Sem BACEN fiscalizar atos bancos dividas familiares explodem
- RESUMO CURTO -
- Tal meu novo artigo até revoltoso – diferenciado, muito patriota, realista, respeitoso e sem ofender - demonstra com muitos informes (fui bancário por 34 anos) e dados que, ao tempo em que alguns Tribunais de Brasília e dos TJ dos Estados muito distorcem – talvez até auto protetivamente - as proteções inteligentes e justas da Constituição mais dos Códigos protetores diversos (CC, CPC, CDC e outros) - talvez para protegerem/blindarem até o BACEN mais os bancos, cartões, financeiras, fintechs, comércios etc.. (vide recente caso do novo Sisbaduj do CNJ e a pedido/lobbies de 06 bancos gigantes, sendo 02 estatais) altamente protegidos e lucrativos –, tudo ocorre contra os R$ milhões dos saldos devedores elevados atuais – talvez até fabricados/estimulados - de famílias pobres/desinformadas/presas fáceis etc. Tais famílias sempre se revelam como presas muitos fáceis das milhares de instituições financeira, protegidas, pressionadoras e altamente gananciosas acima, famílias estas (já 80,9% do total Brasil) altamente devedoras de seguidas dividas/prorrogações talvez até fabricadas, forçadas/goela-abaixo e até com muitas contratações ilegais, seguros ilegais, elevações de saldos suspeitos e ilegais etc. Se nada for feito urgente (achei o Densenrola 2.0 muito fraco, tímido e até muito protetor do Governo), os consumos, comércios e transportes de muitos itens essenciais podem muito reduzir em até 05 anos, ao tempo de muito ampliar a inflação mensal mais as perdas políticas/desenvolvimentistas. Na verdade, os bancos e demais acima não precisam de proteções contra as dívidas das famílias pobres (mas trabalham para lucrarem o máximo mesmo que matando as presas fáceis, mesmo que até desonestamente e até bem apoiados/protegidos por Brasília, e com estes golpes contra tais famílias talvez até já bem engolida pelos tribunais de Brasília mais pelo BACEN, este quase que nada fiscalizador real (como a imprensa denúncia muito nos casos MASTER/BRB/Banco Santos et..). Os bancos brasileiros já tiveram lucros recordes em 2024 e 2025 e suas dívidas/empréstimos estão altamente protegidas por diversos seguros (muitos lucrativos para os Bancos e alguns talvez até ilegais como dos seguros prestamistas) mais pelas vendas de seus passivos antes de se tornarem prejuízos para seguradoras próprias e/ou externas (por 5,0% a 10,0% do valor final, o que comprova as suspeitas de suas elevações artificiais/forçadas e, mesmo assim, ainda sendo muito lucrativas para tais seguradoras). Os bancos e demais acima no Brasil nada perdem em tais operações com seus altos saldos devedores mais que suspeitos, pois eles são altamente espertos/expertos até no seu operacional cada vez mais executados pelos clientes e/ou fora de suas já poucas agências físicas. Espertamente, e PARA LUCRAREM MUITO MAIS (o que o BACEN mais os Ministros e juízes acima talvez não sabem ou talvez até finjam não saber/não bem acompanhar), somente nos últimos 10 anos o Sistema bancário brasileiro eliminou mais de 80 mil postos de trabalho, essenciais para os bons, corretos e honestos atendimentos (reduziu seu funcionalismo de 504 mil para 424 mil, ou seja, com diminuição de 16,0%), tudo para aumentarem ao máximo seus lucros e mesmo com atendimentos/motivações bem piores, o que também leva a inadimplência dos devedores, até pelas perdas de confiabilidades. Atualmente, já cerca de 10,0% a 15,0% dos atendimentos bancários são feitos nas maquinas de atendimentos/ATM existentes - quando funcionando - nas salas de atendimento externos e em cada agencia predial (sem nenhuma segurança e, invariavelmente, com meliantes e até bandidos presentes, próximas ou a inteira espreita fora dos locais, ficando MAIS 82,0% dos atendimentos efetivados - também gratuitamente para os bancos e outros credores e as inteiras custas dos devedores - pela Internet pessoal/empresarial MAIS apenas, INCRÍVEIS, 3,0% a 8,0% pelo atendimento físico predial local.
- ARTIGO CURTO (04 pg.)-
No Brasil - embora o ainda muito livre, talvez muito blindado e pouco questionado, BACEN afirme o contrário (talvez até pouco ou nada arguido/fiscalizado/contestado pelos doutos e respeitáveis Ministros do CNJ, STJ, TST e até por alguns Ministros do STF) sabe-se que todas as grandes Instituições Financeiras (bancos, fintechs, cartões, financeiras, seguradoras etc.) - cartelizadas ou não, protegidas ou não, mas com inegáveis altíssimos lucros em 2024 e 2025) – podem estar operando bem mais/lucrando ainda mais, MAS em total desfavor dos interesses das famílias - sobretudo das mais pobres e das classes médias (como provam os dados abaixo), ou seja, contra o povão. Tais famílias pobres já estão altamente devedoras, sendo boa parte por dividas espertas talvez até fabricadas/ampliadas/desvirtuadas/ilegalizadas por tais intuições financeiras (como muitas ações contrarias de sucesso já provam exemplarmente), quem sabe com tais Instituições nefastas talvez já bem orientadas, bem cartelizadas e até bem protegidas pelos tribunais acima etc., como bem se viu e se suspeita na recente implantação do novo Sisbajud. Quase todas as condenações/julgamentos contra tais famílias iniciam, intensivamente, nos TJ estaduais (depois sobem até o STJ, TST, CNJ e até STF) e, quase sempre, talvez ocorram baseadas em vergonhosas/impatriotas/ambiciosas interpretações jurídicas de possíveis falhas/brechas na Constituição, Código Civil, Código do processo Civil, Código do Consumidor e outras Leis, estas, pelo contrário, com a maioria sendo até que muitos claras e protetoras dos mais pobres e dos mais humildes.
Outra prova, incrível, das muitas ambições financeiras contra os pobres, comerciantes etc., é que atuando livremente e de muitas formas e fins em Brasília (sobretudo em fortes lobbies pressionadores), atualmente, já temos 51.408 advogados inscritos somente na OAB-DF (73 por 01 pessoa) dos 1.596.448 advogados atuantes no momento em todo o Brasil (vide link abaixo) e com a maioria atuando fortemente e bem pagos em Brasília por clausulas de sucessos (mais certo pagamento mensal fixo) em Bancas e Escritórios privados. Segundo a IA do google, a maioria opera bem mais no STF, STJ, TST, TSE (todos tribunais sedes nacionais) e no TRF-1 (tribunal local), ou seja, com quase todos atuando com elevados custos e que os devedores (povão, pequenos comerciantes, MEI etc.) não têm como bancar/pagar – mesmo de forma grupal - e que o muitos renomados Ministros do STJ, e até do STF, e outros acima parece que não sabem ou não se importam com saber.
Então, pergunto-vos porque o Ministro do CNJ/STF não incluiu na reforma acima para melhorias/agilizações do Sisbajud que a Defensoria Pública da União (DPU com sede em Brasília) mais dos Estados (DPU estaduais e regionais nas comarcas) para também defenderem, gratuitamente, todos os devedores/partes mais fracas/povão/famílias carentes e sempre muito lesadas contra tais ações bancárias e similares etc. suspeitas, mas conforme já até se prova e muito? Atualmente, infeliz/equivocadamente, tais DPU somente atendem (com poucas senhas diárias distribuídas somente das 7:00 h as 13:00 h) para defenderem GRATUITAMENTE somente contra ações que envolvem apenas interesses federais (não privados, nem contra bancários mesmo que muitos lesivos ao povo etc.), ou seja, atuando – talvez até “molezinho” e/ou apenas em interesse focado e/ou interesse próprio governamental e talvez até protegendo os interesses órgãos do governo envolvidos mais talvez os até que claros corporativismos e talvez até as receitas gigantes das muitas bancas de advogados etc.. Também, a famosa e muito aplaudida/endeusada/divulgada DPU acima somente atua contra ações/cobranças/erros previdenciários mais contra direitos humanos, direitos de saúde pública, imigrações, refugiados, mais em defesas de minorias e de grupos vulneráveis (ou seja, talvez atuando bem mais politicamente).
Ora, imaginem agora como um pequeno produtor rural familiar aposentado rural, com filhos estudando na cidade vizinha e com eles morando em casa de aluguel e, assim, com ele já muito endividado em cerca de R$ 30,0 mil em cartões prorrogados/multados (ou seja, presa muito fácil de tais cartões e com talvez até cm boa renda futura na visão dos cartões, bancos etc..), pois, ou não pode ir a cidade nos dias uteis e/ou os vencimentos dos cartões/créditos pessoais ocorreram em dias de feriados municipais e que tais instituições financeiras acima (sobretudo, as famosas e novas fintechs) não controlam não respeitam nem acatam. Pelo contrário, elas espertamente impõem pesadas multas se não forem pagas “em dia” (mesmo não sendo dia útil) e/ou até as prorrogam e/ou as recontratam (já aconteceu isto comigo e por 02 vezes) para não serem inscritas em CL - Crédito em Liquidação e/ou em Prejuízos (que muito diminui o conceito negocial da Fintech ou banco), todos talvez até com caros seguros prestamistas próprios - não autorizados - e todo contratados sem nenhuma participação, concordância e/ou saber do seu emitente devedor familiar rural e cuja família depende de sua aposentadoria mais de programas sociais como o Bolsa Família para sobreviverem/estudarem/se alimentarem. Como tal agricultor pobre e sacrificado poderá pagar cerca de R$ 4,5 mil (15% normal) a um bom advogado local para se defender de tais espertezas dos cartões, financeiras etc. e com todos já de olhos nas suas vendas futuras - após 06 meses de lutas e custos elevados - de sua carga de suínos por R$ 35,0 mil, sendo tal renda prioritariamente programada/esperada/economizada para fazer tratamentos dentários de sua família, pagar alugueis atrasados e outros. Então, pergunto para que serve mesmo tal DPU tão aplaudida acima? Vide mais dados em: https://www.oab.org.br/institucionalconselhofederal/quadroadvogados MAIS em https://www.instagram.com/reels/DEpPsoRIZp2/.
Também, arguo sobre até que ponto - e com quais objetivos governamentais/políticos - a ainda nada questionada autonomia/independência total do BACEN foi criada em 10/02/2021 para proteger os grandes bancos, cartões, financeiras, comércios etc. talvez contra todas as famílias brasileiras cada vez mais devedoras (já cerca de 80,9% das famílias do Brasil - segundo relatório recente da PEIC – Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor da CNC). Já para um famoso consultor do IBMEC, infeliz e atualmente, mais da metade (50,0%) da população adulta brasileira atual (82,8 milhões de pessoas) já está inadimplente, sendo que em 1990 a inadimplência somente atingia 26,0% da população adulta.
Se nada for feito de real e rápido para realmente proteger tais famílias altamente devedoras atuais - com dividas crescentes, cada vez mais, e claramente forçadas, bem fabricadas, estimuladas, nada fiscalizadas etc. – os consumos futuros e os comércios/transportes etc. de milhares de itens despencarão em até 05 anos e a inflação mensal disparará, idem? (acho que que o Desenrola 2.0 foi muito fraco, tímido e até muito protetor do Governo, pois já nasceu capenga, pois o Governo, simplesmente, não aceitou tributar bem menos tais dividas nas suas renegociações (a aderir e a renegociar/postergar) nem incluiu a possibilidade de a pessoas/famílias também renegociarem itens fundamentais como dividas com Imposto de Renda e com outros impostos; dividas com penhores de valores e joias da Caixa; dividas gigantes familiares com crediários de lojas e mesmo que já negativados (até com carnês), mais com as contas de Luz, agua, telefone, gás, internet etc. seja em órgãos públicos ou com empresas privadas.
Sinceramente, as soluções das elevadíssimas dividas agrícolas pelos Programas de Securitização de 1995 para os agro-familiares) mais o Programa PESA de 1998 para os empresários agrícolas (de que participei das criações) foram muito melhores e com resultados efeitos e reais (não apenas prorrogadoras dos tipos “enxugas gelos” e/ou recriadoras de novos problemas futuros/novas dividas) para os agricultores, do que o atual Desenrola 2.0. tenta ser para o povão com as atuais dividas muito inchadas e suspeitas.
Ora todos, ou quase todos nós sabemos que todas as instituições financeiras acima nunca perdem nada (parece que menos os tribunos acima, pois talvez pouco ou nada acompanham ou fiscalizam no BACEN), pois todas suas operações são protegidas por diversos tipos de seguros (inclusive, a maioria, ilegalmente, paga por tais devedores nos contratos de seguros prestamistas, seguros de créditos etc., a maioria não autorizados ou não assinados fisicamente).
Ora, também todos nós também sabemos que tais instituições financeiras sempre vendem tais dívidas, de forma muito barata, com tudo indicando e já comprovando (à vista do beneplácito do super BACEN) que antes elas elevaram muito seus saldos irregularmente, e até ilegalmente, como já provam muitas ações na vencidas pelos devedores/consumidores nas Justiças locais e estaduais (há muitas ofertas diárias e diretas de prestações de serviços/defesas advocatícias especializadas no facebook, no Instagram e outros) num novo e gigante negócio de direito e que já comprovam a suspeita/afirmativa acima de milhões de saldos devedores inchados ilegalmente. Idem até o novo Programa Desenrola 2.0 este com descontos obrigatórios de 30,0% até 90,0% de tais saldos, conforme a data da inadimplência (mas somente para rendas menores).
Os prazos bancários para recebimentos/renegociações de tais dividas são bem claros e flutuam, desde serem consideradas como CL = Créditos em Liquidação após 30 a 60 dias de vencidas, até serem classificadas como Prejuízos e/ou como “Baixa Contábil” (isto após 180 dias a 360 dias em alguns poucos casos), sendo – a maioria de tais dívidas não pagas /não contratadas - nestes casos - vendidas as tais seguradoras com super descontos acima e até seus 179 dias.
Parece-me até que os Ministros, juízes e funcionários dos tribunais acima não sabem que os bancos nada perdem, pois todas contratam seguros protetores e idem todos vendem suas dívidas não asseguradas/não pagas (muito infladas e até ilegalmente) antes dos seus vencimentos finais para suas próprias seguradoras e/ou outras seguradoras externas (como Ativos, Recovery, Hoepers Recuperadora, Allienz trade, Coface etc..). O mais incrível é que elas conseguem lucrar e muito pelas elevadíssimas escalas de compras mais pelos descontos exigidos de 90,0% a 95,0% (compram por 5,0% a 10,0% dos saldos devedores em Prejuízos) e depois cobram/pressionam/ameaçam/te ligam todo santo dia pelo dobro ou triplo do valor que compraram, mais por já estarem bem resseguradas até no exterior. Também, além de contratarem ou recriarem ou prorrogarem dividas com cartões que o devedor não pediu como acima, em média, 70,0% dos contratos de empréstimo consignado e pessoal no Brasil são emitidos com a inclusão de um seguro, conhecido tecnicamente como seguro prestamista. Nos financiamentos de veículos, esse índice é ainda mais elevado, atingindo cerca de 90,0% das operações. O Seguro Prestamista trata-se de segmento muito rentável, pois estudos mostram que é uma fonte de alta rentabilidade para os bancos, com comissões que podem chegar a 87,0% do valor dos prêmios pagos até a força, tornando o produto muito atraente para as instituições financeiras lucrarem ainda mais e ‘molezinho”.
Incrivelmente, também sabemos que no operacional bancário diário constatam-se elevados riscos de roubos de senhas e de cartões de créditos e de outros furtos, inclusive, nos locais de atendimentos bancários externos e antes dos detectores de metais e, portanto, totalmente inseguros (salas de autoatendimentos com suas ilhas de ATM ou de bancos 24 horas ou de caixas eletrônicos, caixas automáticos etc. – maquinas de saques, depósitos e pagamentos) e isto sem nenhum investimento em segurança bancária local completa e que nem o BACEN nem os tribunais acima não sabem ou não exigem ou FINGEM NÃO SABER PARA NÃO EXIGIREM.
Espertamente, e PARA LUCRAREM MUITO MAIS (o que o BACEN mais os Ministros e juízes acima talvez não sabem ou talvez até finjam não saber/não bem acompanhar), somente nos últimos 10 anos o Sistema bancário brasileiro eliminou mais de 80 mil postos de trabalho, essenciais para os bons, corretos e honestos atendimentos (reduziu seu funcionalismo de 504 mil para 424 mil, ou seja, com diminuição de 16,0%), tudo para aumentarem o máximo seus lucros e mesmo com atendimentos/motivações bem piores, o que também leva a inadimplência dos devedores, até pelas perdas de confiabilidades. Atualmente, já cerca de 10,0% a 15,0% dos atendimentos bancários são feitos nas maquinas de atendimentos/ATM existentes - quando funcionando - nas salas de atendimento externos e em cada agencia predial (sem nenhuma segurança completa e, invariavelmente, com meliantes e até bandidos presentes ou próximos ou a inteira espreita fora dos tais locais, ficando MAIS 82,0% dos atendimentos efetivados - também gratuitamente para os bancos e outros credores e as inteiras custas dos devedores - pela Internet pessoal/empresarial MAIS apenas, APENAS, 3,0% a 8,0% pelo atendimento BANCÁRIO físico predial local.
No mesmo período de 10 anos acima houveram elevadas substituição dos bancos com agencias físicas (que terão que ser fechados aos poucos e muito prejudicando os pequenos municípios e seus pequenos negócios e os aposentados/Bolsa Família/Vale Gás, bolsas etc.., mas numa situação que BACEN adora e que talvez até incentiva, pois, teoricamente, reduz os custos e os riscos bancários) pelos talvez péssimos – e/ou pouco confiáveis – bancos e cartões de créditos apenas digitais, ou seja, completamente dependentes de os devedores/contratantes terem acessos plenos e constantes a internet de qualidade na sua casa e fora do seu horário de trabalho.
Segundo o IA google, na última década, o Brasil vivenciou um "boom" de instituições financeiras voltadas para o ambiente virtual. Embora o BACEN não classifique as empresas estritamente como "bancos digitais" (o termo regulatório formal engloba Instituições de Pagamento e Sociedades de Crédito Direto), estima-se que mais de 1.000 fintechs com serviços bancários tenham surgido no país nesse período. Os principais fatores que impulsionaram esse crescimento e as instituições que se destacam incluem: a) O Ecossistema Atual: A Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs) contabiliza cerca de 1.500 fintechs em operações no País. Desse montante, mais de uma dezena consolidou-se como os principais bancos digitais do mercado para o consumidor.; b) Protagonistas do Mercado: Pioneiro ao nascer 100,0% digital, o Nubank lidera essa transformação, já atingindo a marca de 100 milhões de clientes. Outros players de grande destaque incluem Banco Inter, C6 Bank, PicPay e PagBank; c) Impacto no Setor: A inovação tecnológica e o advento do Pix resultaram em um volume superior a 250 milhões de contas digitais abertas no Brasil, um número que supera a população nacional; d) Transformação Tradicional: Como reflexo do sucesso dessas novas empresas, o mercado bancário tradicional foi forçado a se adaptar, resultando na redução de cerca de 40,0% das agências físicas dos 05 maiores bancos somente nos últimos 10 anos.
Quem é da área bancária talvez até já saiba e talvez até conheça muito bem como alguns bancos, financeiras, cartões, Seguradoras fazem para muito inchar/ampliar muito uma dívida pequena até NUNCA CONTRATADA ou ASSINADA ou AUTORIZADA PELO CLIENTE. Pessoalmente, já passei por 03 desses casos e que posso até comprovar com documentos.
Comprovando os grandes erros acima mais as insensibilidades contra o povo e até as desinformações, talvez intencionais/suspeitas dos Ministros, de seus Pares nos Diversos tribunais protetores/tergiversadores de Brasília e dos Estados (TJ estaduais) etc., nenhum dos empréstimos e/ou operações bancárias – passadas e/ou futuras - corre quaisquer riscos de não recebimentos/não pagamentos, pois a maioria das operações (de formas até bastante ilegais ou ao sabor das diversas intepretações legais possíveis localmente) são bem acobertadas pelos chamados “Seguro “Prestamistas” e com custos de 0,5% a 2,0% ao mês sobre o saldo devedor total da dívida, o que quase sempre leva alguns ancos, cartões etc.., expertos/espertos, a inflarem tais saldos, mesmo que ilegalmente e com contrações apenas facultativas, mas que todos praticam sem informar o devedor (isto é, sem fiscalizações locais).
Alguns bancos, cooperativas de créditos, cartões, financeiras etc. - mais amalucados/super ambiciosos/sem respeitos e sem temores de fiscais, nem dos PROCONS - também prorrogam, recontratam, renegociam tais débitos - já vencidos ou prestes a vencer para nova data e com novos valores crescentes – e que o devedor não pediu ou não autorizou ou nem reconhece nem assinou nem sabe quando irá vencer.
Com isto - sem nenhuma participação ou conhecimento do devedor – o novo prazo e a nova dívida correm e viram uma bola de neve gigante até que o banco as execute no juizado local ou estadual e isto mesmo já tendo transferido toda a dívida para pagamento e assunção por sua seguradora. Estes fatos acima já ocorreram comigo mais esposa nos cartões por 02 vezes e uma vez até com transferência – não solicitada/ não autorizada/não assinada – de uma dívida minha em financeira (esta há 15 anos sub judice) para a maior seguradora deste tipo no Brasil, espertamente e do mesmo grupo do banco. Em geral, os bancos vendem tais dividas por valores muito e muito menores (vide acima) do que seus saldos mal explicados/irreais, até porque eles já foram pagos por tais seguros.
Também, além de contratarem ou recriarem ou prorrogarem dividas com cartões que o devedor não pediu com acima, em média, 70,0% dos contratos de empréstimo consignado e pessoal no Brasil são emitidos com a inclusão de um seguro, conhecido tecnicamente como seguro prestamista. Nos financiamentos de veículos, esse índice é ainda mais elevado, atingindo cerca de 90,0% das operações.
Tais seguros de créditos e seguros prestamistas não são oferecidos aos tomadores/devedores, diretamente, pois seriam classificados como as ilegais “vendas casadas” , na verdade “compras casadas” pelo devedor, (muito comuns nos agronegócios e financiamentos rurais, conforme muitas denúncias), mas nada impede que os bancos e cooperativas de créditos e outros contratem tais seguros protetores de riscos, em geral na mesma seguradora do Grupo, e a inclusão de seus custos anuais ou mensais nos encargos financeiro a cobrar (isto já foi constatado facilmente nas muitas operações de créditos inadimplentes pelos tais peritos financeiros ou peritos contábeis acima citados, quando eles exigem dos tais bancos o tal histórico evolutivo e bem detalhado dos saldos devedores diários (DED Documento de Evolução da Dívida) mais do DDC Documento Descritivo de Crédito, da mesma forma) de tais operações e/ou cobrança suspeitas.
Além disso, todas tais negociações/renegociações já tomam muito mais tempo dos devedores do que dos tais credores, e cujos devedores até têm que se ausentarem de seus serviços e/ou de deixarem de ir aos seus atendimentos médicos, dentista, escolas, trabalhos etc.., tudo isto para trabalharem de graça para tais bancos e cartões de créditos e outros, que agora ainda mais, erroneamente, talvez sejam os mais favorecidos e incrivelmente pelo CNJ/STF (vide meu corajoso/perigoso artigo/denuncia recente sobre a criação do novo Sisbajud neste mesmo site) etc.
Também, como exemplo real, desde a semana anterior, estou sendo novamente cobrado por uma dívida com uma operadora de Celular e que já paguei há 08 anos e ela até já me mandou recibos e pediu desculpas. Somente agora percebo que ela não deu baixa no sistema, o que é outra situação muito comum nestes casos (claramente dos tipos se colar, colou provando que estamos totalmente desprotegidos de tais crimes contra devedores/consumidores) mais nos financiamentos bancários e nas dívidas com financeiras e com cartões (ressuscitação dos problemas, o que exige – de novo – um bom advogado para baixar e não adianta acioná-los por perdas e danos, pois os juízos/fóruns especializados os protegem, alegando que foram falhas pessoais e não empresariais.
Com tudo isto acima, o setor bancário brasileiro voltou a chamar a atenção em 2024 e 2025 por resultados financeiros que parecem desafiar a lógica de desaceleração econômica global, sendo que dois gigantes - Itaú Unibanco e Santander Brasil - registraram lucros extraordinários, cada um à sua maneira, refletindo estratégias robustas de negócio mais de gestão de risco mais de adaptação ao contexto macroeconômico local vigente e futuro.
Além disso, a recente adoção de estratégias focadas em crédito com garantias e cortes de custos operacionais impulsionou ainda mais os resultados.
Segundo a IA do google, os principais pilares que sustentam essa lucratividade incluem: a) Ambiente de juros elevados, pois com taxas como a SELIC em patamares historicamente altos, as instituições ampliam suas margens financeiras. Isso significa que o dinheiro rende mais quando investido pelo banco ou quando repassado aos clientes nas formas de empréstimos e de financiamentos; b) Forte concentração bancária em que o mercado brasileiro possui um alto grau de concentração, o que limita a concorrência real. Sem muitas opções no mercado, os consumidores acabam pagando taxas mais altas e “spreads” persistentes (a diferença entre o que o banco paga para captar dinheiro e o que cobra para emprestar); c) Foco em linhas rentáveis e controle de calotes, pois a inadimplência levou os bancos a se tornarem mais seletivos. Muitas instituições, como já bem descrito/bem provado antes, reduziram muito seus custos com agências físicas; cortaram despesas com tecnologia e, agora, priorizam créditos com garantia (como o imobiliário e o consignado), diminuindo os riscos de prejuízos; d) Receitas com serviços em que além dos juros, os bancos lucram fortemente com a cobrança de tarifas de manutenção de conta, cartões de crédito e seguros etc., ou seja, com tudo garantindo um fluxo de caixa constante independente do ciclo econômico. Acerca vide: https://www.startse.com/artigos/lucros-estratosfericos-dos-bancos-brasileiros-o-que-esta-por-tras-das-fortunas-de-itau-e-santander/
Concluindo, trabalhei arduamente por 34 anos na atividade bancaria de um grande Banco Estatal, sendo 10 anos em diversas agencias do interior mais 24 anos como Analista de Negócios e de Tendências na Direção Geral de tal Banco em Brasília. Ao todo, devo ter visitado/orientado em agronegócios umas 50 praças diferentes no País (Superintendências mais Agencias do interior) e confesso que nunca vi ou ouvi relato de alguma delas de que recebera quaisquer tipos de fiscalizações pelo Bacen nos últimos 05 anos, embora ocorressem constantes, inesperadas, rigorosas, orientativas/corretivas e até muito nervosas visitas de inspetores do próprio banco. Ao contrario no longo período em muitas agencias, ouvi e até constatei, muitos relatos de claros descumprimentos locais de normas pelos bancos privados da mesma cidade(também nunca fiscalizadas localmente pelo Bacen, segundo seus próprios funcionários/amigos), sobretudo nos aspectos ilegais de “vendas casadas”; atendimentos escondidos e com livres acessos por alguns clientes mais ricos nos pós-horários; livres concessões de cheques especiais até para funcionários de baixa rendas e/ou de altos riscos e até para esposas de políticos locais; coletas de cheques e de depósitos nos pontos de vendas comerciais; entregas de papel moeda (dinheiro vivo) nos pontos de comércios e a qualquer momento; vendas de financiamentos até sem cadastros e sem rendas compatíveis; imensos e constantes assédios aos comerciantes, Prefeitos, Secretários e Vereadores, grandes fazendeiros, diretores financeiros de frigoríficos/cooperativas/agroindústrias etc., inclusive para coletas de depósitos e/ou pagamentos a clientes mais ricos; mais acessos diretos e altas influencias e priorizações nos Detran e Delegacias das cidades etc..
FIM
Brasília (DF) e Porto Seguro (BA) em 23 de maio de 2026
Grato pelas Leituras, Analises e Compartilhamentos.
“VIVAMELHOR AMBIENTAL A BRAZIL THINK TANK”
(a modern and faster socioambientalist/green & susteinable Energies Brazilian “think tank).
Para outros detalhes, contates-me apenas pelo e-mail [email protected]