Arrozeiros firmam pacto de valorização do cereal

Agronegócio

Arrozeiros firmam pacto de valorização do cereal

Reunião em Cachoeira do Sul definiu estratégias para garantir preço do grão
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Lideranças da Federarroz, Irga e Farsul irão orientar orizicultores a não venderem a saca por valor inferior a R$ 28,00 e a colocarem no mercado apenas o mínimo necessário. A estratégia tem como objetivo disciplinar a oferta de arroz no mercado para valorizar o cereal, explica o presidente da Federarroz, Renato Rocha. O pacto foi feito, ontem, em encontro que reuniu 130 produtores em Cachoeira do Sul. 'Se conseguirmos isso, vamos ter remuneração melhor', projeta o vice-presidente da Federarroz na Depressão Central, Gilmar Freitag. Ainda será reivindicado o adiamento dos custeios nos demais bancos, a exemplo do prazo obtido no Banco do Brasil.

Os produtores vão realizar audiência pública na Assembleia Legislativa (AL), no dia 22 de junho, para debater o endividamento no setor. 'Vamos nos mobilizar para uma participação maciça', garante Freitag. Conforme Rocha, os arrozeiros têm custo de produção de R$ 33,00 a saca e o valor médio no mercado hoje é de R$ 25,00. 'O certo é que eles estão no prejuízo', afirma. A expectativa é reunir políticos estaduais e nacionais para entrega de documento com pleitos. Também será proposta a exportação de 500 mil toneladas, com isenção de CDO e a aplicação de Pepro, PEP e Prop. 'As medidas vão fortalecer o mercado', avalia Rocha.

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