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Virumix WP

Geral
Nome Técnico:
Baculovírus Spodoptera frugiperda (SfMNPV)
Registro MAPA:
24722
Empresa Registrante:
COMDEAGRO
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Spodoptera frugiperda multiple nucleopolyhedrovirus (SfMNPV) 6,3 g/kg
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre/Aérea
Classe Agronômica:
Inseticida microbiológico
Toxicológica:
Não Classificado
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Pó molhável (WP)
Modo de Ação:
Ingestão

Indicações de Uso

Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) veja aqui veja aqui

Tipo: Saco
Material: Plástico metalizado/Plástico
Capacidade: 50 kg;

Tipo: Frasco
Material: Plástico/Metálico
Capacidade: 2 kg;

Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 60 kg;

Tipo: Caixa
Material: Fibra celulósica revestida com plástico/Fibra celulósica com saco plástico interno
Capacidade: 1.200 kg;

Tipo: Balde
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 30 kg;

Tipo: Tambor
Material: Fibra celulósica
Capacidade: 220 kg;

Tipo: Tambor
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 300 kg.

INSTRUÇÕES DE USO

O produto é um inseticida microbiológico à base de Baculovírus (SfMNPV) que atua no controle da Lagarta-do cartucho-do-milho (Spodoptera frugiperda). A fase larval de 1 a 8 dias (no máximo 1 cm) é a mais suscetível à infecção viral. Produto indicado para o controle de Lagarta-do-cartucho-do-milho (Spodoptera frugiperda), em qualquer cultura na qual ocorra. Eficiência comprovada para a cultura do milho.

MODO DE APLICAÇÃO

Aplicação terrestre

Através de pulverizador costal ou tratorizado, equipados com pontas que reduzem perdas por deriva e promovem uma cobertura homogênea sobre a cultura, conforme as recomendações do fabricante. Utilizar volume de calda de acordo com a cultura e tamanho das plantas, de forma a obter uma boa cobertura. As aplicações devem ser feitas nas horas mais frescas do dia, de preferência na parte da manhã ou à tarde em condições de temperatura inferior a 30°C, umidade relativa do ar acima de 70% e ventos abaixo de 3 km/h, para diminuir perdas por deriva e/ou evaporação.

Aplicação aérea

Através de aeronaves agrícolas utilizando volume de calda entre 30 a 50 L/ha. As pontas devem ser apropriadas para o tipo de aplicação. Recomenda-se o fechamento de bicos nas pontas das asas para evitar perdas por influência dos vórtices. Evitar aplicações com baixa umidade relativa e velocidade do vento inferiores a 3 km/h devido ao fenômeno da inversão térmica.

Preparo da calda

Fazer a diluição de um a dose do produto comercial em um litro de água antes de introduzir no tanque mantendo a agitação da calda durante a aplicação. Utilizar 150 litros de calda por hectare. Modo e equipamentos de aplicação: O produto pode ser aplicado em forma de pulverização através de equipamentos convencionais de aplicação aérea ou terrestre. A eficiência do produto depende do estágio de desenvolvimento das lagartas (tamanho ideal de até 1 cm) e da cobertura homogênea da planta (folhas e estruturas reprodutivas vegetais) durante a aplicação.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS

Utilizar pulverizadores tratorizados de barra equipados com bicos de jato cônico vazio série D com difusores adequados ou bicos leque, com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas de 100 a 200 micra, de modo a se obter uma boa cobertura das plantas na pulverização. Recomenda-se utilizar 150 L/ha de volume de calda. Avião agrícola, equipado com barra de bicos cônicos ou micronair, altura de voo de 2 a 4 metros, pressão de 30 a 50 lb/pol², volume de calda de 20 a 40 L/ha, velocidade do vento menor que 8 km/hora e UR do ar maior que 70%.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado, aguardar pelo menos 4 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda. Caso necessite entrar na área tratada antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para a aplicação do produto.

LIMITAÇÕES DE USO

- O produto não deve ser aplicado quando o pH for inferior a 3 e igual ou superior a 8 portanto não deve ser misturado com substâncias extremamente alcalinas ou ácidas;
- Evitar aplicações em dias de muito calor e umidade muito baixa;
- Aplicações devem ser feitas pela manhã ou ao entardecer;
- O vento deverá ter velocidade inferior a 8 km/hora;
- Não aplicar em período de chuva intensa.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O uso repetido deste ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
- Aplicações sucessivas podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo;
- Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. • Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do Virumix WP ou outros produtos quando for necessário;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

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