“Rentabilidade do agricultor é investimento na tecnologia” – Entrevista
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Agronegócio

“Rentabilidade do agricultor é investimento na tecnologia” – Entrevista

Agrolink ouviu vice-presidente da Timac Agro, Marco Aurélio Justus
Por: -Leonardo Gottems
A Timac Agro anunciou nesta terça-feira (12.03) seus objetivos e planos de investimento e expansão no Brasil. A empresa é parte do Grupo Roullier, que tem presença em mais de 40  países com 60 unidades industriais e dois bilhões de Euros em volume de negócios.

No Brasil, a Timac iniciou suas atividades em 1997, na cidade de Rio Grande (RS). Em 2005 expandiu suas operações para as Regiões Nordeste, Centro Oeste e Norte, com fábricas em Candeias (BA) e Santa Luzia (AL). O Portal Agrolink ouviu com exclusividade o vice-presidente executivo e marketing estratégico da Timac Agro, Marco Aurélio Justus (foto/crédito: Douglas Fernandes).

Qual é o grande objetivo da Timac Agro para o mercado brasileiro?

Marco Justus - “Nós acreditamos muito no desenvolvimento do mercado brasileiro. Os anos têm sido favoráveis para a produção. A rentabilidade do agricultor hoje nos mostra o caminho do investimento na tecnologia. Como somos uma empresa calcada em tecnologia, em produtos avançados, acreditamos que essa área vai se desenvolver bastante no Brasil. Depositamos todo nosso investimento, e nossa crença, de que o Brasil se tornará importante nesse mercado de tecnologia. Nossos produtos devem responder a essa necessidade do agricultor pela produtividade, pela melhoria dos fatores de produção, das comodidades, de todos os aspectos de segurança, meio ambiente e o que isso pode oferecer.

Porque a preocupação em conciliar o produto oferecido ao serviço de apoio ao homem do campo?

Marco Justus – Esse binômio só consegue alcançar sua plenitude se tivermos uma equipe de consultores de alto nível. A qualificação das equipes no posicionamento desse produto e na prestação do serviço é para que coloque, de fato, nosso produto da maneira correta no mercado: aplicado de forma certa, na dose ideal e da fonte indicada. Isso forma para nós um binômio importante: ter um produto de tecnologia e um consultor altamente qualificado para identificar essas oportunidades e fazer  a melhor recomendação. Só assim eu mostro ao agricultor que o meu produto dá resultado, dá retorno, e que ele pode investir com segurança e tranquilidade na condução de seu negócio com a adoção da nossa tecnologia.

O Brasil não é um produtor de matéria prima para fertilizantes. Como o aumento de impostos sobre a importação desse item (proposto pela Camex), afeta ao produtor e ao consumidor final?

Marco Justus – Se você taxa o início da cadeia, você vai ter desdobramentos nos custos de produção do agicultor e um repasse desses custos ao produto final. Isso nos preocupa. A logísitica também é uma preocupação muito forte, que merece muito da nossa atenção. Estamos atentos a essas mudanças de cenário para poder tomar decisões e interagir da melhor maneira possível.

 


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