Agro declara apoio à reforma da Previdência

POLÍTICA

Agro declara apoio à reforma da Previdência

Documento foi assinado por 43 entidades
Por: -Leonardo Gottems
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Algumas das principais entidades do agronegócio brasileiro escreveram uma carta direcionada ao Presidente da República, Jair Bolsonaro, expressando o seu apoio à reforma da Previdência. No documento, assinado por 43 órgãos, as mesmas ressaltam a contribuição do setor para a economia do País. 

“As entidades signatárias deste documento, que representam cerca de 90% da produção agropecuária brasileira, gostariam de externar à Vossa Excelência a extrema preocupação com os andamentos da tão necessária Reforma da Previdência Social. Sabemos que, sem a reforma da Previdência Social, em poucos anos, o País quebra e quase a totalidade dos recursos da União será destinada para folha de pagamento e aposentadorias. Faltarão recursos para investimentos, para custeio, para o aperfeiçoamento profissional de nosso povo. Faltará esperança”, escreveram. 

Além disso, a Frente Parlamentar para a Agropecuária (FPA) também declarou o seu apoio ao processo, ao lado da confederação de Agricultura e Pecuária no Brasil (CNA) e dos presidentes de 27 federações estaduais de agricultura. De acordo com o presidente da FPA, deputado Alceu Moreira (MDB-RS), não falta convicção de que a reforma tem que ser aprovada em regime de urgência. 

“Nós da FPA, junto com a CNA, temos a absoluta convicção que a reforma da previdência vai nos dar fôlego fiscal para fazer investimentos em áreas importantíssimas do país, inclusive para começar a mobilizar a roda de geração de emprego para a população. Vamos fazer o melhor possível, mas vamos aprovar a reforma da previdência”, afirmou. 

No entanto, ele lembrou que existem algumas discordâncias do projeto dentro do setor rural, que devem ser revistas para um melhor aproveitamento das medidas do texto como os benefícios de prestação continuada (BPC), e a idade mínima de aposentadoria. “O impacto financeiro deste processo não é tão grande assim, então nós podemos discutir tecnicamente para encontrar saída”, conclui.


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