O evento aborda os desafios na granja com o impacto econômico da enfermidade devido a mortalidade e refugagem dos leitões
Boehringer Ingelheim, parceira e apoiadora do Simpósio Brasil Sul de Suinocultura 2016, apresenta o conceituado Lunch & Learning BI em Chapecó. Será dia 10 de agosto, no Centro de Eventos Plínio Arlindo de Nes, paralelo ao SBSS. O tema do debate será "Pontos chave na prevenção e controle da doença de Glässer", com o palestrante Dr. Nelson Morés. Um almoço privativo será oferecido aos convidados, que devem retirar o convite com a equipe BI presente durante todo o Simpósio.
O Head de Saúde Animal da Boehringer Ingelheim do Brasil, Marco Aurélio da Gama, destaca que a companhia é grande apoiadora do Simpósio Brasil Sul por ser um importante evento da Suinocultura no Brasil. “Concentra profissionais das agroindústrias, cooperativas, produtores e consultores, sempre com foco em temas técnicos, econômicos e gestão de pessoas, pilares fundamentais que impactam no resultado e crescimento da produção de suínos”, afirma. “É um importante momento para a equipe da Boehringer Ingelheim se aproximar e trocar experiências com os principais profissionais atuantes da suinocultura brasileira", finaliza.
Para o Gerente de Marketing da área de Saúde Animal, Márcio Ferreira, o objetivo da empresa ao participar do SBSS é estar próxima dos profissionais envolvidos na suinocultura brasileira. “Não seria diferente com Simpósio Brasil Sul de Suinocultura. O "estar próximo" deste ano significa levar conhecimento por meio da palestra patrocinada com o Dr. Nelson Morés, além da presença na grade de palestrantes do Simpósio com o Dr. Ricardo Lippke, falando sobre o uso prudente de terapêuticos na suinocultura”. Ferreira cita ainda a agenda de relacionamento entre e equipe BI e os profissionais do setor.
O Lunch&Learn, acredita Márcio Ferreira, é uma modalidade prática de aproveitar o tempo do almoço para adquirir conhecimento. “Enquanto almoçamos assistimos a uma palestra. Convidamos o Dr. Morés devido sua vasta experiência e referência no tema proposto, além de representar uma entidade de destaque em pesquisa na suinocultura, a Embrapa”, ressalta.
Conhecimento
Em sua palestra, o Dr. Nelson Morés abordará os principais fatores infecciosos e não infecciosos envolvidos no desenvolvimento da doença de Glässer. “Como ela se apresenta nas granjas de suínos e, especialmente, o que pode ser feito de forma preventiva pelos técnicos e produtores para reduzir seu impacto na produção”.
Do ponto de vista da importância econômica desta enfermidade, salienta Morés, é preciso considerar que o H. parasuis, agente da doença, está presente praticamente em todas as criações modernas de suínos. A manifestação clínica, porém, depende de vários fatores presentes ou não nos rebanhos. “Esta pode ser uma enfermidade relevante em algumas granjas, com acentuado impacto econômico devido a mortalidade, refugagem dos leitões sobreviventes e gastos com medicações para controle”, enfatiza.
O Supervisor Técnico da Boehringer Ingelheim, Ricardo Lippke, afirma que o controle da Doença de Glässer baseia-se principalmente na redução dos fatores de risco que causam estresse e vacinação de matrizes e leitões. “Na escolha da vacina busca-se eficácia, segurança e praticidade, requisitos que a INGELVAC HP-1 possui por ser a única do mercado que oferece proteção cruzada, de longa duração e com uma única dose”.
O impacto da enfermidade causada pelo Haemophylus parasuis depende de granja para granja e apresenta uma relação direta com a quantidade e gravidade dos fatores de risco envolvidos, co-infecções (destaque para o vírus da Influenza), virulência do sorovar e imunidade do plantel frente esse bactéria. “Na prática observa-se piora da mortalidade, ganho de peso diário e conversão alimentar”, esclarece Ferreira.
A bacterina de Haemophylus parasuis, componente chave da vacina da Boehringer Ingelheim, age preparando o animal para a batalha frente à Doença de Glässer, além de diminuir a pressão de infecção da granja quanto utilizada em protocolos de vacinação massal nas matrizes.