Marcos Facó, diretor de comunicação e marketing da Fundação Getúlio Vargas, disse no dia 12 de março que as redes sociais não têm o poder de eleger ninguém.
Ele atribui isso a uma grande predominância nos rincões do interior do país, das mídias rádio e TV. Consequentemente, quando falamos de agronegócio, falamos do interior brasileiro, e um interior que despertou nos últimos 30 anos mais efetivamente.
O que move a boa comunicação está na qualidade da essência do seu fundamento. Existem verdades que não morrerão jamais, e ao mesmo tempo, uma série de retalhos de partículas de verdades que nos permitiriam contar um monte de mentiras.
A última pesquisa da Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio –ABMRA feita em 2017 registrou e surpreendeu com o crescimento da mídia do rádio, como a mais capilar e com audiência elevada junto aos produtores rurais.
Mídia social é a segunda em crescimento, o que revela a importância da mídia rádio com as redes sociais de credibilidade. Reunidas, e não isoladas.
Na comunicação, o meio vira mensagem, mas o conteúdo do que se comunica faz a diferença, e precisamos elevar a comunicação do agronegócio a patamares que rompam o tempo e fujam das discussões bobas, em que redes sociais parecem briga de rua e de torcidas organizadas.

