Bula Tordon XT - Dow AgroSciences

Bula Tordon XT

Aminopiralide; 2,4 D triisopropanolamina
6215
Dow AgroSciences

Composição

Aminopiralide 76,9 g/L
Equivalente ácido de Aminopiralide 40 g/L
2,4-D 596,9 g/L
Equivalente ácido de 2,4-D 320 g/L

Classificação

Herbicida
4 - Produto Pouco Tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Seletivo, Sistêmico

Frasco de metal/plástico - 0,5; 1 Litros
Bombona Plástico - 5; 10; 20; 50 Litros
Balde Metal - 5; 10; 20; 25; 50 Litros
Tambor metal/plástico - 100; 200; 250 Litros
Mini Bulks plástco/metal - 420; 1000 Litros
Isocontainer Plástico/metálico - 10.000; 100.000 Litros e a granel

INSTRUÇÕES DE USO
CULTURA: Pastagens
Quando houver indicação de faixa de doses, utilizar a dose mais alta para plantas mais desenvolvidas ou provenientes de sucessivas roçadas (perenizadas).
A adição de adjuvante à calda na proporção de 0,3% v/v é obrigatória, para possibilitar melhor distribuição das gotículas na superfície foliar, melhor absorção e penetração do produto na planta invasora.

NUMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇAO:
Em pastagens deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, quando as plantas invasoras a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo.

MODO DE APLICAÇÃO:
Crosser é aplicado em volume de água suficiente para uma distribuição uniforme e pulverizado por meio de equipamento tratorizado ou aéreo.
• Aplicação terrestre:
A aplicação em área total com pulverizadores tratorizados deve ser feita com pressão de 40 a 60 libras/polegada quadrada, aplicando-se 200 a 400 litros de calda/ha, observando que esteja ocorrendo uma cobertura uniforme. E proibida a aplicação com equipamento costal ou manual.
Aplicação aérea:
Bicos: Utilizar bicos de jato cônico cheio da série D, com uma deposição mínima de 30
gotas/cm2 e um DMV de 600 a 800 pm sobre as plantas invasoras a serem controladas.
Número de bicos na barra: Utilizar a disposição de bicos que permita a maior uniformidade de distribuição das gotas sobre a faixa de deposição, evitando a influência e perda das gotas pelos vórtices de pontas de asas, fechando apropriadamente os bicos próximos a estas.
Altura de voo: Para qualquer modelo de aeronave agrícola (aviões e helicópteros), utilizar o nível de voo no mínimo a 10 metros em relação ao topo da cultura ou das árvores ou plantas remanescentes, não ultrapassar a altura de 25 a 30 metros em relação ao solo.
Volume de aplicação: 50 L/ha. No efetuar aplicações com bicos rotativos tipo MICRONAIR.
Pressão de trabalho: Deverá ser mantida dentro da faixa de 15 a 30 psi (100 a 200 kPa), qualquer que seja o tipo de aeronave utilizada.
Faixa de deposição: Utilizar a faixa adequada a cada aeronave podendo variar de 18 a 25 metros. Em caso de dúvida, solicitar informações do Departamento Técnico ou Engenheiro Agrônomo da Dow AgroSciences.
Ângulo da barra: Utilizar o ângulo da barra de pulverização a 1350 em relação ao nível do solo, aumentando o mesmo até o máximo de 1800 de acordo a altura de voo.
Condições climáticas:
• Temperatura ambiente: abaixo de 32° C, no local da aplicação.
• Umidade relativa do ar: parar a pulverização quando atingir o mínimo de 60% na área de aplicação.
• Velocidade de vento: acima de 2 até o máximo de 10 km/hora.

Aplicações nas horas mais quentes do dia também deverão ser evitadas, pois causarão perdas das gotas devido à ação das correntes térmicas ascendentes.
O uso de adjuvante, na concentração de 0,3% v/v, misturado à calda de pulverização deverá ser utilizado para reduzir a evaporação das gotas e acelerar a absorção do produto pelas plantas.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Pastagens......................................1 dia

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo Órgão responsável pela Saúde Humana - ANVSA / MS).

LIMITAÇÕES DE USO:

Fitotoxicidade para a cultura indicada:
Crosser não é fito tóxico quando usado dentro das recomendações de uso aqui citadas.
Outras Restrições a Serem Observadas:
O produto só deverá ser aplicado, quando não houver perigo das espécies úteis a ele sensíveis, tais como dicotiledôneas em geral, serem atingidas.
No caso de pastagens tratadas em área total, deve-se permitir que o capim recupere-se, antes do pasto ser aberto ao gado. Dessa forma, a partir do início da aplicação, o pasto deve ser vedado ao gado pelo tempo necessário à sua recuperação; essa medida evita que os animais comam plantas tóxicas que possivelmente existam na pastagem e se tornam mais atrativas após a aplicação do produto.
Não utilizar, para aplicação de outros produtos, em culturas susceptíveis, o equipamento que foi utilizado para aplicação de Crosser.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO O HERBICIDA

O produto herbicida TORDON XT é composto por 2,4-D e Aminopiralide, que apresentam mecanismo de ação dos mimetizadores das auxinas, pertencentes ao Grupo O, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas), respectivamente.