Safra 2017/18

Argentina já colheu mais de 30% da safra 2017/18 de trigo

País vizinho está 2,5% a frente da temporada passada
Por: -Leonardo Gottems
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A Argentina mantém um bom ritmo de colheita, e na última semana ultrapassou a marca de 10% da atual safra de trigo. Com um acumulado de 31,4% do território já colhido os argentinos tem um volume total de 3.793.051 toneladas do cereal já a caminho dos armazéns, informa a Consultoria Trigo & Farinhas. 

No comparativo ano a ano, o país vizinho está 2,5% a frente da temporada passada. A média por hectare melhorou na última semana, conforme o esperado, e subiu de 1,84 kg/ha para 2,23 kg/ha, mas ainda não alcançou a média esperada. A Bolsa de Cereales de Buenos Aires ainda prevê uma colheita de 17 milhões de toneladas para esta safra.

Ainda de acordo com a T&F, algumas áreas já finalizaram ou estão próximas de a colheita como as regiões de NOA e NEA no norte da Argentina. Essas são algumas dos campos onde os rendimentos por hectare foram mais baixos com 1,02 kg/ha e 1,41 kg/ha respectivamente. As regiões do Núcleo Norte e Núcleo Sul os rendimentos chegaram a 4,50 kg/ha, ajudando na melhora da média por hectare do país. As regiões do sul ainda estão em fase de enchimento dos grãos.

SOJA

O relatório do Panorama Agrícola Semanal, divulgado nesta quinta-feira (30.11) pela Bolsa de Cereales de Buenos Aires, registrou que o avanço do plantio cobriu 47,9% dos 18,1 MHa projetados para esta safra, marcando um progresso semanal de 8,3 pontos porcentuais e refletindo um atraso anual de 3,5 pontos, devido à falta de umidade na superfície, no início do plantio, antes das recentes chuvas.

“As chuvas acumuladas nas horas que antecederam este relatório trouxeram alívio importante em plena janela de plantio. Se por um lado há regiões que ainda deverão ter mais precipitações, uma boa parte do centro da região agrícola recebeu precipitações entre moderadas e abundantes, destravando os plantios pendentes dos lotes de primeira e garantindo um bom início para a implantação de lotes de segunda”, aponta o analista Luiz Fernando Pacheco.

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