Abatedouro de frango pode abrir 2,5 mil vagas em Campo Grande (MT)

Agronegócio

Abatedouro de frango pode abrir 2,5 mil vagas em Campo Grande (MT)

A nova planta de abate de frango deverá abater 300 mil aves por dia
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O diretor-geral da Aurora Alimentos, Rainer Goehr, esteve reunido nessa quinta-feira (26-07) com o governador do Estado, André Puccinelli, e o prefeito de Campo Grande, Nelson Trad Filho, para discutir a possível instalação de uma unidade de abate de frangos na Capital. Depois de anunciar que a Aurora dobrará a capacidade de industrialização de suínos na unidade de São Gabriel do Oeste, o diretor da empresa passou a negociar a instalação de um abatedouro de frango na Capital, conforme sugestão do prefeito de São Gabriel, Adão Rolim, já que o município – distante 130 quilômetros da Capital – não possui mão-de-obra para atender à nova unidade.

Acompanhado do presidente da Cooperativa Agropecuária de São Gabriel do Oeste, Jair Borgmann, o diretor-geral da Aurora participou da reunião nessa quinta-feira (26-07) com o Executivo estadual e de Campo Grande e adiantou que a decisão sobre a instalação ocorrerá neste sábado (28-07) durante assembléia dos sócios da Aurora, em São Gabriel do Oeste, uma vez que o Rio Grande do Sul também estaria sendo estudado pela empresa para receber a nova unidade industrial.

Inicialmente, de acordo com o prefeito Adão Rolim, a intenção da Aurora era instalar o abatedouro de aves em São Gabriel, mas o empreendimento é inviável pela falta de mão-de-obra no município. Segundo ele, a estimativa é que a indústria gere 2,5 mil empregos diretos. "Como não temos as condições necessárias, sugerimos que a indústria fosse instalada em Campo Grande. Não podemos ficar com uma visão estreita: o Estado ganhando, todos nós ganhamos", frisou.

De acordo com informações do Governo do Estado, a nova planta de abate de frango da Aurora deverá abater 300 mil aves por dia, com produção aproximada de 18,4 milhões de quilos de carne. Além da indústria abatedoura, a unidade demandará a instalação de 675 aviários, com custo estimado de R$ 160 mil cada, totalizando investimentos de R$ 108 milhões. A empresa prevê ainda a construção de uma fábrica de rações, com capacidade de produção de 30 a 35 mil toneladas por mês.


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