Bula Trichogramma pretiosum Amipa - AMIPA

Bula Trichogramma pretiosum Amipa

acessos
Trichogramma pretiosum
40517
AMIPA

Composição

Trichogramma pretiosum 2000 Ovos/cartela Inseticida biológico

Classificação

Agente Biológico de Controle
Não determinado devido à natureza do produto
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Insetos vivos
Endoparasitismo

Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da espiga do milho
(Helicoverpa zea)
100000 a 400000 Adultos/hectare 25 a 30 Cartela/hectare - Devem ser realizadas uma a duas liberações por semana, com pelo menos 3 liberações no ciclo de cultura Não se aplica em função das características do agente biológico de controle (organismos vivos) As liberações de Trichogramma pretiosum devem ser iniciadas vinte a trinta dias após o plantio/transplante e devem continuar até o fim do ciclo da cultura. O local de liberação dos parasitóides deve corresponder ao terço médio e superior da planta. Liberações semanais de 400.000 adultos de Trichogramma pretiosum por hectare em pelo menos 30 pontos por hectare, preferencialmente nas horas mais frescas do dia. Eficiência agronômica comprovada para a cultura do milho. As liberações de Trichogramma pretiosum devem ser iniciadas quando da emissão de 20% dos estilo-estigmas. Em cada liberação, distribuir em pelo menos 25 pontos por hectare, 100.000 adultos de Trichogramma pretiosum
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
50000 a 750000 Adultos/hectare 50 Cartela/hectare - O numero de liberações dependerá da pressão de mariposas no campo sendo necessárias, no mínimo, duas liberações. O intervalo entre as liberações deve ser de 4 dias Não se aplica em função das características do agente biológico de controle (organismos vivos) Aplicar do período vegetativo ao reprodutivo da cultura. Recomenda-se a liberação de 500.000 adultos por hectare na fase vegetativa e 750.000 adultos por hectare na fase reprodutiva
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
100000 Adultos/hectare 25 Cartela/hectare - Realizar três liberações de 100.000 adultos por hectare, distribuídos em 25 pontos por hectare, em intervalos de sete dias Não se aplica em função das características do agente biológico de controle (organismos vivos) As liberações de Trichogramma pretiosum devem ser iniciadas quando forem observadas as primeiras mariposas de Spodoptera frugiperda. Para determinar o nível de controle de praga, pode-se utilizar armadilhas com feromônios, na densidade de uma para cada cinco hectares. A primeira liberação deverá ocorrer quando a armadilha capturar três mariposas de Spodoptera frugiperda. Como medidas complementares indicam-se a manutenção da diversidade vegetal no entorno da lavoura, o plantio consorciado e a rotação de culturas
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
50000 a 750000 Adultos/hectare 50 Cartela/hectare - O numero de liberações dependerá da pressão de mariposas no campo sendo necessárias, no mínimo, duas liberações. O intervalo entre as liberações deve ser de 4 dias Não se aplica em função das características do agente biológico de controle (organismos vivos) Aplicar do período vegetativo ao reprodutivo da cultura. Recomenda-se a liberação de 500.000 adultos por hectare na fase vegetativa e 750.000 adultos por hectare na fase reprodutiva
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
450000 Adultos/hectare 30 Cartela/hectare - Liberação de 450.000 adultos por hectare por semana por, pelo menos, doze semanas Não se aplica em função das características do agente biológico de controle (organismos vivos) As liberações devem ser iniciadas a partir de 15 a 20 dias após o transplante ou a partir de 20 a 30 dias, no caso de semeadura direta. Como medidas complementares recomendam-se, rotação de culturas, destruição e incorporação de restos culturais imediatamente após a colheita e a utilização de cultivares mais adaptadas a região

Cartela de cartolina biodegradável contendo 20.000 ovos

INSTRUÇÕES DE USO:
Trichogramma Pretiosum AMIPA (Trichogramma pretiosum) é um agente de controle biológico utilizado no controle da Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta), Broca-grande-do-tomate/lagarta-da-espiga-do-milho (Helicoverpa zea), Lagarta-do-cartucho-do-milho (Spodoptera frugiperda), Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) e Lagarta-falsa-medideira (Pseudoplusia includens) em todas as culturas com ocorrência dos alvos biológicos, na forma inundativa.
NÚMERO, ÉPOCA, INTERVALO DE APLICAÇÃO, MODO/ EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Alvo biológico 1: Tuta absoluta (traça-do-tomateiro)
Modo e Tecnologia de aplicação, Numero de aplicação, Intervalo de aplicação: Liberação de 450.000 adultos por hectare, por semana, distribuídos em pelo menos 30 pontos. As liberações devem ser iniciadas a partir de 15 a 20 dias após o transplante ou a partir de 20 a 30 dias, no caso de semeadura direta, e se estenderem por, no mínimo, doze semanas. Como medidas complementares recomendam-se, rotação de culturas, destruição e incorporação de restos culturais imediatamente após a colheita e a utilização de cultivares mais adaptadas a região.

Alvo biológico 2: Helicoverpa zea (broca-grande-do-tomate / lagarta-da-espiga-do-milho).
Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico.
Modo e Tecnologia de aplicação, Numero de aplicação, Intervalo de aplicação: As liberações de Trichogramma pretiosum devem ser iniciadas vinte a trinta dias após o plantio/transplante e devem continuar até o fim do ciclo da cultura. O local de liberação dos parasitóides deve corresponder ao terço médio e superior da planta. Liberações semanais de 400.000 adultos de Trichogramma pretiosum por hectare em pelo menos 30 pontos por hectare, preferencialmente nas horas mais frescas do dia.
Eficiência agronômica comprovada para a cultura do milho. As liberações de Trichogramma pretiosum devem ser iniciadas quando da emissão de 20% dos estilo-estigmas. Em cada liberação, distribuir em pelo menos 25 pontos por hectare, 100.000 adultos de Trichogramma pretiosum. Devem ser realizadas uma a duas liberações por semana, com pelo menos 3 liberações no ciclo de cultura.

Alvo biológico 3: Spodoptera frugiperda (lagarta-do-cartucho-do-milho).
Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico.
Modo e Tecnologia de aplicação, Numero de aplicação, Intervalo de aplicação: Eficiência agronômica comprovada para a cultura do milho. As liberações de Trichogramma pretiosum devem ser iniciadas quando forem observadas as primeiras mariposas de Spodoptera frugiperda. Para determinar o nível de controle de praga, pode-se utilizar armadilhas com feromônios, na densidade de uma para cada cinco hectares. A primeira liberação deverá ocorrer quando a armadilha capturar três mariposas de Spodoptera frugiperda. Realizar três liberações de 100.000 adultos por hectare, distribuídos em 25 pontos por hectare, em intervalos de sete dias. Como medidas complementares indicam-se a manutenção da diversidade vegetal no entorno da lavoura, o plantio consorciado e a rotação de culturas.

Alvos biológicos 4: Anticarsia gemmatalis (lagarta-da-soja) e Pseudoplusia includens (lagarta-falsa-medideira).
Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico. Eficiência agronômica comprovada para a cultura da soja.
Modo e Tecnologia de aplicação, Numero de aplicação, Intervalo de aplicação: As liberações de Trichogramma pretiosum promovem o controle conjunto dos dois alvos biológicos e devem ser realizadas quando se observar a presença de adultos ou lagartas de Pseudoplusia includens e/ou Anticarsia gemmatalis na cultura. A maior incidência de Anticarsia gemmatalis ocorre no período vegetativo da cultura da soja e a maior incidência de Pseudoplusia includens ocorre no período reprodutivo. Recomenda-se a liberação de 500.000 adultos por hectare quando a soja estiver no período reprodutivo. As liberações devem ser em pelo menos 50 pontos por hectare. O numero de liberações dependerá da pressão de mariposas no campo sendo necessárias, no mínimo, duas liberações. O intervalo entre as liberações deve ser de 4 (quatro) dias.

Modo de Liberação: O produto é liberado em campo destacando-se cada célula da cartela e a depositando na cultura. No momento do destaque, os dutos que inicialmente estão fechados, são abertos, desta forma liberando a saída para os parasitóides Trichogramma pretiosum.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não se aplica em função das características do agente biológico de controle (organismos vivos)

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir na sistemática de inspeção ou monitoramento e controle de pragas, quando a infestação atingir o limite de prejuízo econômico, outros métodos de controle de pragas (Ex. controle cultural, biológico, rotação de inseticidas, acaricidas, etc.) visando o programa de Manejo Integrado de Doenças.

O inseto não desenvolve resistência ao seu próprio feromônio.