Agroenergia vai fortalecer economia brasileira
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Agronegócio

Agroenergia vai fortalecer economia brasileira

A avaliação é da ministra-chefe da Casa Civil destacando a importância do protocolo assinado para execução do programa para produção de biocombustíveis no RS
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A produção de etanol e de biocombustíveis representa um novo segmento à economia brasileira: a economia da agroenergia. A avaliação é da ministra-chefe da Casa Civil, ao destacar a importância do protocolo assinado nessa quarta-feira (07-03), em Brasília, entre a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs) e o Instituto Euvaldo Lodi (IEL), para execução do programa para produção de biocombustíveis no Rio Grande do Sul.

Segundo a ministra, que participou da solenidade junto com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Luís Carlos Guedes Pinto, projetos semelhantes a esse dão ao governo federal a certeza de que o etanol é decisivo para acelerar o desenvolvimento econômico do país. “O governo, desde a primeira gestão, destaca os dois pilares do biocombustível: o etanol e o biodiesel”, observou Dilma Rousseff. Ela diz que o crescimento do setor vai incentivar a abertura de novas fronteiras agrícolas no Rio Grande do Sul. “Estamos prontos para disputar a corrida do que se refere a primeira e segunda gerações de biocombustível e a Embrapa é estratégica para manter o nosso protagonismo”, afirmou.

Para o ministro da Agricultura a produção brasileira de álcool pode chegar aos 14 mil litros por hectare. Luís Carlos Guedes diz que a execução do programa no Estado gaúcho contribuirá para alcançar um maior volume de álcool combustível, sem prejudicar o meio ambiente. Embora a cultura canavieira no Rio Grande do Sul não seja tão expressiva como em outros estados – tanto que os gaúchos importam 98% do álcool consumido, pagando um valor 42% acima do preço de outras regiões brasileiras – poderá ocupar significativo espaço na economia gaúcha. O diretor-presidente da Embrapa, Silvio Crestana, e o presidente da Fiergs, Paulo Tigre, compartilham da mesma certeza: o Rio Grande do Sul não pode ficar fora da realidade do etanol. Crestana, inclusive, enfatizou que a Embrapa divide a liderança no programa de biocombustíveis porque afinal, aposta nas três agriculturas hoje existentes no Brasil: a de produção de alimentos, de fibras e de energia.


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