Bula TrulyMax - Sinon

Bula TrulyMax

acessos
Diflubenzuron
2809
Sinon

Composição

Diflubenzurom 250 g/kg Benzoiluréia

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Fisiológico inibidor da síntese de quitina

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
60 g p.c./ha 150 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias. 28 dias. Iniciar os tratamentos antes que o nível de desfolha ou a contagem de lagartas atinja os níveis preconizados nas tabelas tradicionais
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
100 a 150 g p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. 21 dias. Iniciar tratamento nos primeiros sinais de infestação. Para lagartada- soja usar a dose maior quando a cultura estiver com alto grau de enfolhamento
Lagarta do pescoço vermelho
(Stegasta bosquella)
150 g p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. 21 dias. Iniciar tratamento nos primeiros sinais de infestação
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
80 a 90 g p.c./ha 200 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 70 dias. Iniciar o tratamento quando ocorrer os primeiros sinais de raspagem das folhas, estando as lagartas no 2º instar
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
80 a 90 g p.c./ha 200 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 70 dias. Iniciar o tratamento quando ocorrer os primeiros sinais de raspagem das folhas, estando as lagartas no 2º instar
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
500 g p.c./ha 2000 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Efetuar o tratamento no início da infestação antes que a larva penetre no fruto
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
500 a 750 g.p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Os tratamentos devem ser iniciados no início do aparecimento das pragas
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
100 a 120 g p.c./ha 300 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. Os tratamentos devem ser iniciados no início do aparecimento das pragas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
60 a 80 g.p.c./ha 200 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 21 dias. Os tratamentos devem ser iniciados no início do aparecimento das pragas
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
140 g p.c./ha 150 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 21 dias. Aplicar no início da infestação. Em pré-plantio aplicar em dose única quando constatar grande infestação da praga em fase pequena até 3º instar
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
500 g p.c./ha 1000 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Caso necessário, realizar uma nova aplicação, respeitando o intervalo de 7 - 14 dias. 4 dias. Efetuar o tratamento entre o começo do vôo dos adultos e a oviposição
Lagarta da espiga do milho
(Helicoverpa zea)
500 g p.c./ha 1000 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Caso necessário, realizar uma nova aplicação, respeitando o intervalo de 7 - 14 dias. 4 dias. Efetuar o tratamento entre o começo do vôo dos adultos e a oviposição
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
500 g p.c./ha 1000 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Caso necessário, realizar uma nova aplicação, respeitando o intervalo de 7 - 14 dias. 4 dias. Efetuar o tratamento entre o começo do vôo dos adultos e a oviposição
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
500 g p.c./ha 1000 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Caso necessário, realizar uma nova aplicação, respeitando o intervalo de 7 - 14 dias. 4 dias. Efetuar o tratamento entre o começo do vôo dos adultos e a oviposição
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Gafanhoto
(Rhammatocerus schistocercoides)
100 g p.c./ha 150 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar quando a praga estiver na fase jovem – saltão – efetuar aplicação para obter cobertura adequada inclusive das áreas subsequentes observando o deslocamento da praga
Gafanhoto
(Rhammatocerus spp.)
100 g p.c./ha 150 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar quando a praga estiver na fase jovem – saltão – efetuar aplicação para obter cobertura adequada inclusive das áreas subsequentes observando o deslocamento da praga
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
100 g p.c./ha 150 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Efetuar o tratamento no início da maturação fisiológica (grão leitoso) quando do início da infestação da praga

Sacos de alumínio: 50g, 100g, 125g, 200g, 250g, 500g, 1 kg, 2kg, 3kg, 4kg, 5kg. Saco hidrossolúvel: 125g, 250g, 500g, 1kg. Tambor fibra: 1kg, 2kg, 5kg, 10kg, 25kg, 50kg, 100kg, 200kg, 500kg.

INSTRUÇÕES DE USO:
O TrulyMax é um inseticida fisiológico que atua principalmente por ação de ingestão. Atua interferindo na deposição de quitina, um dos principais componentes da cutícula dos insetos.

CULTURAS: Produto indicado para a cultura do fumo, milho e soja.

Número, Época e Intervalo de Aplicação:
Os tratamentos devem ser iniciados no início do aparecimento das pragas.
O TrulyMax não tem ação de choque, e a morte das pragas ocorre poucos dias após o tratamento. Por isso não se deve esperar que a infestação atinja o nível de controle


MODO DE APLICAÇÃO:
O produto deve ser misturado com água nas doses estabelecidas para cada uma das culturas. A calda com o TrulyMax deve ser aplicada através de pulverização, no mesmo dia da preparação, evitando-se deixar a mesma de um dia para o outro. Durante a preparação e aplicação, mantenha a calda em agitação no tanque de pulverização. O produto pode ser aplicado em pulverizações com equipamento costa I manual ou motorizado e tratorizado. É fundamental que seja feita uma cobertura total da parte aérea da planta, evitando-se o escorrimento do produto.
Equipamentos de aplicação terrestre: O produto TrulyMax pode ser aplicado com equipamentos costais manuais ou motorizados e tratorizados, equipados com barras e bicos de jato em cone, séries X ou D, tipo JA-2, D-2 ou similares.
Intervalo de segurança:
Fumo: U.N.A ( Uso não alimentar)
Milho : 60 dias
Soja : 21 dias
LIMITAÇÕES DE USO:
•Uso exclusivamente agrícola.
•Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
•Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
•A calda deve ser aplicada no mésmo dia da preparação. A utilização da mesma preparada de um dia para o outro reduz a eficiência do produto

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAúDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO

2.1 PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
• Não desentupa bicos, orificios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

2.2 PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Produto extremamente irritante para os olhos.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2 ; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado

2.3 PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível, o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

2.4 PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: ' PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA' e manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos,avental, botas, macacão, luvas e máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Faça manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagem utilize equipamento de proteção individual - EPI; macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

2.5 PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato , lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ('respirado'), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deverá proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

GRUPO QUÍMICO:
BENZOILURÉIA

CLASSE TOXICOLÓGICA:
III - MEDIAMENTE TÓXICO

MECANISMOS DE TOXICIDADE:
Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.

VIAS DE EXPOSIÇÃO:
Oral, dérmica e inalatória.

SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS:
1) Em humanos saudáveis, os inseticidas do grupo benzoiluréia, não parecem oferecer risco toxicológico significativo, contudo os dados em humanos são muito limitados. A maioria dos casos de exposição é por via dérmica ou inalatória. A exposição oral também pode ocorrer, mas não há dados relatados de ingestão acidental ou exposição intencional destes agrotóxicos.
2) Alguns estudos em animais mostraram que a exposição a inseticidas benzoiluréicos pode causar metemoglobinemia.
Ocular
Estudos realizados demonstraram que o diflubenzurom não foi irritante para olhos de coelhos.

Respiratório
Dificuldades respiratórias foram observadas em experimento comi ratos Wistar. Alguns animais apresentaram dificuldades de locomoção 2 horas após a administração da substância. Em testes inalatórios não foram constatados lesões macroscópicas nos pulmões, fígado e rins.

Gastrintestinal
Podem ocorrer náusea e vômito após a ingestão destes agrotóxicos.

Hematológico
Foi relatada metemoglobinemia em vários estudos com animais de laboratório

TOXICOCINÉTICA:
Absorção
1) Inseticidas do grupo benzoiluréia podem ser absorvidos pelos humanos, devido à exposição ocupacional, por via dérmica ou via inalatória durante a pulverização de inseticidas.
2) Em animais experimentais, podem ser absorvidos através do trato digestivo e, em um grau menor, através da pele.

Distribuição
1) Inseticidas do grupo benzoiluréia parecem ser amplamente distribuído nos tecidos, sem acumular.

Metabolismo
1) Não há estudos disponíveis em humanos.
2) Os estudos em animais com diflubenzurom mostraram que a; principal rota de metabolismo em animais é pela hidroxilação e que: altas doses orais não foram completamente absorvidas, mas o que, foi absorvido pareceu ser rapidamente e completamente
metabolizado por hidroxilação e hidrólise.

Excreção
1) Em ratos e camundongos, a excreção unnária diminuiui proporcionalmente ao aumento do nível da dose.

2) Em gatos, porcos e gado, 70 a 80% do diflubenzurom sãol eliminados nas fezes. A absorção intestinal do diflubenzurom él altamente relacionada à dose administrada. Quanto maior a dose, maior é a excreção nas fezes.

DIAGNÓSTICO:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

TRATAMENTO:
Prevenção da absorção
A) Não há dados em humanos a respeito da exposição a inseticidas do grupo químico benzoiluréia. Não há antídoto conhecido.
B) Observe os pacientes que ingeriram grandes quantidades da substância quanto ao desenvolvimento de sintomas sistêmicos e administre tratamento sintomático quando necessário.
C) A descontaminação intestinal geralmente não é necessária. Não se sabe se o carvão ativado é útil no tratamento das ingestões. Monitoramento
A) Monitore os sinais vitais e o estado mental após exposição significativa.

B) Monitore a contagem de células sanguíneas, testes de função hepática e nível de metemoglobina após exposições significativas ou em pacientes sitomáticos.

C) Se ocorrer vômito severo ou diarréia após ingestão de agrotóxico, monitore os níveis hidro-eletrolíticos.

Exposição Oral / Parenteral
A) O tratamento é sintomático e de suporte;
B) A descontaminação gastrintestinal geralmente não é necessária;
C) Carvão ativado: Considere a administração de carvão ativado após ingestão potencialmente tóxica. Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água 30 g de carvão). Dosei usual: 25 a 100 g em adultos adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g / kg em crianças com menos de 1 ano. É maisl efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão do agrotóxico.
O uso de um catártico com o carvão ativado não é recomendado uma vez que não há evidência de que catárticos reduzem a absorção da droga e é sabido que eles causam efeitos adversos tais como náusea, vômito, espasmos abdominais, desequilíbrio eletrolítico e, ocasionalmente, hipotensão.

COMPLICAÇÕES: êmese, aspiração. A aspiração pode ser complicada por falência respiratória aguda, síndrome da angústia respiratória do adulto ou bronquiolite obliterante.
D) Foi relatada metemoglobinemia em estudos em animais.
E) Metemoglobinemia: Determine a concentração de metemoglobina e avalie o paciente quanto aos efeitos clínicos da metemoglobinemia (dispnéia, dor de cabeça, fadiga, depressão do SNC, taquicardia, acidose, etc.). Trate os pacientes sintomáticos com azul de metileno (isso geralmente ocorre com níveis dei metemoglobinemia acima de 20 - 30%, mas pode ocorrer comi níveis mais baixos de metemoglobina em pacientes com anemia, disordens pulmonares ou cardiovasculares).
Dose inicial/ adulto ou criança: 1 a 2 mg/kg/dose (0,1 a 0,21 mg/kg/dose) via intravenosa acima de 5 minutos, conforme necessário, a cada 4 horas. A melhora é observada rapidamente após a administração se o diagnóstico estiver correto. O azul de metileno também pode ser administrado por infusão intraóssea se 01 acesso intravenoso não puder ser estabelecido. Neonatos: 0,3 a 1 mg/ kg.
Doses adicionais podem ser necessárias, especialmente para substâncias com absorção prolongada, baixa eliminação, ou aquelas que originam metabólitos que produzem metemoglobinemia. Doses elevadas de azul de metileno podem causar metemoglobinemia ou hemólise.
Contraindicações: Deficiência de G-6-PD (desidrogenase de 61 fosfato de glicose): o azul de metileno pode causar hemólise.

Exposição Inalatória
A) Observe cuidadosamente os pacientes com exposição inalatória: para o desenvolvimento de algum sinal de toxicidade sistêmica e institua tratamento sintomático conforme necessário.
B) Remova o paciente para um local arejado. Cheque as alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com agonistas beta 2 via inalatória ei corticosteróides via oral ou parenteral.
C) Se a irritação do trato respiratório ou depressão respiratória são evidentes, monitore os gases sanguíneos arteriais, raio-x do tórax e testes de função pulmonar.

Exposição Ocular
A) Descontaminação: Lave os olhos expostos com de água em abundância ou soro fisiológico (0,9%) à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.

Exposição Dérmica
A) Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão.
B) O tratamento é sintomático e de suporte.

CONTRA - INDICAÇÃO:
A indução do vómito é contra-indicada em razão do risco potencial de aspiração.

ATENÇÃO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIA T - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)

•Telefone de Emergência da Empresa:
(51) 3023 81 81.

DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental- Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser seco, ventilado e coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observar as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SINON DO BRASIL LTDA. - Telefone de emergência (51) 3023 8181.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

. Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até que atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ OU ETC, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPO DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM FLEXíVEL:
ESTA EMBALAGEM NAO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DOS PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA A UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento de ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex.Cultural, Biológico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência à inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas.
•Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
•Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
•Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.