Brasil discute doenças animais em conferência na Argentina
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Agronegócio

Brasil discute doenças animais em conferência na Argentina

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O diretor do Departamento de Defesa Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Jorge Caetano, participa nesta terça-feira (13-04) da Conferência Internacional de Controle de Doenças Infecciosas Animais por Vacinação, em Buenos Aires, na Argentina. O evento, que se estende até o próximo dia 16, é promovido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e tem como objetivo melhorar as condições de sanidade veterinária, proteger o comércio internacional de animais e de produtos de origem animal em cooperação.

Segundo o diretor substituto do DDA, Jamil Gomes de Souza, que também participará do encontro, a conferência oferecerá a oportunidade de trocar informações científicas que ajudarão a avaliar e aperfeiçoar as normas atuais em todo o mundo. Entre os assuntos discutidos no encontro está o uso de vacinas para a erradicação de doenças animais, as regras internacionais para o comércio de animais e as novas tendências em vacinação.

Cooperação

Em março, o ministro Roberto Rodrigues afirmou que a erradicação da aftosa no Brasil exige medidas como fortalecer os serviços de atenção veterinária, envolver mais profundamente o setor privado nos programas de combate à doença e atuar de forma integrada com os vizinhos sul-americanos.

Na última campanha nacional de vacinação, foram imunizados cerca de 94% do rebanho brasileiro de 183 milhões de cabeças, segundo dados do Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (PNEFA). A OIE reconhece que cerca de 91% do rebanho bovino brasileiro está livre da doença. Desde 2001 não são registrados casos de aftosa no Brasil.

Como parte do processo de liderança ao combate da doença na América do Sul, o governo brasileiro doou cerca de 1 milhão de vacinas contra a febre aftosa à Bolívia e outras 500 mil ao Paraguai. As doações, que custaram R$ 1,4 milhão, reafirmaram o compromisso do Brasil de intensificar a cooperação sobre o controle sanitário e fitossanitário no Cone Sul.


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