A capacidade das plantas de responder de forma diferente a uma nova seca após uma experiência anterior de estresse tem ampliado o interesse pela epigenética e pela memória fisiológica. Segundo Braitner L. Andrade, especialista em estratégia e desenvolvimento de mercado, essa resposta ocorre não por uma mudança no DNA, mas por alterações na forma como determinados genes são lidos e ativados.
A soja lembra da seca?
Na soja, esse mecanismo pode tornar a reação ao déficit hídrico mais rápida
Por Leonardo Gottems
15/07/2026 07h00 · Fonte: Agrolink


