Bula Xentari

acessos
Bacillus thuringiensis subsp. anzawai
599
Sumitomo

Composição

Bacillus thuringiensis 540 g/L Inseticida microbiológico

Classificação

Inseticida biológico
II - Altamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Ingestão

Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
50 a 75 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
35 a 50 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento
Alfafa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
350 a 500 g p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com a lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro instar
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
350 a 500 g p.c./ha 100 a 120 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com a lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro instar
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
350 a 500 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com a lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro instar
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
500 a 1000 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com a lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro instar
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
500 a 1000 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com a lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro instar
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
500 a 1000 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com a lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro instar
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
500 a 1000 g p.c./ha 650 a 1000 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. Efetuar aplicações preventivas, com intervalos semanais. Iniciar o tratamento 20 dias após o transplantio da muda
Beterraba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
35 a 50 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
50 a 75 g p.c./100 L de água 800 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
35 a 50 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
500 a 1000 g p.c./ha 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com a lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro instar
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
500 a 1000 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com a lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro instar
Chicória Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
50 a 75 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
35 a 50 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
350 a 500 g p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
50 a 75 g p.c./100 L de água 800 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
35 a 50 g p.c./100 kg de sementes 50 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento
Couve-de-bruxelas Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
50 a 75 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
35 a 50 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
500 a 1000 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com a lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro instar
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
500 a 1000 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com a lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro instar
Mostarda Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
50 a 75 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
500 a 1000 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com a lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro instar
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
500 a 1000 g p.c./ha 650 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. Efetuar aplicações preventivas, com intervalos semanais. Iniciar o tratamento 20 dias após o transplantio da muda
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
50 a 75 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
35 a 50 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
35 a 50 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento
Rúcula Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
50 a 75 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
500 a 1000 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com a lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro instar
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
500 a 1000 g p.c./ha 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com a lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro instar
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
50 a 100 g p.c./ha 800 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. Efetuar aplicações preventivas, com intervalos semanais. Iniciar o tratamento 20 dias após o transplantio da muda
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
500 a 1000 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. As aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com a lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro instar

Fibro-lata com capacidade para 500g e 1,0 Kg.
Bolsa plástica com capacidade para 500g.
Balde de polietileno com capacidade para 5, 10 e 20 Kg.
Frasco plástico (polietileno branco de alta densidade) com capacidade para 500 g e 1 Kg.
Tambor de fibra com capacidade para 50 e 72 Kg.
Saco plástico aluminizado com capacidade para 100, 200, 250, 500 g; 1, 2, 3, 4 e 5 Kg.
Saco plástico aluminizado 10, 20, 50, 100 kg
Saco metalizado 100, 200, 250, 500 g; 1, 2, 3, 4 kg

INSTRUÇÕES DE USO
XENTARI é inseticida biológico que pode ser aplicado em forma de pulverização, utilizando equipamentos convencionais de aplicação aérea e terrestre, com um volume de água adequado para assegurar uma boa cobertura.
O êxito de XENTARI no controle de insetos está relacionado com a cobertura das folhas durante a aplicação. A pulverização deve proporcionar uma distribuição uniforme do produto sobre todas as partes das folhas onde as lagartas se alimentarão.

* XENTARI tem eficiência comprovada nas culturas do algodão, brócolis, milho, repolho, soja e tomate. NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Visando maior eficiência da utilização de XENTARI no controle de pragas, deve-se sincronizar a aplicação de XENTARI com o momento de máxima atividade dos estágios larvais. Este é determinado através do monitoramento de pragas, a fim de se detectar a tempo as principais infestações no cultivo. As aplicações de XENTARI devem ser repetidas em intervalos que permitam um controle adequado das pragas.
• ALGODÃO, AMENDOIM, FEIJÃO e SOJA: as aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro instar. Aplicações sequenciais proporcionam melhores resultados de controle.
• ARROZ, ARROZ-IRRIGADO, ALFAFA, AVEIA, CANA-DE-AÇÚCAR, CEVADA, MILHO, PASTAGEM, SORGO e TRIGO: as aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro instares. Repetir o tratamento sempre que houver reinfestação.
ALFACE, BETERRABA, BRÓCOLIS, CHICÓRIA, COUVE, COUVE-DE-BRUXELAS, COUVE-FLOR, MOSTARDA, REPOLHO E RÚCULA: as aplicações deverão ser efetuadas no início da infestação, com as lagartas nos estágios iniciais de desenvolvimento.
TOMATE, BATATA e PIMENTÃO: efetuar aplicações preventivas, com intervalos semanais. - Iniciar o tratamento 20 dias após o transplantio da muda, na menor dose. Com o aparecimento das flores, utilizar a maior dose. Repetir as aplicações em intervalos semanais, adicionando-se espalhante adesivo na concentração de 0,2% v/v.
OBS: Em condições de alta pressão populacional das pragas, deve-se utilizar a maior dose recomendada, bem como diminuir o intervalo entre as aplicações para se obter melhor controle das pragas.

MODO DE APLICAÇÃO
Preparo da Calda:
• Colocar agua ate a metade do tanque auxiliar;
• Fazer funcionar lentamente o agitador ou mexer manualmente, dosar aos poucos a quantidade desejada de XENTARI;
• Completar o volume do tanque, adicionando água limpa lentamente, sempre mantendo uma agitação moderada;
• Durante a pulverização, deve-se procurar manter uma agitação mínima.
OBS.: Agentes espalhante-adesivos poderão ser adicionados para melhorar a ação do produto. Neste caso, estes deverão ser adicionados à água somente após a adição de XENTARI.
Aplicação:
XENTARI atua destruindo a parede estomacal das lagartas, ou seja, começa a agir após a ingestão. Desta forma, deve-se observar que ocorra uma total cobertura das folhas na pulverização.
XENTARI deve ser aplicado em pulverização, via terrestre, utilizando-se pulverizadores costal manual, motorizado ou tratorizado, munido de bicos adequados, mantendo sempre o sistema de agitação do pulverizador em funcionamento durante a aplicação. Em caso de aplicação com pulverizadores tratorizados dotados com barra/bicos, recomenda-se o uso de bicos cônicos da série D ou série X, e pressão de 80 a 150 lbs/pol2, dependendo do tipo de equipamento utilizado. Deve-se regular o pulverizador de tal forma que a altura da barra fique de 30 a 50 cm acima do topo das plantas, e a distância entre bicos, de 30 a 50 cm entre si.
ALFACE, BETERRABA, BRÓCOLIS, CHICÓRIA, COUVE, COUVE-DE-BRUXELAS, COUVE-FLOR, MOSTARDA, REPOLHO e RUCULA: utilizar pulverizadores costais ou tratorizados de barra equipados com bicos de jato cônico vazio série D com difusores adequados ou leque, com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas de 200 a 250 micras e densidade de 200 gotas/cm2, de modo a se obter uma boa cobertura das plantas na pulverização. O tamanho das gotas indicado é de 100 a 200 j, com pressão de 80 a 100 lb/ pol2, utilizar de 500 a 1.000 L de volume de calda/ha.
ALGODÃO:
• Aplicação aérea: avião agrícola, equipado com barra de bicos cônicos ou micronair, altura de voo de 2 a 4 metros, pressão de 30 a 50 lb/po12, volume de calda de 20 a 40 L/ha, velocidade do vento menor que 8 Km/h e umidade relativa maior que 70%.
• Aplicação terrestre: utilizar pulverizadores tratorizados de barra equipados com bicos de jato cônico vazio da série D, com difusores adequados ou leque, com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas de 200 a 250 micras e densidade de 200 gotas/cm2, de modo a se obter uma boa cobertura das plantas na pulverização. Tamanho das gotas indicado é de 100 a 200 u, pressão de 80 a 100 lb/pol2 e volume de calda de 100 a 300 L/há. Recomenda-se a adição de espalhante adesivo no iônico na dose de 0,02% v/v à calda de pulverização.

AMENDOIM, ARROZ, ARROZ-IRRIGADO, ALFAFA, AVEIA, CEVADA, FEIJÃO, MILHL_¬PASTAGEM, SOJA e TRIGO: utilizar pulverizadores costais ou tratorizados de barra equipados com bicos dei ato cônico vazio série D com difusores adequados ou leque, com pressão de trabalho suficiente
para proporcionar tamanho de gotas de 200 a 250 micras e densidade de 200 gotas/cm 2, de modo a se obter uma boa cobertura das plantas na pulverização. Tamanho das gotas indicado é de 100 a 200 t, pressão de 80 a 100 lb/po12 e volume de calda de 100 a 300 L/ha. Recomenda-se a adição de espalhante adesivo não iônico na dose de 0,02% v/v à calda de pulverização.
CANA-DE-AÇÚCAR e SORGO: utilizar pulverizadores tratorizados de barra equipados com bicos de jato cônico vazio série D com difusores adequados ou bicos leque, com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas de 100 a 200 micras, de modo a se obter uma boa cobertura das plantas na pulverização. Recomenda-se utilizar 300 L/ha de volume de calda.

TOMATE, BATATA e PIMENTÃO: utilizar pulverizadores costais ou tratorizados de barra equipados com bicos de jato cônico vazio série D com difusores adequados ou leque, com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas de 200 a 250 micras e densidade de 200 gotas/cm2, de modo a se obter uma boa cobertura das plantas na pulverização. Tamanho das gotas indicado é de 100 a 200 t, pressão de 80 a 100 lb/po12 e volume de calda de 650 a 1.000 L/ha, dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas.
Condições climáticas:
As aplicações devem ser feitas nas horas mais frescas do dia, de preferência na parte da manhã ou à tarde, em condições de temperatura inferior a 30°C, umidade relativa acima de 70% e ventos abaixo de 10 Km/h, para diminuir perdas por deriva e/ou evaporação.

Observe as condições climáticas para a aplicação aérea:
• Evitar aplicações em dias de muito calor e umidade muito baixa;
• Aplicações devem ser feitas pela manhã ou ao entardecer;
• O vento deverá ter velocidade inferior a 8 Km/hora.
Número de Aplicações:
As aplicações de XENTARI devem ser repetidas em intervalos suficientes, que permitam um controle adequado, dependendo do crescimento do cultivo, chuvas e postura de ovos.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão.......................................................................(1)
Brócolis........................................................................(1)
Couve..........................................................................(1)
Milho............................................................................(1)
Repolho.......................................................................(1)

(1) não determinado
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATI (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISAIMS)
LIMITAÇÕES DE USO:
- Fitotoxicidade: Não há, para as culturas indicadas e nas doses recomendadas. - Outras Restrições: Não há.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA, conforme Avaliação Toxicológica da ANVISA, para cada processo.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

PRECAUÇÕES GERAIS: Antes de usar o produto, leia com atenção as instruções: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamentos com vazamentos. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Utilize o EPI (Equipamento de Proteção Individual) durante a manipulação, preparação ou aplicação: macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Produto irritante para os olhos. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e veja PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação.

PRECAUÇÃO APÓS A APLICAÇÃO: Tome banho, troque e lave as suas roupas. Não reutilize a embalagem vazia.

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: Não provoque vômito. Em caso de sintomas de intoxicação, procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receita agronômica do produto. Olhos: Lave com água em abundância e se houver sinal de irritação persistente procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receita agronômica do produto. Pele: Lave com água e sabão em abundância e se houver irritação procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receita agronômica do produto. Inalação: Procure lugar arejado. Em caso de sintoma de intoxicação vá ao médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receita agronômica do produto.

ANTÍDOTO: Não há antídoto específico.

TRATAMENTO MÉDICO: Deve ser sintomático.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Inseticida biológico de baixo risco ambiental. Este produto é TÓXICO para microcrustáceos. Não aplique-o em condições que possam atingir corpos hídricos. Não aplique este produto em áreas de visitação de abelhas. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamentos com vazamentos. Aplique somente as doses recomendadas. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto - siga as instruções constantes do item Destinação Adequada de Resíduos e Embalagens. Em caso de acidente, siga corretamente as instruções constantes nesta bula.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada, em local seco e fresco, fora da incidência de raios solares. Armazene o produto em local apropriado, isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais, distante de moradias. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente, ventilada, coberta e ter piso impermeável. O produto deve ser mantido em temperatura entre 17 e 32°C, para garantir sua eficácia. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES AMBIENTAIS: Contate as autoridades locais competentes e a Empresa. Utilize o EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara). Em caso de derrame, não permita que o produto entre em bueiros, drenos ou cursos de águas naturais, siga as instruções: Piso pavimentado: Recolha o material com o auxilio de uma pá e coloque-o em um recipiente devidamente identificado. Lave o local do acidente com grande quantidade de água. Remova então o produto para uma área de descarte, que deve ser altamente exposta ao sol, distante de casas, fonte de água, fora do trânsito de pessoas e animais. Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada. Corpos d'água: interrompa imediatamente o consumo humano e animal e contate o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio - use máscara autônoma. Use agentes extintores a base de: pó químico, gás carbônico, espuma mecânica ou água na forma de neblina, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. Resfrie com água em forma de neblina os recipientes aquecidos.

DESTINAÇÃO ADEQUADA DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: As embalagens deverão ser enxaguadas três vezes e a calda resultante acrescentada à preparação para ser pulverizada (Tríplice Lavagem). As embalagens devem ser furadas, de maneira a torná-las inadequadas para outros usos. Não reutilize embalagens. Não enterre embalagens. Consulte o Órgão Estadual do Meio Ambiente sobre as recomendações específicas para a destinação final adequada de resíduos e embalagens. Observe as legislações Estadual e Municipal específicas.

MÉTODOS DE DESATIVAÇÃO DO PRODUTO: Desativação através de lavagem com solução de Hipoclorito de sódio (água sanitária). O hipoclorito de sódio deve ser adicionado ao XenTari não diluído, na proporção de 10% e permanecer por uma hora. XenTari ministrado com água requer proporcionalmente menos hipoclorito de sódio para desativação. Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Além dos métodos recomendados para o manejo de resistência à inseticidas, incluir outros
métodos de controle de insetos (ex.: controle cultural, biológico, etc...) dentro do p~ de
Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.

Quando inseticidas com um mesmo modo de ação são usados consecutivamente no mesmo ciclo da cultura e área, para controlar as mesmas pragas, populações tolerantes, de ocorrência natural, podem ser selecionadas, propagarem-se e tornarem-se dominantes na área.
Uma praga é considerada resistente a um inseticida se ela sobrevive ao tratamento correto, na dose e época recomendadas, sob condições climáticas normais.
O manejo da resistência pode ser feito através da utilização de várias estratégias. No que diz
respeito ao controle químico, uma boa prática de manejo é a utilização de produtos com diferentes modos de ação.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o manejo de resistência a inseticidas.