Algodão

Baixa oferta e interesse de compra firme mantêm cotações em alta

Baixa disponibilidade de pluma e as intenções de compra mais evidentes que as de venda mantêm em alta os preços do algodão
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A baixa disponibilidade de pluma, especialmente de boa qualidade, e as intenções de compra mais evidentes que as de venda mantêm em alta os preços do algodão no mercado brasileiro. Em apenas sete dias (de 17 a 24 de abril), o Indicador do algodão CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, subiu 2,75%, a R$ 3,2944/lp nessa terça-feira, 24, atingindo o maior patamar nominal desde 25 de abril de 2011. Na parcial de abril (até o dia 24), o Indicador acumula expressiva alta de 8,7%. Segundo colaboradores do Cepea, indústrias e comerciantes demonstram interesse por novas aquisições no spot, mas a disputa por preço e qualidade limita os fechamentos.

Algumas indústrias adquirem lotes quando tradings se mostram flexíveis e, depois, se retraem do mercado. Outros compradores seguem ativos, buscando novos lotes e pagando valores maiores para realizarem efetivações. Algumas indústrias, ainda, estão fora das compras, trabalhando com a pluma estocada ou a ser entregue. Vendedores, por sua vez, estão pouco presentes no mercado doméstico. Parte dos cotonicultores consultados pelo Cepea afirma não ter mais pluma para ofertar no spot e, com isso, apenas finaliza os embarques da safra 2016/17. Outros produtores seguem firmes nos valores pedidos, mesmo para os lotes com alguma característica. Já tradings estão atentas às oscilações dos preços internacionais, ora mais flexíveis ora retraídas.

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