Com alta do dólar bem menor que queda em Chicago, os preços da cedem R$ 1,00/saca no estado do Rio Grande do Sul, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado segue volátil, com viés baixista, ainda tentando digerir os números da safra americana, para ver se o USDA confirma o Crop Tour, ou não, e as boas previsões do clima no meio oeste. Durante o pregão de hoje, mercado esteve predominantemente em baixa, ampliando as perdas de ontem em Chicago, que acabaram sendo compensadas pelas taxas de câmbio. Tradings e fábricas disputam lote a lote as ofertas que aparecem”, comenta.
“No interior, Fábricas e trading disputaram em condições iguais as raras ofertas que havia. R$ 187,00 FOB Cruz Alta para meados de setembro, queda de R$ 1,00/saca R$ 186,50 FOB Passo Fundo para meados de setembro, queda de R$ 1,00/saca. R$ 186,00 FOB Ijuí para meados de setembro, queda de R$ 1,00/saca. R$ 185,00 FOB Santa Rosa e São Luiz Gonzaga para meados de setembro, queda de R$1,00/saca”, completa.
Santa Catarina tem porto valorizado, mas não tem negócios. “Porto de São Francisco do Sul em Santa Catarina marca baixa de R$ 4,00/saca, levando o preço a R$ 189,00 para 30/09. O dia trouxe volatilidade considerável, mas com viés baixista e sua totalidade. O momento é de muita apatia no mercado e não há nenhuma disposição a efetuar negócios, espera-se por uma correção e preços”, indica a consultoria.
O Paraná é quem tem mais estabilidade. “O dia trouxe um mercado tão apático que nem houve movimentos concretizados apesar da alta volatilidade do dia. O produtor paranaense, que se mostra especialmente conservador, não mostra qualquer interesse em efetuar negócios além do escoamento base e não há especial razão para fazer isso antes da correção de valores que eventualmente esperam”, informa.
“Quando o mercado passa por um período de volatilidade incentivada pela especulação é natural que após indícios claros sobre a dúvida que assolava os investidores causem entradas ou saídas expressivas de capital, mas isso é temporário e a tendência é que a volatilidade diminua”, conclui.