A B3 fechou quarta-feira com leves baixas para o milho e paridade de exportação dá o tom dos negócios, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Um movimento de maior baixa DE 1,02% no dólar, praticamente anulou a alta de 1,21% em Chicago, foi suficiente para derrubar as cotações de milho nesta quarta-feira", comenta.
“No mercado internacional, viram-se altas na Bolsa de Chicago, à medida que o alívio das tensões geopolíticas com o recuo da Rússia. Estes fatores se juntam aos mencionados ontem: colheita da safra de verão no Brasil e redução da demanda, com compradores alongando estoques. No fechamento de mercado, as cotações apresentaram a seguinte disposição: o vencimento março/22 era cotado à R$ 96,95 com baixa de 0,10%, maio/22 valia R$ 94,34 com queda de 0,27%, julho/22 era negociado por R$ 88,65 com desvalorização de 0,62% e o setembro/22 tinha valor de R$ 88,79 com perda de 0,40%”, completa.
Em Chicago, o milho recupera parte do que perdeu nos dois dias anteriores e fecha em alta de 1,21%. “A cotação do milho para março22 fechou em alta de 1,21% ou 7,75 cents/bushel a $ 645,75. A cotação de julho22, importante para as exportações brasileiras, fechou também em alta de 0,87% ou $ 5,50 cents/bushel a $ 639,25. Oportunidade de compras após duas sessões de ajuste. Preocupações com o clima na América do Sul, recuperação do petróleo e dados animadores sobre as exportações nos EUA permitiram ganhos”, indica.
“Dados da EIA mostraram que os produtores de etanol aumentaram a produção para mais de 1 milhão de barris por dia na semana que terminou em 11/02. Isso foi um aumento de 15 mil bpd em relação à semana passada, mas ainda abaixo da média de 5 semanas, com 1.009 milhões de bpd relatados. Os estoques de etanol aumentaram em 684 mil barris para 25,48 milhões”, conclui.