Bula Xentari - Sumitomo
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Bula Xentari

Bacillus thuringiensis subsp. anzawai
599
Sumitomo

Composição

Bacillus thuringiensis aizawai GC-91 540 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida biológico
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Ingestão

Alface

Calda Terrestre Dosagem
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve)
Plutella xylostella (Traças das crucíferas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Alfafa

Calda Terrestre Dosagem
Plutella xylostella (Traças das crucíferas)

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Plutella xylostella (Traças das crucíferas)
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Amendoim

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Arroz

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Beterraba

Calda Terrestre Dosagem
Plutella xylostella (Traças das crucíferas)

Brócolis

Calda Terrestre Dosagem
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve)
Plutella xylostella (Traças das crucíferas)

Cana-de-açúcar

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Cevada

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Chicória

Calda Terrestre Dosagem
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve)
Plutella xylostella (Traças das crucíferas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve

Calda Terrestre Dosagem
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve)
Plutella xylostella (Traças das crucíferas)

Couve-de-bruxelas

Calda Terrestre Dosagem
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve)

Couve-flor

Calda Terrestre Dosagem
Plutella xylostella (Traças das crucíferas)

Feijão

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Milho

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Mostarda

Calda Terrestre Dosagem
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve)

Pastagens

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Pimentão

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Repolho

Calda Terrestre Dosagem
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve)
Plutella xylostella (Traças das crucíferas)

Rúcula

Calda Terrestre Dosagem
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve)

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Sorgo

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Tuta absoluta (Traça do tomateiro)

Trigo

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Fibro-lata com capacidade para 500g e 1,0 Kg.
Bolsa plástica com capacidade para 500g.
Balde de polietileno com capacidade para 5, 10 e 20 Kg.
Frasco plástico (polietileno branco de alta densidade) com capacidade para 500 g e 1 Kg.
Tambor de fibra com capacidade para 50 e 72 Kg.
Saco plástico aluminizado com capacidade para 100, 200, 250, 500 g; 1, 2, 3, 4 e 5 Kg.
Saco plástico aluminizado 10, 20, 50, 100 kg
Saco metalizado 100, 200, 250, 500 g; 1, 2, 3, 4 kg

INSTRUÇÕES DE USO

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Visando maior eficiência da utilização de XenTari no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de XenTari com o momento de máxima atividade dos estágios larvais. Este é determinado através do monitoramento de pragas, a fim de se detectar a tempo as principais infestações no cultivo. As aplicações de XenTari devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado das pragas.

ALGODÃO, AMENDOIM, FEIJÃO e SOJA: as aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro instar. Aplicações sequenciais proporcionam melhores resultados de controle.

ARROZ, ARROZ-IRRIGADO, ALFAFA, AVEIA, CANA-DE-AÇÚCAR, CEVADA, MILHO, PASTAGEM, SORGO e TRIGO: as aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro instares. Repetir o tratamento sempre que houver reinfestação

ALFACE, BETERRABA, BRÓCOLIS, CHICÓRIA, COUVE, COUVE-DE-BRUXELAS, COUVE-FLOR, MOSTARDA, REPOLHO E RÚCULA: as aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento

TOMATE, BATATA e PIMENTÃO: efetuar aplicações preventivas, com intervalos semanais. Iniciar o tratamento 20 dias após o transplantio da muda, na menor dose. Com o aparecimento das flores, utilizar a maior dose. Repetir as aplicações em intervalos semanais, adicionando-se espalhante adesivo na concentração de 0,2% v/v.

OBS: Em condições de alta pressão populacional das pragas, deve-se utilizar a maior dose recomendada, bem como diminuir o intervalo entre as aplicações para se obter melhor controle das pragas.

MODO DE APLICAÇÃO

Preparo da Calda:
• Colocar água até a metade do tanque auxiliar
• Fazer funcionar lentamente o agitador ou mexer manualmente, dosar aos poucos a quantidade desejada de XenTari
• Completar o volume do tanque, adicionando água limpa lentamente, sempre mantendo uma agitação moderada;
• Durante a pulverização, deve-se procurar manter uma agitação mínima.

OBS.: Agentes espalhante-adesivos poderão ser adicionados a água para melhorar a ação do produto. Neste caso, estes deverão ser adicionados a água somente após a adição de XenTari.
Aplicação:
XenTari atua destruindo a parede estomacal das lagartas, ou seja, começa a agir após a ingestão. Desta forma, deve- se observar que ocorra uma total cobertura das folhas na pulverização.
XenTari deve ser aplicado em pulverização, via terrestre, utilizando-se pulverizadores costal manual, motorizado ou tratorizado, munidos de bicos adequados, mantendo sempre o sistema de agitação do pulverizador em funcionamento durante a aplicação. Em caso de aplicação com pulverizadores tratorizados dotados com barra/bicos, recomenda-se o uso de bicos cônicos série D ou série X, e pressão de 80 a 150 lb/pol2, dependendo do tipo de equipamento utilizado. Deve-se regular o pulverizador de tal forma que a altura da barra fique de 30 a 50 cm acima do topo das plantas, e a distância entre bicos, de 30 a 50 cm entre si.

ALFACE, BETERRABA, BRÓCOLIS, CHICÓRIA, COUVE, COUVE-DE-BRUXELAS, COUVE-FLOR, MOSTARDA, REPOLHO e RÚCULA: utilizar pulverizadores costais ou tratorizados de barra equipados com bicos de jato cônico vazio série D com difusores adequados ou leque, com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas de 200 a 250 micra e densidade de 200 gotas/cm2, de modo a se obter uma boa cobertura das plantas na pulverização. O tamanho das gotas indicado é de 100 a 200 µ, com pressão de 80 a 100 lb/pol2, utilizar de 500 a 1.000 L de volume de calda/ha.

ALGODÃO:

• Aplicação aérea: avião agrícola, equipado com barra de bicos cônicos ou micronair, altura de voo de 2 a 4 metros, pressão de 30 a 50 lb/pol2, volume de calda de 20 a 40 L/ha, velocidade do vento menor que 8 km/h e umidade relativa maior que 70%.

• Aplicação terrestre: utilizar pulverizadores tratorizados de barra equipados com bicos de jato cônico vazio da série D, com difusores adequados ou leque, com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas de 200 a 250 micra e densidade de 200 gotas/cm2, de modo a se obter uma boa cobertura das plantas na pulverização. Tamanho das gotas indicado é de 100 a 200 µ, pressão
de 80 a 100 lb/pol2 e volume de calda de 100 a 300 L/ha. Recomenda-se a adição de espalhante adesivo não iônico na dose de 0,02% v/v à calda de pulverização.

AMENDOIM, ARROZ, ARROZ-IRRIGADO, ALFAFA, AVEIA, CEVADA, FEIJÃO, MILHO, PASTAGEM, SOJA e TRIGO: utilizar pulverizadores costais ou tratorizados de barra equipados com bicos de jato cônico vazio série D com difusores adequados ou leque, com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas de 200 a 250 micra e densidade de 200 gotas/cm2, de modo a se obter uma boa cobertura das plantas na pulverização. Tamanho das gotas indicado é de 100 a 200 µ, pressão de 80 a 100 lb/pol2 e volume de calda de 100 a 300 L/ha. Recomenda-se a adição de espalhante adesivo não iônico na dose de 0,02% v/v à calda de pulverização.

CANA-DE-AÇÚCAR e SORGO: utilizar pulverizadores tratorizados de barra equipados com bicos de jato cônico vazio série D com difusores adequados ou bicos leque, com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas de 100 a 200 micra, de modo a se obter uma boa cobertura das plantas na pulverização. Recomenda-se utilizar 300 L/ha de volume de calda.

TOMATE, BATATA e PIMENTÃO: utilizar pulverizadores costais ou tratorizados de barra equipados com bicos de jato cônico vazio série D com difusores adequados ou leque, com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas de 200 a 250 micra e densidade de 200 gotas/cm2, de modo a se obter uma boa cobertura das plantas na pulverização. Tamanho das gotas indicado é de 100 a 200 µ, pressão de 80 a 100 lb/pol2 e volume de calda de 650 a 1.000 L/ha, dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas.

Condições climáticas:
As aplicações devem ser feitas nas horas mais frescas do dia, de preferência na parte da manhã ou à tarde, em condições de temperatura inferior a 30ºC, umidade relativa acima de 70% e ventos abaixo de 10 km/h, para diminuir perdas por deriva e/ou evaporação.

Regulagem de Equipamentos de aplicação aérea:
Barra: Bicos = D2, D10, Flat fan nozzies-802 e 8006
Pressão = 30 a 60 psi
Volume de calda = 20 a 50 L/ha
Altura do voo = 1 a 3 metros
Faixa de deposição = aproximadamente 20 metros
Tamanho das gotas = 100 a 200 micra
Micronair:
Ângulo da pá RPM Faixa Tamanho da gota
35º 7600 12 a 20m 100 micra
45º 5500 12 a 20m 125 micra
55º 3500 12 a 20m 175 micra
Observe as condições climáticas para a aplicação aérea:
• Evitar aplicações em dias de muito calor e umidade muito baixa;
• Aplicações devem ser feitas pela manhã ou ao entardecer;
• O vento deverá ter velocidade inferior a 8 km/hora.

Número de Aplicações:
As aplicações de XenTari devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, chuvas e postura de ovos.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Algodão, Brócolis, couve, milho, repolho, soja, tomate: Não determinado.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

- Fitotoxicidade: Não há, para as culturas indicadas e nas dosagens recomendadas.
- Outras Restrições: Não há.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Além dos métodos recomendados para o manejo de resistência à inseticidas, incluir outros
métodos de controle de insetos (ex.: controle cultural, biológico, etc...) dentro do p~ de
Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de inseto pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se o inseto desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticida IRAC-BR, recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticida, visando prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de inseto, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga.
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo.
- Consultar sempre um engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas.
- Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.