Calor e falta de chuvas pautam milho no Sul
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Imagem: Marcel Oliveira
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Calor e falta de chuvas pautam milho no Sul

No Paraná, o milho com origem do Paraguai é negociado no oeste, enquanto o mercado balcão permanece inerte
Por: -Leonardo Gottems

No estado do Rio Grande do Sul o mercado do milho já aceita cerca de 3,5 milhões de toneladas de produção total enquanto a Emater aponta avanço de apenas 1% no plantio, de acordo com a TF Agroeconômica. “O ritmo promissor com que as lavouras de milho no Rio Grande do Sul deram a largada à safra de verão foi quebrado pelas secas, que assolaram o estado e impactaram especialmente durante o mês de novembro e dezembro. Percebe-se, entre estimativas de mercado e, pode-se dizer que estas condizem com a realidade, que não são esperadas mais do que 3,5 milhões de toneladas, contra as 5 milhões previstas no início do plantio por órgãos do governo e consultorias privadas”, comenta. 

Em Santa Catarina a quinta-feira foi de chuvas isoladas e muito calor no estado, enquanto os preços sobem. “No  dia  de  hoje,  pode-se  observar  um  clima  bem distinto em Santa Catarina. O forte calor em provocou sensação  de  abafamento,  variação  de  nuvens  e pancadas de chuvas bem isoladas em todo o estado. A  região  oeste  teve  máximas  próximas  de  40°C, enquanto no Meio-Oeste e Norte catarinense podem chegar  a  36°C.  As  chuvas  devem  persistir  em localidades ao Meio-Oeste e em parte do Litoral”, completa. 

No Paraná, o milho com origem do Paraguai é negociado no oeste, enquanto o mercado balcão permanece inerte. “Com  o  ano  já  em  seus  últimos  suspiros,  há  quem dissesse  que  as  importações  deveriam  cessar, principalmente  porque a partir de  novembro,  viram-se melhores preços no mercado interno. O  relato de correspondentes, no entanto, surpreendeu: no dia de hoje,  entre  vários  negócios,  viu-se  cerca  de  8.000 toneladas de milho paraguaio entrando no oeste, em preços que, colocados às fábricas, equivalem entre R$ 84,70 a R$ 85,50 a saca”, conclui. 


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