Banco de sementes, autonomia ao agricultor

Agronegócio

Banco de sementes, autonomia ao agricultor

As variedades que se diferenciam das comerciais porque são mais rústicas
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O campus de Ivaiporã do Instituto Federal do Paraná (IFPR) conta com um banco de sementes crioulas, que promove troca ou empréstimo de amostras para garantir o acesso do agricultor a um insumo nacional e livre de patentes. O Projeto Sementes Crioulas Locais e Tradicionais – Contribuindo com a Soberania do Agricultor, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), mantém exemplares de mais de 200 espécies de plantas.
Destas, são 72 variedades de feijão e mais de 80 de milho, conta o técnico em agroecologia João Batista de Sousa Junior, do IFPR. "Fazemos atividades de resgate, conservação e multiplicação de sementes crioulas. São sementes produzidas e melhoradas pelos próprios agricultores e também pelas comunidades", conta.
As variedades que se diferenciam das comerciais porque são mais rústicas, têm mais potencial de resistência climática e os próprios produtores são os donos. A semente é um bem da humanidade e ele tem autonomia para produzir, vender e não é refém das empresas de sementes", completa o técnico.
Para ter acesso ao projeto, basta entrar em contato por meio do Facebook, no perfil Sementes do Vale.

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