Agronegócio

Atuação da ABCCC no combate ao Mormo é destacada

Segundo secretário da Agricultura do RS, apoio da entidade foi fundamental
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Um ano após a confirmação do primeiro caso de mormo no Rio Grande do Sul, a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Irrigação (Seapi) do Estado faz uma avaliação positiva das ações realizadas com o objetivo de frear a sua disseminação. Para o titular da pasta, o secretário Ernani Polo, um dos motivos que possibilitaram a manutenção do controle da doença no RS foi a atuação efetiva de entidades como a ABCCC que se envolveram ativamente no combate à zoonose.

De acordo com Polo, os resultados dos testes realizados no período – comprovando a baixa incidência do mormo na população equina circulante no Estado – possibilitaram a adoção da medida que estendeu a validade do exame de dois para seis meses, o que trará importantes benefícios aos criadores, principalmente a redução do custo com a confecção do atestado, necessário para a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA).

A decisão de ampliar o prazo ocorreu em reunião realizada no dia 6 de junho em Porto Alegre, e contou com a presença do superintendente do Serviço de Registro Genealógico da ABCCC, Rodrigo Teixeira. “A participação da ABCCC, sem dúvida, foi fundamental nessa conquista, pois a Associação apoiou desde o início em todo o processo e atuou ativamente nas ações de controle da doença”, declarou o secretário, salientando também a importância da ABCCC no contexto da equinocultura no Estado e o envolvimento e disponibilidade dos seus representantes em todas as atividades promovidas pela secretaria e demais órgãos que integram a mobilização", afirma Polo.

Polo disse ainda que os 180 mil testes aplicados permitiram estabelecer uma radiografia da situação do mormo no RS e que é possível ampliar esses avanços com a manutenção das ações conjuntas com a entidade. “A secretaria reconhece a importância econômica, social e cultural da atividade e pretende expandir a atuação com um estudo técnico em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e a UFRGS, além de testar mais animais, o que nos dará uma precisão maior nos resultados”, finalizou.
 

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