Açúcar: NY fecha em alta com ganhos nos mercados de energia e valorização do real
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Açúcar: NY fecha em alta com ganhos nos mercados de energia e valorização do real

A terça-feira (21) foi de alta nas cotações do açúcar na bolsa de Nova York
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A terça-feira (21) foi de alta nas cotações do açúcar na bolsa de Nova York, refletindo, segundo analistas, os ganhos nos mercados de energia em todo o mundo e a valorização do real. "Um real mais forte diminui as vendas dos exportadores no Brasil, o maior produtor de açúcar, pois reduz os retornos em termos de moeda local", destacaram analistas ouvidos pela Reuters.

O contrato julho/22 da ICE Future para o açúcar bruto foi contratado ontem a 18,66 centavos de dólar por libra-peso, valorização de 6 pontos no comparativo com a sessão anterior. Já o lote outubro/22 subiu 5 pontos, com negócios firmados em 18,78 cts/lb. Os demais lotes subiram entre 1 e 6 pontos, com exceção da tela maio/24 que desvalorizou 1 ponto.

Ainda segundo a Reuters, a Copersucar do Brasil, maior comerciante de açúcar do mundo, acredita que os futuros de açúcar bruto na ICE serão negociados entre 18 e 20 centavos de dólar por libra-peso nos próximos meses, uma vez que as perspectivas globais de oferta e demanda continuarão sustentadas.

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Londres em baixa

O mercado do açúcar branco de Londres fechou no vermelho essa terça-feira. O contrato agosto/22 foi comercializado a US$ 559,60 a tonelada, recuo de 5,80 dólares, ou 1%, no comparativo com os preços de segunda-feira. Já a tela outubro/22 desvalorizou 4,90 dólares, com a tonelada contratada a US$ 533,00. Os demais lotes recuaram entre 3,70 e 4,50 dólares.

Mercado doméstico

No mercado interno a terça-feira foi de valorização nas cotações do açúcar cristal medidas pelo Indicador Diário Paulínia. Ontem, a saca de 50 quilos foi negociada pelas usinas a R$ 127,02 contra R$ 126,33 da véspera, valorização de 0,55% no comparativo entre os dias.

Etanol hidratado

Já o etanol hidratado voltou a cair depois de dois dias em alta pelo Indicador Diário Paulínia. Ontem, o biocombustível foi negociado pelas usinas a R$ 3.164,00 o m³, contra R$ 3.170,50 o m³ praticado na segunda-feira, recuo de 0,21% no comparativo.


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