O pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Solos, José Carlos Polidoro, tranquilizou os participantes do 26º Seminário Cooplantio, garantindo que não haverá falta de fertilizantes, mas afirmou que os preços mundiais dos adubos estão em alta há anos e não existe previsão de queda. Segundo o pesquisador, as altas devem continuar por mais um tempo, mesmo que o Brasil alcance 100% de autonomia na produção de fertilizantes. Segundo ele, é mais vantajoso trazer o fertilizante fosfatado de Marrocos, ou o potássio da Rússia, do que trazer de Sergipe ou de Uberaba, por conta do custo de impostos de logística. "O que importa para o país é que, ele tendo a autonomia na produção de fertilizantes, possa ter esse insumo disponível para o setor do agronegócio. Então a questão não é tão econômica e sim estratégica", explica.