CASE V: o empresário criou uma empresa de alimentação industrial e após se aventurar na política da cidade e diretorias de clubes, resolveu atuar em outro segmento, entregando a empresa ao filho e filha, para que tocassem, interferindo apenas em momentos mais críticos.
O filho se formou em administração e tem 25 anos, atuando na área administrativa da empresa, mas sem vocação para área comercial, que o pai fazia muito bem, embora seu sucesso estivesse mais relacionado a sua forte convivência social com os empresários clientes, em clubes, associações e outras entidades. Resolveu atuar também com imóveis e montou uma imobiliária na mesma cidade. A filha, de 23 anos, nutricionista, cuidava da parte operacional e da qualidade das refeições. Por uma questão de concorrência e preços, andaram perdendo alguns clientes no mercado local, fato que fez o pai assumir várias visitas aos clientes, tentando reverter algumas quebras de contrato. Conseguiu algumas, mas teve dificuldades com outras, que alegavam uma queda na qualidade da comida, que as pessoas tinham enjoado do tempero deles e queriam experimentar novas opções. A filha, atuando internamente e sem vocação comercial se limita a tomar conta dos equipamentos, ingredientes e das cozinheiras. O filho, não tem vocação comercial, apenas social, nas badalações locais e festas. A empresa começa a sentir a força de novos concorrentes mais competitivos...


