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Torban Plus / Kaboclo / Limpeza / Canchim Plus CI

Geral
Nome Técnico:
Picloram, sal tri-isopropanolamina; 2,4-D, sal tri-isopropanolamina
Registro MAPA:
19623
Empresa Registrante:
Rainbow Defensivos
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Picloram 114,7 g/L
Equivalente Ácido de Picloram 64 g/L
2,4-D 447,7 g/L
Equivalente ácido de 2,4-D 240 g/L
Classificação
Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre, Drone
Classe Agronômica:
Herbicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
III - Produto perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Concentrado Solúvel (SL)
Modo de Ação:
Sistêmico, Seletivo
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Eucalipto Recomendação Dosagem Produtos Similares
Eucalyptus spp (Eucalipto) veja aqui
Pastagens Recomendação Dosagem Produtos Similares
Acacia paniculata (Espinheiro, angiquinho) veja aqui
Acacia plumosa (Arranha gato) veja aqui
Alternanthera tenella (Apaga fogo) veja aqui
Amaranthus viridis (Caruru comum) veja aqui
Ambrosia elatior (Erva de santiago) veja aqui
Baccharis coridifolia (Mio mio) veja aqui
Baccharis trimera (Carqueja) veja aqui
Barnadesia rosea (Espinho agulha) veja aqui
Bauhinia divaricata (Pata de vaca) veja aqui
Bauhinia variegata (Unha de vaca) veja aqui
Bidens pilosa (Picão preto) veja aqui
Conyza bonariensis (Buva) veja aqui
Croton floribundus (Capixingui) veja aqui
Croton glandulosus (Gervão branco) veja aqui
Eichornia crassipes (Aguapé) veja aqui
Eupatorium laevigatum (Cambarazinho) veja aqui
Eupatorium maximilianii (Mata pasto) veja aqui
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) veja aqui
Hyptis suaveolens (Cheirosa) veja aqui
Ipomoea purpurea (Corda de viola) veja aqui
Machaerium aculeatum (Jacarandá de espinho) veja aqui
Parthenium hysterophorus (Losna branca) veja aqui
Peschiera fuchsiaefolia (Leiteiro) veja aqui
Physalis angulata (Joá de capote) veja aqui
Plantago major (Tranchagem) veja aqui
Polygonum punctatum (Erva de bicho ) veja aqui
Portulaca oleracea (Beldroega) veja aqui
Pteridium aquilinum (Samambaia) veja aqui
Randia armata (Angélica ) veja aqui
Schinus terebinthifolius (Aroeirinha) veja aqui
Senecio brasiliensis (Maria Mole) veja aqui
Senna obtusifolia (Fedegoso branco) veja aqui
Senna occidentalis (Fedegoso) veja aqui
Sida cordifolia (Malva branca) veja aqui
Sida glaziovii (Guanxuma branca) veja aqui
Sida rhombifolia (Guanxuma) veja aqui
Sida santaremnensis (Guanxuma) veja aqui
Sidastrum micranthum (Guanxuma) veja aqui
Sidastrum paniculatum (Guanxuma) veja aqui
Solanum aculeatissimum (Joá bravo) veja aqui
Solanum lycocarpum (Lobeira) veja aqui
Solanum paniculatum (Jurubeba) veja aqui
Solanum rugosum (Amor de cunhã) veja aqui
Solanum sisymbriifolium (Joá bravo) veja aqui
Solidago chilensis (Erva lanceta) veja aqui
Spermacoce alata (Poaia do campo) veja aqui
Spermacoce verticillata (Poaia) veja aqui
Synedrellopsis grisebachii (Agriãozinho) veja aqui
Ulex europaeus (Tôjo) veja aqui
Vernonia ferruginea (Assa peixe) veja aqui
Vernonia polyanthes (Assa peixe) veja aqui
Vernonia westiniana (Assa peixe roxo) veja aqui
Waltheria indica (Malva branca) veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Lavável Frasco Plástico Rígida Líquido 1 L
Lavável Bombona Plástico Rígida Líquido 5 / 10 / 20 L
Não Lavável Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) Plástico com estrutura metálica externa Rígida Líquido 600/ 1.000 L

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO

O produto é um herbicida recomendado para o controle de dicoltiledôneas indesejáveis de porte arbóreo, arbustivo e subarbustivo em pastagens, cana-de-açúcar e para a erradicação de touças de eucalipto na reforma de áreas florestais.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Pastagens

- Para pulverização foliar de qualquer tipo: uma só aplicação, em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo. Isto ocorre normalmente de outubro a março. No norte do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época mais favorável às aplicações aéreas.
- Para tratamento de tocos e anéis: uma só aplicação em qualquer época do ano. Deve-se fazer um tratamento e fazer um repasse em caso de rebrota. Para o repasse, respeitar a época indicada anteriormente.

Observação
Para repasse por via foliar esperar que a rebrota atinja uma superfície foliar equilibrada o suficiente para absorver uma quantidade de produto que atinja todo o seu sistema radicular. Para rebrota de tocos é preferível refazer o corte e reaplicar o produto, em lugar de aplicar nas poucas folhas de rebrota. Isso porque essa área foliar de rebrota é insuficiente para absorver a quantidade de herbicida necessária.


Erradicação de eucalipto
Uma só aplicação em qualquer época do ano.

Cana-de-açúcar:
Fazer uma aplicação ao ano, em cana-planta ou cana-soca, após o plantio ou corte, em pós-emergência das plantas daninhas. A aplicação deve ser feita quando as plantas estiverem no estágio inicial de desenvolvimento (4 a 6 folhas) e em pleno crescimento vegetativo.


MODO DE APLICAÇÃO

É PROIBIDA A APLICAÇÃO COM EQUIPAMENTO MANUAL OU COSTAL


Aplicação aérea

Aplicação foliar em área total
Este tratamento deve ser feito por avião quando as áreas forem extensas e as pastagens infestadas densamente por plantas daninhas de pequeno, médio e grande porte. Aplicar o produto molhando bem e uniformemente toda a folhagem da planta.

Tipo de equipamento aéreo: Usando-se barras com bicos com uma angulação de 45º para trás com referência à corda da asa.

Volume de aplicação: De 8 a 50 L/ha.

Altura do voo
a) Para áreas sem obstáculos: “paliteiros” (remanescente da derrubada, árvores secas, etc.) cerca de 15 m sobre a vegetação a controlar;
b) Para áreas com obstáculos: “paliteiros” impedindo o vôo uniforme a baixa altura, cerca de 40 m sobre a vegetação a controlar.

Largura da faixa de deposição
a) Para aviões: de 18 a 20 m dependendo da altura de voo. No caso de 40 m de altura de voo, a faixa total poderá atingir 20 m, porém consideram-se 18 metros de faixa útil.
b) Para helicópteros: seguir as recomendações anteriores, porém com as larguras de faixa de 15 a 18 metros.

Tamanho e densidade de gotas na deposição sobre a vegetação: De 200 a 400 µ com 6 a 18 gotas/cm² variando com o tamanho da gota.

Condições climáticas
Aplicar de outubro a março (no período chuvoso) seguindo os seguintes limites meteorológicos: vento de 0 a 6 km/h - controlado por anemômetro.
Umidade relativa : > 50%
Temperatura: < 30ºC controladas por termohigrômetro.

Tipos de bicos: Bicos cônicos com orifícios de D8 a D12 sem core, variando com o tamanho desejado de gota e altura de voo.

Pressão: De 20 psi na barra.

Agitação do produto: Na preparação da calda é realizada com moto bomba e no avião através do retorno.

Prevenção de deriva
Para evitar efeitos indesejáveis, observar os limites meteorológicos definidos acima, e mais:

a) efetuar levantamento prévio de espécies sensíveis ao produto nas áreas próximas;
b) nunca fazer a aplicação aérea a menos de 2.000 metros de plantas ou culturas sensíveis;
c) controlar permanentemente o sentido do vento: deverá soprar da cultura sensível para a área da aplicação. Interromper o serviço se houver mudança nessa direção.

Nas aplicações aéreas, a Rainbow Defensivos Agrícolas Ltda. está à disposição para oferecer orientação e assistência técnica.

Aplicação terrestre - trator com barra
Barra de 18 bicos - espaçamento 50 cm entre bicos
Bicos em leque, pontas 80.05, 80.06 e 80.08, malha 50
Pressão: 20 a 45 Lb/pol²
Vazão: De 200 a 400 L/ha
Velocidade do trator: De 6 a 8 km/h
Tamanho da gota (médio): De 500 a 600 µm
Densidade da gota: De 100 a 150/cm²

Aplicação terrestre - trator com turbina de fluxo de ar
Largura de faixa: De 12 a 15 m
Vazão: De 150 a 200 L/ha
Velocidade do trator: 3ª marcha reduzida ou 1ª simples
Tamanho de gota: 100 a 200 µm
Densidade de gota: De 50 a 100/cm²

Erradicação de Eucalipto
Aplicar o produto no toco, logo após o corte das árvores ou no máximo até 24 horas após essa operação. Utilizar pulverizador tratorizado. Aplicar na superfície do corte até o ponto de escorrimento.

NOTA
Providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas.
A critério do Engenheiro Agrônomo ou do Técnico Responsável, as condições de aplicação poderão ser alteradas.


Limpeza do equipamento de aplicação
Proceda à lavagem com solução a 3% de amoníaco ou soda cáustica, deixando-a no tanque por 24 horas. Substituí-la depois, por solução de carvão ativado a 3 g/L de água e deixar em repouso por 1 a 2 dias, lavando em seguida com água e detergente. Descartar a água remanescente da lavagem por pulverização nas bordaduras da lavoura, em local onde não atinja culturas sensíveis ao 2,4-D. Recomenda-se fazer um teste de fitotoxicidade em culturas sensíveis ao 2,4-D, tais como: cucurbitáceas, tomate ou algodão antes de usar o equipamento para pulverização de outros produtos. Preferencialmente utilizá-lo unicamente para aplicação de 2,4-D ou formulações que o contenham. Consulte sempre um engenheiro agrônomo ou representante da empresa.

Aeronave remotamente pilotada (ARP): A aplicação deve ser realizada somente por equipamentos que estejam em concordância com as normas e exigências dos órgãos públicos reguladores do setor, como ANAC, DECEA e MAPA.
Recomenda-se um volume de aplicação mínimo de 40 L/ha. Não aplique volumes de aplicação abaixo da faixa indicada.
Use ARPs (Drones) que trabalhem com bicos rotativos em vez de hidráulicos (pontas) e que tenham seus bicos posicionados abaixo ou dentro da faixa de ar gerado pelos rotores, de modo que a corrente de ar consiga empurrar todos os jatos dos bicos para baixo em direção ao alvo.
Utilize pontas que produzam gotas Muito Grossas a Ultra Grossas, para boa cobertura do alvo.
Recomendações de velocidade de aplicação, Altura de voo em relação ao alvo e largura de faixa estão indicadas abaixo. Considerar a altura de voo em relação ao topo da vegetação e não em relação ao solo. Para isso é importante monitorar a altura média das plantas antes da aplicação.
Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do fabricante do ARP (Drone).

Parâmetros recomendados regulagem de ARP (Drones):
Volume de aplicação: 40 L/ha;
Tamanho de gotas: Muito grossas a ultra grossas;
Altura de voo em relação ao início do alvo: 3m;
Velocidade de aplicação: 10 a 15* km/h;
Largura da faixa de trabalho: 2m.

*Para drones de maior capacidade de carga, com mais de 16 L de tanque de calda, a depender do modelo e das orientações do fabricante, pode trabalhar mais próximo do limite máximo de Velocidade de aplicação.

Uma vez misturado o produto em água, a aplicação com o Drone deve ser feita o mais rápido possível. Portanto, não dilua o produto em água se não for realizar a aplicação dentro de 30 min, no máximo. Quanto maior esse intervalo, maiores as chances de incompatibilidade física entre eventuais outros produtos.
Mantenha uma faixa de segurança de 100 m de distância dos possíveis alvos de deriva, como culturas sensíveis ao produto.


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

MEDIDAS DE MITIGAÇÃO DE RISCO PARA OS RESIDENTES E TRANSEUNTES DE ÁREAS PRÓXIMAS DAS CULTURAS COM APLICAÇÃO DO AGROTÓXICO 2,4-D:
É exigida a manutenção de bordadura de, no mínimo, 10 metros livres de aplicação tratorizada de produtos formulados contendo 2,4-D, conforme resultados da avaliação de risco de exposição de residentes. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.
É exigida a utilização de tecnologia de redução de deriva na cultura de cana-de-açúcar de pelo menos 50% para aplicação tratorizada.



LIMITAÇÕES DE USO

- Uso exclusivamente agrícola.
- Desde que sejam mantidas as recomendações de uso não ocorre fitotoxicidade nas culturas para as quais o produto é recomendado.
- Todo equipamento usado para aplicar TORBAN PLUS deve ser descontaminado antes de outro uso.

Culturas sensíveis:
- São sensíveis a esse herbicida as culturas dicotiledôneas como: algodão, tomate, batata, feijão, soja, café, eucalipto, hortaliças, flores e outras espécies úteis sensíveis tal como a cultura do arroz.
- Caso o produto seja usado no controle de invasoras em área total, o plantio de espécies susceptíveis ao produto nessas áreas só deverá ser feito 2 a 3 anos após a última aplicação do produto.
- No caso de pastagens tratadas em área total, deve-se permitir que o capim se recupere, antes do pasto ser aberto ao gado. Dessa forma, a partir do início da aplicação, o pasto deve ser vedado ao gado pelo tempo necessário até sua recuperação. Essa medida evita que os animais comam plantas tóxicas que possivelmente existam na pastagem e se tornam mais atrativas após aplicação do produto.
- Evitar que o produto atinja, diretamente ou por deriva, as espécies úteis susceptíveis ao herbicida. As aplicações por pulverização, só deverão ser feitas quando não houver perigo de atingir as espécies acima mencionadas.
- Não utilizar para aplicação de outros produtos em culturas sensíveis o equipamento que foi usado para a aplicação.
- Não utilizar esterco de curral de animais que tenham pastado em área tratada com o produto, imediatamente após o tratamento em área total, para adubar plantas ou culturas úteis sensíveis ao produto.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de manejo Integrado, proveniente da pesquisa pública ou privada, recomenda-se estes programas sejam implementados.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de ARENA_BULA_AGROFIT_20240520_V6 controle. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br)

GRUPO O HERBICIDA

O produto herbicida TORBAN PLUS é composto por 2,4-D e Picloram, que apresentam mecanismo de ação dos mimetizadores das auxinas, pertencentes ao Grupo O, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).

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