Cadeia Produtiva do Arroz define Planejamento Estratégico
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Agronegócio

Cadeia Produtiva do Arroz define Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico foi foco de debate no Irga
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Planejamento Estratégico foi foco de debate no Irga nesta segunda-feira

Porto Alegre – A exportação pode vir a se constituir numa boa alternativa para a lavoura orizícola que, neste ano de 2011, ao vender para o exterior mais de 1,7 milhão de toneladas, registra o volume recorde de comercialização. O tema dominou os debates desta segunda-feira (12), na sede do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), em Porto Alegre. O objetivo foi alinhar estratégias juntamente com as empresas com a finalidade de capacitação para a exportação. O secretário da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, Luiz Fernando Mainardi, e o presidente do Irga, Claudio Brayer Pereira, participaram da solenidade de abertura da reunião e destacaram a importância da união do setor, para manter e ampliar o sucesso dos níveis das exportações do ano agrícola 2011/2012.


Conforme Mainardi, o setor precisa avançar para além das soluções emergenciais, como as colocadas em práticas pelo Governo Federal, juntamente com o Governo do Estado. “Necessitamos de soluções estruturais, para que o produtor produza com tranquilidade e confiança e a exportação pode ser um bom caminho”, afirmou Mainardi.

Durante a reunião, foram definidas as diretrizes, que tem como prazo de execução final, até o ano de 2016. A Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex – Brasil) apresentaram uma pesquisa sobre o perfil das empresas e as perspectivas para o setor.


Segundo o engenheiro florestal e consultor da empresa Foco Rural, Fernando Schwanke, esse encontro estimula o engajamento das cooperativas e indústrias para uma ação conjunta para o fortalecimento do setor arrozeiro.

Entre os aspectos destacados, está a maturidade exportadora das indústrias e cooperativas de arroz do Brasil sob o ponto de vista do estágio de organização das empresas e as dificuldades de logísticas para o escoamento do grão.

De acordo com o coordenador da Câmara Técnica Setorial do Arroz, César Marques Pereira, os resultados deste trabalho vêm complementar as prioridades já identificadas dentro do alinhamento estratégico da cadeia produtiva do arroz.

Após o levantamento de prioridades, foram identificados 40 países importadores de arroz que foram criteriosamente analisados pelo setor de inteligência da Apex. Desses, oito países, como Jordânia, Arábia Saudita, África do Sul, Nigéria, Angola, Peru, Cuba e Espanha, foram escolhidos como foco de estudo para o desenvolvimento da exportação do arroz. Serão desenvolvidas, também, ações de promoção comercial em conjunto com representantes das indústrias e cooperativas.

A reunião foi promovida pela Abiarroz e a Apex - Brasil com o apoio da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio e Irga. Participaram o presidente da Abiarroz, André Barreto, o representante da Apex, Alberto Bicca, representantes da indústria, cooperativas e setores ligados a comercialização.

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