
AS EMBALAGENS - SACARIAS - NÃO PODEM SER REUTILlZADAS PARA OUTROS FINS.
AS EMBALAGENS• SACARIAS• NÃO PODEM SER LAVADAS.
ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
O armazenamento das embalagens - SACARIAS - vazias, até sua devolução pelo usuano, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio das sacarias.

As embalagens - SACARIAS - vazias devem ser armazenadas separadamente, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Devem ser devolvidas em conjunto com a embalagem do agrotóxico PROTECTIN ou no local onde foram adquiridas as sementes tratadas.
Terceiros que efetuarem o manuseio do agrotóxico, devem descrever nas sacarias que as sementes foram tratadas com o agrotóxico PROTECTIN e informar que as mesmas devem ser devolvidas no local em que foram tratadas ou adquiridas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, sacarias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela empresa registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultura, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.