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Urge todo o agro dobrar o Emprego rural e renda do empregado


Climaco Cezar de Souza

Urge todo o agro dobrar o Emprego rural e renda do empregado

  1. INTRODUÇÃO E RESUMO -

Neste Artigo, ouso propor que se crie, URGENTE, um Programa Misto Especial de Investimentos Rurais (como feito no antigo PRODECER) e tudo antes que nosso agro muito pereça progressivamente por diversos fatores de 2025 e 2026, sobretudo, tarifas trumpistas mais bloqueios de fertilizantes/combustíveis em Ormuz mais, sobretudo, imposições de cotas e cancelamentos de compras pela China, que muito lutará pela autossuficiência alimentar). Tal PROGRAMA financiaria somente  investimentos e no valor máximo de R$ 80,0 mil/imóvel pequeno/familiar (pagamento em até 10 anos e sem juros ou até a fundo perdido em alguns locais) e para edificações de 03 pequenas construções confortáveis (02 pequenas casas mais 01 galpão para processamentos e com 01 freezer mais até 03 pequenas máquinas/equipamentos, exceto tratores) mais até 5 hectares de reflorestamentos em ILPFE nos pequenos imóveis e da agricultura familiar (conforme módulos locais do INCRA e/ou classificações no cadastro do BB agro). As origens dos recursos serão o Governo Federal - agora com os, corretos, direcionamentos dos recursos dos Planos Safras - MAIS Governos Estaduais MAIS agroindústrias ativas MAIS centenas de Entidades Filantrópicas (Sistema GIFE, ABONG e Fundos estrangeiros) MAIS BNDES/BB/CAIXA/SEBRAE/SENAR/CONTAG/CUT/EMBRATER/FORÇAS ARMADAS e muitos outros. Os principais focos, urgentes, serão muito industrializar localmente MAIS gerar o máximo de emprego rural mais de boa renda familiar para tais empregados se fixarem (renda mensal bruta mínima, teórica, de R$ 3,0 mil/01 trabalhador parte por sua economia rural/local mais com 01 acesso autorizado ao Bolsa Família e sem sua perda por registros em carteira profissional – e, diferentemente, com o proprietário somente pagando R$ 1,6 mil /mês reais e na Carteira, pois com trabalhador e família já morando em bom imóvel rural (como acima) e sem pagar aluguel e com luz, água, hortas, quintal etc.., gratuitos mais de confortos e de atratividades e tudo isto para seus retornos rápidos e essenciais aos campos (não mais fugas). Atualmente, as fugas de mão-de-obra rural mais de familiares até proprietários/herdeiros são gigantes por diversos motivos (NÃO pelas tais  insistentes/teóricas  “faltas de treinamentos/formações técnicas” e, sobretudo, NÃO pelas citadas/politizadas “Insegurança Pessoais/familiares”, estas dos tipos, decorados/politizados, de “prende hoje/solta amanhã”, até porque nossas leis permissivas foram e são criadas/alteradas pelos mesmos políticos expertos, que tanto protegemos e que tanto já usam os argumentos acima). Quem não é político - e que realmente bem conhece as realidades rurais atuais - sabe que os reais motivos das fugas rurais nos últimos 05 anos são, sobretudo, que os pedreiros/carpinteiros/garçons/cozinheiras etc. (ou seja, migrantes do rural) já conseguem remunerações, justas no meio urbano, de R$ 200,00/dia a R$ 350,00/dia nas milhares de obras/negócios das cidades (e com ofertas ampliando), iguais ao mínimo de cerca de R$ 5.400,00/mês brutos. Ainda em termos de direcionamentos de recursos dos tais Planos-Safra Governamentais anuais, sabemos que há um grande erro histórico em destinar apenas 27,0% para os investimentos rurais e, incríveis, 55,0% para os Custeios (onde já sobram recursos, sendo a maioria sigilosos e até nada fiscalizados das CPR, “barter”, trocas, compras antecipadas, CDA-WA etc.  e que até já devem estar provocando super endividamentos rurais mais muito quebradeiras, pois a maioria dos brasileiros, culturalmente, ainda não sabem bem financiar ou economizar para bem investir/ampliar renda. ASSIM, TEMOS QUE – PATRIOTICAMENTE- INVERTER, URGENTE, ESTA PIRÂMIDE DE ERROS E DIRECIONAR PELO MENOS 75,0% PARA OS INVESTIMENTOS RURAIS, COMO OS FUNDAMENTAIS ACIMA.  

2) ARTIGO -

Sabemos, claramente, que infelizmente nosso Credito Rural erra e vicia em CUSTEIOS viciantes (na média histórica com 55,0% do total anual dos Planos-Safras) e não prioriza INVESTIMENTOS (média de apenas 26,9% do total) estes fundamentais (como em construções rurais, conforto rural, escolas, galpões/armazéns para agregar valor, algumas maquinas e equipamentos agregadores - exceto tratores e similares - irrigações, reflorestamentos do tipo ILPFE ou MFS e outros muitos) e estes muito mais criadores/fixadores de mais empregos e de melhores salários rurais. No caso dos custeios, com as CPR, troca-trocas, vendas antecipadas, barter, CDA-WA/CDCA já até sobram recursos no agro, o que também pode já estar levando a desnecessários e elevados endividamentos rurais somados, mais até a quebradeiras/abandonos, até porque já muitos brasileiros não enxergam dívidas rurais contraídas como oportunidades de crescimento e de ampliações de seus negócios, mais, bem mais, como recursos até sobrando, a mal gastar nas cidades, pois depois serão (poderão ser) prorrogados. OU SEJA, COPIANDO O MOTE DE BOA PARTE DO MORADOR/TRABALHADOR URBANO, O IMPORTANTE TAMBÉM NO RURAL É QUE SE VIVA O MOMENTO E O HOJE E NADA DE SE PREOCUPAR COM O FUTURO.

Para o CEPEA/ESALQ-USP, a população ocupada no agronegócio brasileiro chegou ao recorde de 28,58 milhões de pessoas no terceiro trimestre de 2025, volume igual a 26,4% do total de empregos vigentes no País naquela data.  Por outro lado, para eles, cerca de 87,0% da população brasileira já vivem nas áreas urbanas (sendo cerca de 75,0% residindo a apenas 300 km da beira mar, segundo diagnósticos anteriores do BNDES).

Assim, tudo isto comprova a urgência desta minha tese de que, agora, terá que ser possível promover uma forte, incentivada, financiada e até bem paga retenção do trabalhador rural nos campos, pois além de nossa mão-de-obra rural atual já estar muito escassa e reduzindo claramente (e não adianta treiná-la nem substitui-la por máquinas/equipamentos) tais migrações para as áreas urbanas - em especial para as beira mar - já promovem elevados e caríssimos problemas locais de sanitarismos mais  dos elevados prejuízos com as ampliações das favelizações mais das enchentes, mortes, drogas e, sobretudo, com bem maiores atuações muito negativas e/ou criminosas das centenas de milicias mais  das diversas facções criminosas do País. Essa expansão desordenada aumenta a vulnerabilidade social. Além disso, serviços como saúde, educação e transporte se tornam sobrecarregados. Hospitais enfrentam longas filas, escolas ficam lotadas e o trânsito se intensifica.  O resultado é a queda na qualidade de vida de toda a população urbana. O planejamento inadequado aprofunda desigualdades e limita oportunidades para todos.

Para o CEPEA/ESALQ-USP já há um significativo crescimento do número de trabalhadores rurais com ensino médio e com bem melhor treinamento da mão-de-obra, mas, o que pode não ser bom para a família trabalhadora rural se não houver aumento compatível e consentâneo da renda de toda a propriedade rural de qualquer parte. Quase sempre, com melhores treinamentos e/ou mais tempo de estudo tais alunos/trabalhadores irão exigir bem melhores salários, o que pode não ser de interesse nem de condições reais dos proprietários e que, assim, terão, que, infelizmente demiti-los, pois como cita o ditado: “Não há almoço de graça” ... ASSIM, NÃO BASTA TREINAR E FORMAR (como é a meta e os discursos contínuos de muitos órgãos até da CNA e do SEBRAE Brasil) E SEM PROPICIAR INCREMENTOS SUSTENTÁVEIS DE RENDAS POR TAIS IMÓVEIS, SOBRETUDO SE PEQUENOS E/OU DA AGRICULTURA FAMILIAR.

A fuga de mão de obra rural no Brasil nos últimos anos é impulsionada pela rápida mecanização das lavouras, que exige perfis mais qualificados, pelo envelhecimento da população no campo, por melhores ofertas de infraestrutura e serviços nos centros urbanos, e pela informalidade, com trabalhadores evitando registro formal para não perder benefícios sociais como o Bolsa Família.

Esse fenômeno, conhecido como êxodo rural, tem raízes profundas e ganhou características específicas recentes. Os principais fatores influenciadores negativos/prejudiciais incluem: 1) Mecanização crescentes/mal planejadas e novas tecnologias nos imóveis; 2) Buca pelos trabalhadores rurais e suas famílias por melhor qualidade de vida, sobretudo pelos pelos mais jovens; 3) Impactos positivos dos benefícios sociais urbanos mais muitas atrações pelas suas luzes (shopping, parques, noitadas etc..); 4) Elevada insegurança pessoal/familiar dos trabalhadores pelas más Condições de trabalho, de moradia e de más gestões pelos proprietários; 5) Elevadas informalidades e inseguranças da relações de trabalhos, com a maioria dos trabalhadores até não aceitando sequer que os proprietários assinem suas carteis,  sobretudo se diaristas/safristas e isto para não perderem seus benefícios sociais federais urbanos ou rurais (Bolsa Família e similares); 6) Envelhecimentos dos campos/solos mais de seus proprietários/gestores e com muitos já até abandonados pelos seus familiares.

As desculpas para a redução/fuga da mão-de-obra dos campos quase sempre são as mesmas, mas ninguém fala que eles são baixamente remunerados localmente (sobretudo agora quando seus filhos e parentes migram para serem pedreiros, carpinteiros, jardineiros, garçons nas cidades, onde ganham até 10 vezes do que na sua origem rural igual entre, brutos, R$ 200,00 e R$ 350/hora/dia) e nada amparados nem incentivados e isto mesmo nas propriedades rurais de grande porte e altamente lucrativas. Culturalmente, ainda são raros os proprietários rurais de quaisquer portes e locais que contratam e/ou valorizam todas os integrantes da família, sendo que algumas mães familiares se tornam empregadas quase que gratuitas (algumas somente recebem comidas e/ou roupas e/ou sapatos velhos) de suas patroas rurais.

Ao meu  humilde ver, considerando as elevadas e cada vez mais significativas atratividades urbanas, uma família com apenas 01 trabalhador rural mais esposa mais até 03 membros menores, todos morando em imóvel com bom conforto de tal propriedade, precisaria faturar uma remuneração mínima bruta (teórica) de R$ 3,0 mil/mês (salário a receber por 01 pessoa mais demais ganhos/economias) situação que a maioria dos pequenos proprietários  rurais /agricultores familiares atuais – vide dados comprobatórios a seguir - não tem mesmo condições de pagar, se o Governo não mudar, efetivamente, suas prioridades sociais rurais. Do valor da remuneração mínima acima de R$ 3,0 mil/mês, para disputar-se com a forte atratividade urbana, o proprietário somente teria que pagar cerca de R$ 1,62 mil/mês brutos (atual 01 SM), pois o Governo Federal também autorizaria que, pelo menos, 01 membro de tal família e morando no mesmo imóvel rural, recebesse o Bolsa Família Federal no montante mínimo de R$ 600,00 MAIS com o trabalhador recebendo/reconhecendo outros benéficos indiretos nas formas de reduções de seus custos reais (pelos quais teria que pagar se morando/trabalhando no meio urbano) e com tudo em torno de R$ 800,00/mês (sendo R$ 600,00 por não ter que pagar aluguel urbano mais R$ 200 de luz e agua, rurais, idem) e ainda – como bônus – poderia bem cultivar seu quintal e criar/engordar seus pequenos animais, livremente.

ASSIM, MUITAS SOLUÇÕES É CLARO QUE HÁ, MAS ALGUÉM PRECISA TER A CORAGEM DE DEMONSTRAR, DE PROVOCAR E DE COBRAR ACERCA (como aqui o faço, embora saiba que irei ser muito criticado/cobrado e por muitos dos tais comem-e-dormem), SOBRETUDO DO GOVERNO FEDERAL/ESTADUAL MAIS DOS MUITOS ÓRGÃOS, ENTIDADES ACIMA MAIS POR FALSAS LIDERANÇAS E POLÍTICOS EXPERTOS/MAU INTENCIONADOS, IDEM PELA NOSSA IMPRENSA JÁ MUITO DESNACIONALIZADA E INJUSTA.

O mais interessante e que enquanto muitas Lideranças locais, regionais e até Brasil  de agricultores empresariais e até familiares apontam – na hora e de forma até decorada/ensaiadamente - que as inseguranças rurais atuais já são as maiores causa de fugas das famílias e dos trabalhadores rurais dos imóveis, sobretudo pelo famoso efeito jurídico/policialesco  de “prende hoje e solta amanhã”, as Associações de Juízes, OAB e os juízes locais citam que todos somente operam a luz da leis vigentes e que, por incrível que pareça, são produzidas, votadas e aprovadas pelos memos políticos Congressistas – quando não são os próprios - muito apoiados, eleitos e até bancados pelos mesmos falos/expertos líderes locais ou regionais muito acusadores acima. OU SEJA: “TAPEAR PODE SER POUCO” E/OU “FAÇAM O QUE EU FALO, MAS NUNCA O QUE EU FAÇO”.  

Ao final, veremos que urge duplicar ou triplicar o nosso emprego rural e a renda do empregado, pois além de outras tarifas/barreiras futuras de diversos países, recente, a China já anunciou que pretende chegar à autossuficiência alimentar rapidamente, o que muito impactará negativamente no emprego e na renda dos trabalhadores rurais no Brasil, podendo levar a muitas quebradeiras empresariais e rurais. Atualmente, já há uma elevada fuga (ainda não muito aceita/mal explicada pelos atuais consultores e órgãos) de trabalhadores rurais e/ou de seus filhos e netos rurais, todos atraídos pelas luzes das cidades e/ou por empregos melhores e com muito mais ofertas, vez que um bom pedreiro urbano já percebe diárias entre R$ 200,00 e R$ 350,00 pelos seus serviços e cujas ofertas já até dobram ante as de apenas 3 anos antes.

Justificando tais meus posicionamentos em favor das mudanças urgentes e muitos necessárias de paradigmas governamentais e incentivos bem mais para  investimentos estruturantes (onde faltam recursos e financiadores/incentivadores) e bem menos para custeios (onde já sobram recursos e agentes) leiamos e bem analisemos que no último ano (2025/2026) aconteceram diversos fatos pros e contra os futuros dos agros e minerais e transportes no Brasil ou seja, já  há uma ameaça tarifária constante Trumpista; houve  Guerra Trump-Iran com fortes repercussões internas negativas/inseguras nos preços dos nosso combustíveis/transportes (ainda dependemos muito de importar alguns tipos de diesel e de óleos, derivados de alguns tipos específicos de petróleo - e aqui ainda não processados refinados) e já há fortes imposições de barreiras pela China, que afirma que tudo fará para se auto sustentar em alimentos), o que pode mudar muito nossas realidades rurais e nossos, mais que urgentes, enfoques. 

Ainda para Kobori, a China mais os países árabes e até a Índia estão muito assustados com tudo o ocorrido no Mundo em 2025 e 2026 e se preparam para serem autossuficientes em diversos setores, sobretudo em alimentos, terras raras e em novas tecnologias, inclusive de super foguetes (consta que a China procura na lua – e até já achou um o Chang’e-5 rico em Hélio-3, o maior ambicionado real - um mineral raríssimo capaz de permitir a fusão nuclear ilimitada). Causaram enormes medos e apreensões nesses países e regiões os seguintes erros e infelicidades diretivas: 1) Imposições de tarifas incertas e completamente errôneas por Trump para os países fornecedores dos EUA, reduzindo/prejudicando o livre comércio intencional, bagunçando completamente a segurança alimentar de muitos países e totalmente desrespeitando as claras regras da OMC; 2) Invasão e Guerra Trump-Iran, o que muito desestabilizou os países árabes que se achavam muito protegidos pelos EUA e que agora tendem a se unir até podendo muito reduzir a oferta de petróleo pela OPEP e sem os EUA ou qualquer outro Pais poderem, novamente, intervirem/controlarem; 3) Capacidade imediata de fechamento das fronteiras mais de reações inesperadas do Iran, que praticamente impediu o avanço e anulou os ataques dos EUA (isto, de futuro, pode armar ainda mais e até ser copiado por diversos outros países daquela região, assim como o Vietnã fez outrora também contra os EUA protetor); 4) Fechamento por muito tempo pelo Iran do Estreito de Ormuz, o que impediu o escoamento e as entregas compradas e pagas do estratégico petróleo e derivados, sobretudo para a China. Tal fechamento altera a cadeias de suprimentos de muitos itens do Mundo (não somente de petróleo, mas também de alimentos, fertilizantes fundamentais e outras energias), o que muda muito seus preços e causa enormes prejuízos financeiros e de abastecimentos, servindo como um grave alerta de futuro.

ISTO TUDO ACENDEU NA CHINA UM ALERTA DE QUE ELA NÃO PODE DEPENDER DE OUTROS PAÍSES PARA SE ALIMENTAR (SE FALTAR, PODERIA ATÉ GERAR GRAVE CRISE POPULAR INTERNA, INCLUSIVE DE PERDAS DE CREDIBILIDADE GOVERNAMENTAL) E O PAÍS JÁ DECLAROU QUE IRÁ – ESTRATEGICAMENTE E MUITO PENSANDO NO SEU FUTURO - INVESTIR MUITO EM SUA SEGURANÇA ALIMENTAR (seja em território chines e/ou em muitos outros países, até africanos, desde que com plantios próprios e liberados), O QUE, DE FUTURO, MUITO IRÁ PREJUDICAR TODO O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO, VEZ QUE ELES JÁ SÃO NOSSOS MAIORES COMPRADORES. Na verdade, a China até já ligou um grande alerta para o agronegócio do Brasil e, aos poucos, iremos perder nosso maior cliente se nada for feito agora, sobretudo para muito agro industrializar rapidamente mais para sairmos da dependência externa de fertilizantes e de agroquímicos. Não podemos mais vender somente comodities para as tradings, até porque elas também passarão por sérios problemas mundiais. Vide “O plano da China pode abalar o agronegócio brasileiro?" em: https://youtube.com/shorts/uvltSowu9Vs?is=V-XOsbI0thyczMtn

Vide também ao final que o super consultor brasileiro Jose Kobori também tem outras sérias advertências sobre o possível futuro negativo do agro brasileiro depois de tudo o que vem acontecendo no Mundo desde meados de 2025.

No Brasil, FATO É QUE NINGUÉM AINDA – externo ou interno; público, privado ou cooperativo - QUER FINANCIAR, BANCAR ou sequer incentivar tais INVESTIMENTOS RURAIS (já fundamentais agora e no futuro como se lerá a seguir), MAS TODOS PRECISAM E QUEREM LUCRAR MUITO MAIS – DESDE QUE COM “ZEROS RISCOS” - COM OS RESULTADOS DELES.

Assim, penso e sugiro que já esta na hora de se propor uma mudança radical no tradicionalismo sistema de 70% para custeios + 20%0 investimentos + 10% comercialização. Temos que inverter urgente esta pirâmide e, realmente, priorizar/exigir e rápido direcionamentos de, pelo menos, 70% para investimentos grandes geradores/fixadores de empregos e propiciadores reais de bem maiores rendas familiares/coletivas/associativas dos trabalhadores rurais e sobretudo na AF. Como fui do BB e também do MDA (Programa PNUD), vejo que os agricultores viciaram nestas formas e estão usando muito mais os custeios talvez até para comprarem alimentos/bebidas e medicamentos e até em motos, veículos usados, combustíveis, pagamentos de faculdades EAD e não mais para auto alimentar como se pensa e pouco se fiscaliza. Também é fundamental investir para gerar empregos e rendas rurais, pois já ocorre uma gigante fuga da mão-de-obra rural mais dos filhos/parentes e até de alguns donos. Todos têm que serem incentivados/financiados/exigidos/até bancados com juros “zero” mais alguns não-reembolsos etc. tudo para investirem MUITO MENOS em quaisquer tratores mini/pequenos e/ou similares (que ao tempo que aumentam as produtividades e facilitam operações, também desempregam e tomam muita renda familiar dos empregados rurais) E MUITO MAIS em reflorestamentos com cultivos arbóreos rápidos e até com boas madeiras e sem nós (e não nativos lentíssimos e muito ambicionados pelas serrarias/madeireiros) como o Paricá, Tatajuba, angico branco, teca, acai e sobretudo, de Macauba para bioóleo aéreo e naval/locomotivo, estes em substituições modernas e muito mais produtivas e mais rentáveis/mais reais sustentáveis do que os atuais eucaliptos e pinus = “desertos verdes” segundo a BBC, todos já em ILPFE no pequeno valor em MF ou em MFS.  

Idem – neste momento mais que especial de correções de rumos do agro para muito mais renda familiar dos trabalhadores e bem maiores agregações de valor (para vender nos varejos vizinhos locais e das cidades e até para exportar no fair trade)- somente recomendo muito mais investimentos rurais e m obras grandes geradoras de empregos e rendas rurais como habitações rurais, pequenos e médios galpões, pequenas agroindústrias rurais, escolas rurais, irrigações/capturas-estocagens de aguas, maquinas e equipamentos (inclusive para refrigeração, transportes apenas internos, obtenções de marcas etc..), como para agregação e valor e industrias rurais (não recomendo investir em tratores e similares, pois, ao tempo que aumentam a produtividades, desempregam muito mais e concentram muito os salários pagos/, assim, também afugentando os operários .

Concluindo, segundo o eminente prof. Dr. Jose Kobori o Brasil tem urgente que voltar a industrializar (sobretudo agro industrializar) mais para exportar processados para o Mundo (tornando-se um formador de seus preços) e não apenas e grãos e de minérios, em que não passa de um mero tomador de preços formados nas bolsas e nos países importadores. Kobori nos lembra que já formos muito industriais  até  a década de 30 até a década de 80 (éramos uma potencial industrial coem ascensão) até a nossa revolução neoliberal iniciada no crash mundial de 1929 e já na era Vargas e quando voltamos a ser uma potência agrícola para termos nossa segurança alimentar e recebermos/retermos divisas) - , pois tem que fabricar o máximo possível de alimentos para auto consumos (também substituindo importações deles)Como a meta de nossos maiores países importadores de grãos e outros itens agrícolas (sobretudo soja, milho, café, açúcar, etanol, madeiras, frutas e carnes “in natura” etc..) é se tornar autossuficiente neles (sobretudo a China e Índia que já anunciaram que - após tal confusão mundial de Trump-Iran e a nova ordem mundial vigente - não querem depender de nenhum Pais do Mundo para se alimentar, o que afetará totalmente o Brasil futuro), o Credito Rural brasileiro precisa, urgente, ser renovado, repensado agora e tudo para bem mais modernização de nossos imóveis de quaisquer portes não mais para apenas produzir mais para agregar o máximo de valor e de marcas locais/regionais mais para ampliar nossa demanda interna por alimentos nacionais já prontos e, sobretudo para fizer mais pessoas nos campos MAIS para aumentar as rendas familiares rurais MAIS os empregos rurais e, com tudo, isto muito ampliando os auto consumos de alimentos locais/regionais/coletivos já prontos.

Para o Consultor Kobori e o perito Elias industrializar o país e uma questão de vida ou morte, futuras, pois, ou reindustrializarmos ou nossa economia morre e somente nosso Estado (Governo Federal) conseguirá refazer e comandar isto. Para os que não bem acompanham, o eminente brasileiro Prof. Dr. Jose Kobori da UNICESP e FGV (talvez o atual maior especialista em finanças do Brasil, pois já com mais de 30 anos atuando no mercado financeiro; com 10 anos de IBMEC atuando em fusões e aquisições e com Canal em linguagem clara e direta e já com milhares de seguidores diários da Confraria Jose Kobori), nos EUA cerca de 40,0% da população atual (número elevadíssimo, pois em torno de 137 milhões de pessoas.  Acerca vide “A China Acendeu um Alerta Vermelho para o Agronegócio Brasileiro” em https://youtu.be/TEn7Bk3giU0?is=YNxb7ZETOwlQseSa - VIDE AINDA MAIS EM:  https://youtube.com/shorts/m1kwnVZkcRg?is=GFUKCz93PnrRMAYe .

Kobori – outro ótimo discípulo do saudoso super ministro Dilson Funaro -  também cita que temos que aproveitar este momento de altos sucessos internacionais de demandas por maiores volumes, preços menores e ótimas qualidades e, com isto, de nossas bem mais exportações de nossos agronegócios para - em conjunto e sem políticas míopes ou apenas bipartidárias (que já destroem até os EUA) e sem nossa eterna síndrome de vira-latas - , voltarmos a agro industrializar rápido nosso pais, pois as crises contra o agro do Brasil virão e até rápido. Vide em: https://youtu.be/luLy5zJG97Y?is=_X7D6EeO5DwO9IpQ .k

Assim, finalizando, ao meu ver, precisamos urgente de bem criar/implantar um Projeto especial de investimentos com valor MÁXIMO/01 IMÓVEL FAMILIAR - e a bem implantar em até 02 anos - de R$ 80,0 MIL/01 imóvel familiar até hectares (sendo até R$ 20,0 mil para comprar alguns animais adequados e/ou recuperar/replantar de 2 a 5 hectares iniciais com espécies florestais realmente rápidas e madeiráveis sem nós (há umas 10 ótimas) - no máximo 5 anos até já adultas/abatíveis – e não com nativas, pois estas bem mais lentas e muito mais ambicionadas pelos vizinhos/madeireiros criminosos etc..) de obrigatórios ILPFE = Integração Lavoura-Pecuária-Floresta-Extrativismos mais R$$ 60 mil em 03 imóveis/mais maquinas/equipamentos e energia solar)com recursos governamentais Federais (no máximo, 70% dos orçamentos) mais Estaduais interessados (pelo menos, 30,0%) e ainda com participações reais de empresas compradoras locais - priorizantes de compras – MAIS  de Prefeituras, Cooperativas, CNA, Federações Estaduais e Sindicatos Rurais e CUT MAIS da FETRAF/CONTAG/Trabalhadores Rurais, Bancos oficiais inclusive CEF rural (e todas suas fundações beneméritas)  MAIS Integrantes dos fantásticos e requisitos/ exigentíssimos sistemas GIFE e ABONG MAIS de cada EMBRATER/EMATER (Coordenador Geral Brasil), Casa Familiar Rural do Município/região (Coordenador local Substituto) e similares estas nas modelagens/projetos/implementações/fiscalizações MAIS do SENAR nos treinamentos para agregar valor etc..) em cada pequeno imóvel da agricultura familiar de baixíssima a baixa renda bruta. Assim, neste tipo de pequeno imóvel mínimo -familiar ou não, de baixa renda e com média de 50 hectares em 04 módulos em Goiás (vide ao final e como exemplo) e neste momento crucial do novo agro brasileiro, são fundamentais incentivar, financiar sem juros e com até 10 anos de prazos ou até doar-se – a FUNDO PERDIDO, isto inclusive com certas reduções nos Imposto de renda a pagar, se o Governo Feral ousar e topar (com todos os direitos de o doador expor tais projetos/ações na mídia e propaganda mais nos balanços socioambientais corporativos anuais), para se construir e operar, pelo menos, 03 instalações/construções rurais estratégicas básicas orçadas, na soma, por no máximo R$ 50,0 mil, já eletrificadas e/ou com módulos solares mínimos a comprar (R$ 3,0 mil), e altamente consumidoras de mão-de-obra local (01 com até 30 m2 para o proprietário e/ou seu filho/neto MAIS 01 casa com até 30 m2 para uma família de trabalhador rural (mesmo que operando mesmo em tempo parcial local e isto, legalmente, sem perder quaisquer benefícios sociais governamentais rurais e/ou urbanos e isto sem assinar carteira) mais uma na forma de um galpão/deposito com mínimo de 24 m2 para agregar valor mais freezer (= R$ 3,0 mil) mais até 03 máquinas/equipamentos simples e baratos (R$ 4,0 mil), a escolher pela EMATER, e/ou  Casa Familiar Rural e/ou SENAR) e todas com pequenos quintais bem cercados, pois, são muitos atrativas diretas e redutoras de custos familiares dos trabalhadores rurais (isto, sem terem que pagar por alugueis, luz e agua e até criando pequenos animais e  uma horta para bem e alimentarem/fixarem).

Assim, finalizando, ao meu ver, precisamos urgente de bem criar/implantar um Projeto especial de investimentos com valor MÁXIMO/01 IMÓVEL FAMILIAR - e a bem implantar em até 02 anos - de R$ 80,0 MIL/01 imóvel familiar até hectares (sendo até R$ 20,0 mil para comprar alguns animais adequados e/ou recuperar/replantar de 2 a 5 hectares iniciais com espécies florestais realmente rápidas e madeiráveis sem nós (há umas 10 ótimas) - no máximo 5 anos até já adultas/abatíveis – e não com nativas, pois estas bem mais lentas e muito mais ambicionadas pelos vizinhos/madeireiros criminosos etc..) de obrigatórios ILPFE = Integração Lavoura-Pecuária-Floresta-Extrativismos mais R$$ 60 mil em 03 imóveis/mais maquinas/equipamentos e energia solar)com recursos governamentais Federais (no máximo, 70% dos orçamentos) mais Estaduais interessados (pelo menos, 30,0%) e ainda com participações reais de empresas compradoras locais - priorizantes de compras – MAIS  de Prefeituras, Cooperativas, CNA, Federações Estaduais e Sindicatos Rurais e CUT MAIS da FETRAF/CONTAG/Trabalhadores Rurais, Bancos oficiais inclusive CEF rural (e todas suas fundações beneméritas)  MAIS Integrantes dos fantásticos e requisitos/ exigentíssimos sistemas GIFE e ABONG MAIS de cada EMBRATER/EMATER (Coordenador Geral Brasil), Casa Familiar Rural do Município/região (Coordenador local Substituto) e similares estas nas modelagens/projetos/implementações/fiscalizações MAIS do SENAR nos treinamentos para agregar valor etc..) em cada pequeno imóvel da agricultura familiar de baixíssima a baixa renda bruta. Assim, neste tipo de pequeno imóvel mínimo -familiar ou não, de baixa renda e com média de 50 hectares em 04 módulos em Goiás (vide ao final e como exemplo) e neste momento crucial do novo agro brasileiro, são fundamentais incentivar, financiar sem juros e com até 10 anos de prazos ou até doar-se – a FUNDO PERDIDO, isto inclusive com certas reduções nos Imposto de renda a pagar, se o Governo Feral ousar e topar (com todos os direitos de o doador expor tais projetos/ações na mídia e propaganda mais nos balanços socioambientais corporativos anuais), para se construir e operar, pelo menos, 03 instalações/construções rurais estratégicas básicas orçadas, na soma, por no máximo R$ 50,0 mil, já eletrificadas e/ou com módulos solares mínimos a comprar (R$ 3,0 mil), e altamente consumidoras de mão-de-obra local (01 com até 30 m2 para o proprietário e/ou seu filho/neto MAIS 01 casa com até 30 m2 para uma família de trabalhador rural (mesmo que operando mesmo em tempo parcial local e isto, legalmente, sem perder quaisquer benefícios sociais governamentais rurais e/ou urbanos e isto sem assinar carteira) mais uma na forma de um galpão/deposito com mínimo de 24 m2 para agregar valor mais freezer (= R$ 3,0 mil) mais até 03 máquinas/equipamentos simples e baratos (R$ 4,0 mil), a escolher pela EMATER, e/ou  Casa Familiar Rural e/ou SENAR) e todas com pequenos quintais bem cercados, pois, são muitos atrativas diretas e redutoras de custos familiares dos trabalhadores rurais (isto, sem terem que pagar por alugueis, luz e agua e até criando pequenos animais e  uma horta para bem e alimentarem/fixarem).

FIM

Brasília (DF) e Porto Seguro (BA) em 08 de julho de 2026 (versão em português)

Grato pelas Leituras, Analises e Compartilhamentos.

 “VIVAMELHOR AMBIENTAL A BRAZIL THINK TANK”

(a modern and faster socioambientalist/green & susteinable Energies Brazilian “think tank).

Para outros detalhes, INCLUSIVE SOBRE ONDE, COMO E QUANTO INVESTIRES BEM MELHOR E ATÉ COM RISCOS “ZERADOS” (conheço e visitei 90,0% do interior do Brasil), contates-me apenas pelo e-mail [email protected]

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