Bula Viviful SC - Iharabras

Bula Viviful SC

acessos
Proexadiana cálcica
30817
Iharabras

Composição

Proexadiona cálcica 500 g/L Ciclohexadiona

Classificação

Regulador de crescimento
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico

Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Maturador
(Regulador de crescimento)
200 a 330 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 70 dias. Realizar 1 aplicação em pós-emergência da cultura, na fase de alongamento do caule, no estágio de 1º nó visível
Centeio Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Maturador
(Regulador de crescimento)
200 a 330 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 70 dias. Realizar 1 aplicação em pós-emergência da cultura, na fase de alongamento do caule, no estágio de 1º nó visível
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Maturador
(Regulador de crescimento)
200 a 330 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 70 dias. Realizar 1 aplicação em pós-emergência da cultura, na fase de alongamento do caule, no estágio de 1º nó visível
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Maturador
(Regulador de crescimento)
600 a 800 mL p.c./ha 1000 L de calda/ha - Realizar 2 aplicações, sendo a primeira com os ramos apresentando de 5 a 10 cm de comprimento; e a segunda aplicação, deve ser realizada no reinício do crescimento dos ramos, cerca de 20 a 30 dias após a primeira aplicação. 50 dias. Realizar 2 aplicações, sendo a primeira com os ramos apresentando de 5 a 10 cm de comprimento; e a segunda aplicação, deve ser realizada no reinício do crescimento dos ramos, cerca de 20 a 30 dias após a primeira aplicação
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Maturador
(Regulador de crescimento)
200 a 330 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 70 dias. Realizar 1 aplicação em pós-emergência da cultura, na fase de alongamento do caule, no estágio de 1º nó visível
Triticale Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Maturador
(Regulador de crescimento)
200 a 330 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 70 dias. Realizar 1 aplicação em pós-emergência da cultura, na fase de alongamento do caule, no estágio de 1º nó visível

MODO DE AÇÃO NA CULTURA DA MAÇÃ:

O produto VIVIFUL SC é um regulador de crescimento que através da absorção foliar atua inibindo a biossíntese de giberelina, hormônio natural nas plantas que regula o elongamento das células. Portanto a inibição das giberelinas reduz o crescimento vegetativo dos ramos da macieira, o que, consequentemente, reduz o número e comprimento dos ramos podados, e ainda, as operações de poda. Além disso, também melhora a penetração de luz solar no interior da copa das macieiras. O VIVIFUL SC proporciona um balanço adequado entre o crescimento vegetativo e a frutificação. A supressão do crescimento das plantas pela ação do produto geralmente dura de 3 a 5 semanas após a aplicação do produto dentro da safra. VIVIFUL SC não afeta o crescimento da safra seguinte.

MODO DE AÇÃO NAS CULTURAS DA AVEIA, CENTEIO, CEVADA, TRIGO e TRITICALE:

Nas culturas de aveia, cevada, centeio, trigo e triticale, a inibição das giberelinas reduz o crescimento vegetativo das plantas, tornando as plantas mais compactas, e ainda, promovendo o fortalecimento dos entrenós e como consequência, diminuição do acamamento e perdas na produtividade associadas a esse fenômeno.
Obs.: O acamamento é um dos fatores que pode limitar a produção de grãos destas culturas de modo expressivo, dependendo da intensidade e do estádio de desenvolvimento da planta em que ocorre.
NÚMERO, ÉPOCA DE APLICAÇÃO E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

- Para a cultura da maçã: recomenda-se a aplicação foliar do regulador de crescimento VIVIFUL SC, realizando 2 aplicações, sendo a primeira com os ramos apresentando de 5 a 10 cm de comprimento; e a segunda aplicação, deve ser realizada no reinício do crescimento dos ramos, cerca de 20 a 30 dias após a primeira aplicação.
Observação: o intervalo entre as aplicações pode variar em função da variedade, clima, região, vigor das plantas, dentre outros fatores. Por esta razão, se faz necessário o acompanhamento das macieiras quanto ao reinício do crescimento dos ramos após a 1ª aplicação, para que, a 2ª aplicação seja realizada no estágio ideal e consequentemente, o produto VIVIFUL SC possa apresentar os resultados esperados para a cultura.
- Para as culturas aveia, cevada, centeio, trigo e triticale: recomenda-se a aplicação foliar do regulador de crescimento VIVIFUL SC, realizando 1 aplicação em pós-emergência destas culturas, na fase de alongamento do caule, no estágio de 1º nó visível.

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:

Preparo da calda: Encher com água o tanque do pulverizador com ¾ da capacidade. Com o sistema de agitação do tanque do pulverizador funcionando, adicionar lentamente o produto diretamente no tanque do pulverizador de acordo com as doses recomendadas. Completar o volume do tanque com água. Deve-se respeitar os volumes de calda recomendados para que seja possível proporcionar uma boa cobertura da área a ser tratada. Durante a aplicação mantenha a calda de aplicação em agitação constante no interior do tanque.

- Aplicação Terrestre:

Na cultura da maçã utilizar pulverizador costal motorizado ou turbo atomizador tratorizado. Preferencialmente utilizar bicos do tipo cone. A pressão deve ser regulada em função do bico de pulverização escolhido, seguindo as especificações do fabricante. Recomenda-se volume de aplicação de 1000 litros de calda/ ha.
Nas culturas da aveia, centeio, cevada, trigo e triticale, o regulador de crescimento VIVIFUL SC pode ser aplicado através de pulverizadores costais ou tratorizados. A seleção das pontas de pulverização, regulagem do equipamento quanto à pressão de trabalho e ajuste de diâmetro de gotas, devem ocorrer de acordo com as variações climáticas durante toda a aplicação de modo a atender uma vazão de 150 a 200 litros por hectare de volume de calda aplicado, distribuindo uniformemente a quantidade correta do produto por área. Recomenda-se a pulverização do regulador de crescimento VIVIFUL SC somente quando as condições climáticas estejam favoráveis para a operação, objetivando reduzir as perdas por deriva e/ou evaporação para que o ingrediente ativo atinja toda a superfície alvo, proporcionando uma boa cobertura foliar.
Consulte um Engenheiro Agrônomo para maiores esclarecimentos e/ou recomendação quanto à tecnologia de aplicação via pulverização terrestre.

- Aplicação Aérea: indicada para as culturas de aveia, centeio, cevada, trigo e triticale.

Esta modalidade é indicada para as culturas de aveia, cevada, centeio, trigo e triticale.
Aplicação aérea com pulverização em área total do regulador de crescimento VIVIFUL SC pode ser realizada para as culturas aveia, cevada, centeio, trigo e triticale, respeitando as instruções de uso para cada cultura no que diz respeito à: época de aplicação, número de aplicações, doses e demais observações que constam na recomendação de bula. Recomenda-se não exceder o volume de 50 L/ha de calda de aplicação para pulverização aérea.
- Uso de barra ou atomizador rotativo Micronair AU 3.000/5000.
- Volume de aplicação - com barra: 20 - 30 L/ha de calda com Micronair: máximo 18 L/Micronair/minuto.
- Altura do voo: com barra ou Micronair: 4 - 5 m em relação ao topo das plantas.
- Largura da faixa de deposição efetiva: 20 m, para aviões do tipo IPANEMA, aviões de maior porte, consultar o Departamento Técnico da Iharabras.
- Tamanho/densidade de gotas: 110 - 140 micrômetros com mínimo de 40 gotas/cm2.
- No caso de barra, usar bicos cônicos da série D com disco (core) 45°. Manter a angulação das barras entre 90° (para a umidade do ar acima de 80%), ajustando-a durante a aplicação de acordo com a variação da umidade relativa do ar, até a angulação máxima de 180° em relação à direção do voo do avião.
OBS.: Seguir sempre as recomendações de ajuste do avião sob orientação de um Engenheiro Agrônomo Coordenador em Aviação Agrícola, credenciado através de cursos especializados registrados pelo Ministério da Agricultura.
- Condições Climáticas:

De acordo com as boas práticas de aplicação de defensivos, as condições climáticas devem ser favoráveis à absorção e translocação do produto, obedecendo a ventos de até 8 km/h, temperatura inferior à 28oC e Umidade Relativa acima de 55%, visando reduzir ao mínimo, perdas por deriva ou evaporação.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Aveia: 70 dias
Centeio: 70 dias
Cevada: 70 dias
Maçã: 50 dias
Trigo: 70 dias
Triticale: 70 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

A reentrada de pessoas nas culturas poderá ocorrer após 24 horas após a aplicação. Caso haja necessidade de reentrada na lavoura ou áreas tratadas antes deste prazo, usar macacão de algodão hidrorrepelente de mangas compridas, luvas e botas de borracha.

LIMITAÇÕES DE USO:

Não há desde que siga corretamente as instruções de uso.
Evitar preparo de calda com água alcalina (pH>7).
pH ótimo da calda de pulverização está na faixa de 4,0 a 5,5.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:

VIDE DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRIPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:

VIDE DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:

VIDE DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

VIDE DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados úmidos ou vencidos e siga as


recomendações do fabricante.
- Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto, ou em áreas tratadas logo após a aplicação
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo após a aplicação.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Caso necessite entrar na área tratada com produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI´s) recomendados para uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as suas roupas e os equipamentos de proteção individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato com os olhos, retire lentes de contato, se presentes. Lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessório (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos)
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que prestar socorro deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

= INTOXICAÇÕES POR PROEXADIONA CÁLCICA =

INFORMAÇÕES MÉDICAS

As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde. Os procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde, etc.). Grupo químico Ciclohexadiona
Classe toxicológica CLASSE III – MEDIANAMENTE TÓXICO
Vias de exposição Inalatória, ocular e dérmica
Toxicocinética Não há dados de toxicocinética em humanos. Em ratos, a prohexadiona cálcica foi rapidamente absorvida, com máximas concentrações nos tecidos/carcaça 30 minutos após a administração, no entanto, a absorção saturou-se nas maiores doses. Essa substância não foi bioacumulada nos tecidos. Em animais expostos a baixas doses, a excreção renal foi a via primária de eliminação. Em doses mais altas, a excreção fecal foi a principal via de eliminação. O metabólito principal na urina e fezes foi identificado como o próprio composto inalterado, na forma de ácido livre.
Sintomas e sinais clínicos Exposição aguda:
a) Avaliação geral: os indivíduos expostos que chegam com forte odor geralmente apresentam sintomas inespecíficos como dor-de-cabeça, confusão, fraqueza e náusea;
b) Mucosas: irritação de olhos, pele e trato respiratório. Em casos mais severos a irritação no trato respiratório pode progredir a danos pulmonares agudos, que se iniciam de 24 a 72 horas em alguns casos.
c) Trato gastrointestinal: Irritação ou queimadura do esôfago e trato gastrointestinal também pode ocorrer no caso de ingestão.
d) Hipersensibilidade: caso de dermatite e asma com broncoespasmos podem ocorrer em exposição crônica.

Diagnóstico Clínico – história de exposição e presença de sintomas característicos.
Laboratorial – não há testes laboratoriais específicos. Outros testes incluem eletrólitos, glicemia e gasometria.
Tratamento Descontaminação – visa limitar a absorção e os efeitos locais.
Remover vítima para local ventilado. Remover roupas contaminadas e proceder à descontaminação cuidadosa da pele e cabelos, com água e sabão em abundância.
Se ocorrer exposição ocular irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos.
Em caso de ingestão recente, realizar lavagem gástrica (atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas por intubação). Administrar carvão ativado (30 g de carvão ativado para 240 ml de água): para
adulto, a dose é de 1 g/Kg, até 100 g/dose; para criança de 1 a 12 anos, utilizar até 2 g/Kg de peso; para crianças com menos de 1 ano de idade, utilizar até 1 g/Kg de peso. O carvão ativado deve ser diluído em água.
Emergência, suporte e tratamento sintomático – manter vias aéreas permeáveis, aspirar secreções, administrar oxigênio e praticar assistência ventilatória se necessário. Tratar os broncoespasmos e a anafilaxia se ocorrerem. O paciente com história de ingestão de grandes quantidades deve ser mantido sob observação de 4 a 6 horas, no mínimo. Observar sinais de depressão de SNC ou convulsões, alterações respiratórias e reações de hipersensibilidade, instituindo tratamento sintomático, se necessário.
Específico e antídotos – Não há tratamento específico. Em caso de acidente ocular encaminhar para avaliação de médico oftalmologista, para tratar uma eventual lesão de córnea. Tratar dermatite de contato e reações alérgicas.
Contra-indicações Não se deve praticar vômito, em razão do risco potencial de inalação, coma e convulsões. Não praticar lavagem gástrica, em caso de diminuição de nível de consciência, pelo risco de convulsões em pacientes não entubados.
ATENÇÃO Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-774 4272
Disque Intoxicações: 0800 722-6001
Centro de Informações Toxicológicas: 0800-410148 (PR)
Centro de Controle de Intoxicações (CCI): (11) 5012-5311

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Em estudos com animais de laboratório, a proexadiona foi rapidamente absorvida, com máximas concentrações nos tecidos/carcaça 30 minutos após administração, no entanto, a absorção saturou-se nas maiores doses. Essa substância não foi bioacumulada nos tecidos. A maior parte do material radioativo excretado corresponde ao ácido livre de proexadiona cálcica. O perfil metabólico na urina e fezes foi similar após uma administração oral única na baixa e alta dose e após administração de múltiplas baixas doses. Houve uma proporção maior de material correspondente ao ácido livre desse ingrediente ativo após administração da alta dose. O metabólito com maiores teores foi encontrado somente na urina. Houve vários metabólitos em menores quantidades na urina e fezes.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

EFEITOS AGUDOS DO PRODUTO FORMULADO

DL50 oral: > 2000 mg/kg (fêmeas);
DL50 dérmica: > 4000 mg/kg;
CL50 inalatória: não foi determinada nas condições do teste (> 2,388 mg/L, sem mortes)
Irritação dérmica: não causou irritação em pele de coelhos;
Irritação ocular: causou irite, hiperemia e quemose, reversíveis em 72 horas, em olhos de coelhos;
Sensibilização dérmica: não sensibilizante;

EFEITOS CRÔNICOS

Em estudos com cães, em ambos os sexos se observou alterações dos parâmetros bioquímicos (padrão de proteínas plasmáticas, potássio, fósforo e cloretos), hematológicos (alterações na contagem de hemácias, diminuição de hemoglobina e hematócrito alterado) e na urinálise (maior volume urinário e menor densidade específica). Esses efeitos ocorreram em todas as doses, exceto a de 20 mg p.c./dia.
COMPONENTES DA FORMULAÇÃO

O uso adequado dos equipamentos de proteção, conforme recomendado nesta bula, não é esperado que os componentes desta formulação causem efeitos adversos toxicologicamente relevantes em humanos.

Dados relativos à proteção do meio ambiente:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
X - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS, telefone 0800-770-1760.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
. Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não
deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPOR-TE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica., que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Não se aplica visto que o produto VIVIFUL SC é um regulador de crescimento recomendado para as culturas e não é recomendado para o controle de pragas, doenças e plantas infestantes.