Canola aumenta as alternativas de cultivo no sistema de produção
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Agronegócio

Canola aumenta as alternativas de cultivo no sistema de produção

Oleaginosa é opção lucrativa de inverno ou safrinha
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Oleaginosa é opção lucrativa de inverno ou safrinha

A canola é uma espécie oleaginosa, da família das crucíferas, com potencial de incorporação nos sistemas de produção de grãos do Brasil. Destaca-se como uma excelente alternativa econômica, pois não exige ativos específicos, valendo-se da mesma estrutura de máquinas e equipamentos disponíveis nas propriedades para uso em esquemas de rotação de culturas, particularmente com trigo, diminuindo os problemas de doenças que afetam esse cereal e oportunizando a produção de óleos vegetais no inverno, grãos colhidos no Brasil apresentam em torno de 38% de óleo. Também traz benefício para as leguminosas, como soja e feijão, e gramíneas quando cultivadas em sucessão aos cultivos de inverno.


Além de produção de óleo para consumo humano a canola também presta para a produção de biodiesel, inclusive grãos que sofreram excesso de chuva na colheita, seca, ou outros fatores que comprometem a qualidade para comercialização, e no caso do farelo 34 a 38% de proteínas, para a formulação de rações.

Segundo dados oficiais referente ao cultivo de canola no Brasil indicam que 24.552 hectares foram semeados no RS e que na região de Ijuí representa 13% desse cultivo com 2.145 hectares .

A demanda de óleo de canola é muito superior a oferta, tanto para uso alimentar como para biodiesel, principalmente na Europa.

Experiência foi desenvolvida com as tentativas do cultivo, aprendizagem com os erros porém muito dos excelentes resultados com Canola que são obtidos hoje pelos produtores deve-se a utilização dos produtos da linha Dimicron; a exemplo do senhor Paulo Francisco Zardin, 33 anos, agricultor que cultiva 735 hectares nas culturas da soja, trigo, aveia branca, girassol e canola. “Nós plantamos canola há oito anos em parceria com a produtiva,no começo nós tínhamos muitos problemas de implantação da lavoura, conseguimos resolver esses problemas tendo experiência com a cultura e aprendendo como trabalhar a cultura e o que nós observamos que a canola tem uma grande resposta a fertilidade de solo, é uma planta que tudo que você botar ela responde, ao contrário de algumas plantas que tem um potencial produtivo estático, a canola quando tu coloca mais ela responde mais”, disse o agricultor.


E essa parceria aumentou substancialmente a produtividade. Agregando outras técnicas de produção e investindo, antes tinha canola como uma cultura de “sobra de área” ou uma cultura mais “marginal”.

“Passamos a utiliza-la como cultura principal do inverno.Em áreas de melhor produção, investindo mais. O trigo no ano subsequente a canola tem uma resposta muito boa tanto em doenças como em produtividade. Se tinha um conceito que a canola prejudicava a lavoura de verão por não deixar palhada e nos chegamos a conclusão que é o contrário a cultura da soja em área igual ela responde melhor a canola do que no próprio trigo, principalmente porque ela deixa residual de fertilizante”, explicou o produtor.

Antes do programa da Dimicroncom a produtiva nós não trabalhávamos com micronutriente na canola, então começamos os últimos dois cultivos numa área experimental fazíamos 20 hectares dentro da área total e na última safra foi o que teve o maior resposta deu uma diferença de 4,5 sacas por hectare com uma aplicação de Dimistymulus Cereais isso representando 16% no hibrido que deu menos resposta, chegou a dar 31% a mais em outro hibrido.A canola dentro das culturas de inverno, não pode comparar com uma cultura de verão como o soja ou o milho, porém dentro das cultura de inverno é uma cultura rentável, principalmente porque é uma cultura que tem liquidez 15 a 18 da entrega do produto você esta com o dinheiro na conta. Problemas que são enfrentados nas culturas de aveia e trigo. E dentro dessas culturas ainda não temos uma produção estável em termos de produtividade a canola ela ainda está volátil em termos de produção, mas vem crescendo a cada ano o potencial produtivo vem crescendo pois estamos aprendendo com a cultura”, diz o agriculto.


A canola ainda não tem uma “receita de bolo” para colher 40 sc/ha é um processo que ainda está sendo estudado ainda não temos muita experiência em produtividade na cultura. Mas estudos e experimentos estão sendo feitos. Na região de Ijuí a Dimicron juntamente com o produtor tem realizado esse trabalho que tem dado excelente resultado: “60 hectares; tínhamos 30 há de cada hibrido, no meio dessa área aplicamos o DimistymulusCereias. O primeiro hibrido mais precoce deu 22 sc/há. A área com o Dimistymulus Cereais deu 29sc/há. Foram 10 hectares de um híbrido mais precoce e 10 de um híbrido mais tardio. Só o mais precoce sem o Dimistymulus Cereais como testemunha de 25sc/ha. Então da melhor produção sem Dimistymulos Cereais pra a média do Dimistymulos Cereais o que menos deu foi 4 sacas de diferença”, contou o produtor.

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