Zetanil WG CI

Geral
Nome Técnico:
Cimoxanil; Clorotalonil
Registro MAPA:
15708
Empresa Registrante:
Oxon
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Cimoxanil 100 g/kg
Clorotalonil 750 g/kg
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre
Classe Agronômica:
Fungicida
Toxicológica:
4 - Produto Pouco Tóxico
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Granulado Dispersível (WG)
Modo de Ação:
Sistêmico, Contato
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Batata Recomendação Dosagem Produtos Similares
Phytophthora infestans (Requeima) veja aqui
Cebola Recomendação Dosagem Produtos Similares
Peronospora destructor (Míldio) veja aqui
Melancia Recomendação Dosagem Produtos Similares
Pseudoperonospora cubensis (Míldio) veja aqui
Melão Recomendação Dosagem Produtos Similares
Pseudoperonospora cubensis (Míldio) veja aqui
Pimentão Recomendação Dosagem Produtos Similares
Phytophthora capsici (Requeima) veja aqui
Tomate Recomendação Dosagem Produtos Similares
Phytophthora infestans (Requeima) veja aqui
Uva Recomendação Dosagem Produtos Similares
Plasmopara viticola (Míldio) veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Não Lavável Sachê Fibra celulósica Flexível Sólido 0,5 / 1 / 2 KG
Não Lavável Saco Fibra celulósica Flexível Sólido 1 / 2 / 5 / 10 / 20 / 25 / 50 KG
Não Lavável Sachê Plástico Flexível Sólido 0,5 / 1 / 2 KG
Não Lavável Saco Plástico Flexível Sólido 1 / 2 / 5 / 10 / 20 / 25 / 50 KG

INSTRUÇÕES DE USO

O produto é um fungicida sistêmico e de contato com ação curativa e protetora indicado no controle de diversas doenças nas culturas de batata, cebola, melão, melancia, pimentão, tomate e uva.

MODO DE APLICAÇÃO

A dose recomendada deve ser diluída em água e pulverizada com o uso de equipamentos terrestres de forma que se obtenha a máxima cobertura das partes aéreas das plantas.
Utilizar equipamentos que proporcionem uma vazão adequada e uma boa cobertura dos alvos aplicados é fundamental para o sucesso no controle das doenças. Desta forma, o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado. Para uma cobertura uniforme sobre as plantas, deve-se observar as recomendações do fabricante das pontas (bicos) de pulverização quanto ao seu espaçamento e pressão de trabalho.

Equipamentos de aplicação

Via terrestre

Batata, Cebola, Melão, Melancia, Pimentão e Tomate
Usar pulverizador com barra tratorizado, estacionário com mangueira ou costal (manual ou motorizado), equipados com pontas (bicos) tipo jato cônicos. Utilizar volume de calda variando de 400 a 1000 L/ha para batata, cebola, melão, melancia, pimentão e, 400 a 1200 para tomate.

Uva
Utilizar turbo-atomizadores ou pulverizador costal (manual ou motorizado), equipados com pontas (bicos) tipo jato cônicos. Utilizar volume de calda variando de 400 a 1500 L/ha.

Condições climáticas
Não aplicar o produto sob condições ambientais desfavoráveis: ventos com velocidade acima de 10 km/h, temperatura acima de 27ºC e umidade relativa do ar abaixo de 60%, visando reduzir perdas por deriva e evaporação.

Preparo da calda
Antes de iniciar o preparo da calda de pulverização deve-se garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam limpos. No preparo da calda, os grânulos necessitam de um período de 1 a 2 minutos para umidificar e dispersar na água sob agitação, promovendo- se assim a homogeneização da calda. Recomenda-se encher o tanque de pulverização com água até atingir um terço de seu volume, iniciar agitação e adicionar gradativamente a quantidade recomendada do produto. Completar o volume do tanque momentos antes do início da pulverização. A agitação no tanque do pulverizador deve ser constante durante o preparo da calda e aplicação. Ao final da pulverização deve ser realizada a limpeza de todo o equipamento de pulverização. Seguir as recomendações técnicas de aplicação e consultar sempre um Engenheiro Agrônomo.


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não deve ocorrer a reentrada de pessoas nas culturas antes de 24 horas após a aplicação, ou até secagem do produto nas plantas, a menos que se use equipamentos de proteção individual (EPI), conforme indicado nos dados relativos à proteção da saúde humana.


LIMITAÇÕES DE USO

- Uso exclusivamente agrícola;
- Não aplicar ZETANIL WG em mistura com óleo mineral e vegetal, pois poderá ocorrer fitotoxicidade;
- Desde que sejam mantidas as recomendações de uso não ocorre fitotoxicidade nas culturas para as quais o produto é recomendado;
- As recomendações e valores climáticos deverão ser observados sempre no local da aplicação do produto;
- Não é recomendada a aplicação do produto em dias chuvosos ou com prenúncio de chuva;
- Não aplicar o produto durante a ocorrência de ventos acima de 10 km/h, pois pode ocorrer desvio do produto em relação ao alvo (deriva);
- Evitar as aplicações durante as horas mais quentes do dia ou com temperaturas muito elevadas.
- Evitar condições que possam comprometer uma boa cobertura de pulverização;
- Todo equipamento usado para aplicar ZETANIL WG deve ser descontaminado antes de outro uso;
- A calda deve ser aplicada no mesmo dia da preparação. A utilização da mesma preparada de um dia para o outro pode reduzir a eficiência do produto;
- Recomenda-se consultar um Engenheiro Agrônomo para maiores informações;

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos Desc e M5 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO DESC FUNGICIDA
GRUPO M5 FUNGICIDA

O produto fungicida é composto por cimoxanil e clorotalonil, que apresentam mecanismos de ação desconhecido e atividade de contato multi-sítio pertencentes aos Grupo DESC e M5, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas), respectivamente.

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