Casas de farinha serão modernizadas em AL reduzindo impactos ambientais
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Agronegócio

Casas de farinha serão modernizadas em AL reduzindo impactos ambientais

A modernização visa aumentar a produção e reduzir os impactos ambientais negativos gerados pela atividade
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Vinte casas de farinha associadas ao Arranjo Produtivo Local da Mandioca, no Agreste terão o design dos fornos modificados. A modernização visa aumentar a produção e reduzir os impactos ambientais negativos gerados pela atividade. Os funcionários serão capacitados a lidar com as mudanças a partir de outubro e até o fim deste ano as obras serão concluídas.

O APL Mandioca faz parte do Programa de Arranjos Produtivos Locais (PAPL), coordenado pela Secretaria de Estado do Planejamento e do Orçamento e pelo Sebrae/AL.

Segundo o gestor do arranjo, Nelson Vieira, o novo sistema vai possibilitar a redução no consumo de lenha e a melhoria na qualidade de vida dos funcionários das casas de farinha. A mudança pretende combater a poluição do ar, o desconforto térmico, os riscos de acidente e os danos à saúde.

As consultorias serão disponibilizadas pelo Sebrae, de acordo com um plano de trabalho pré-estabelecido. “Iniciamos o processo de agendamento de visita dos consultores hoje. Os funcionários vão aprender, durante três dias, como funcionam os novos fornos”, informa o gestor.

A Agência de Desenvolvimento Sustentável (ADS), parceira do APL, vai financiar 80% do custo das obras e as associações entrarão com 20% de contrapartida. As casas de farinha beneficiadas localizam-se nos municípios de Limoeiro de Anadia, Junqueiro, São Sebastião, Feira Grande, Lagoa da Canoa, Girau do Ponciano, Olho D’água Grande, Campo Grande, Coité do Nóia e Palmeira dos Índios.

Saúde do trabalhador – Funcionários de cinco casas de farinha do município de São Sebastião se submeteram a exames nesta terça-feira (21), para testar o nível de cianeto em seus organismos. Concentrações baixas da substância podem gerar sintomas como dor de cabeça, náuseas, vômitos, agitação e desmaios e em uma maior quantidade, podem acarretar em taquicardia, descontrole de movimentos e até convulsões.

Os resultados serão obtidos até o final de outubro. Caso seja detectada contaminação entre os funcionários, a Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro) vai promover uma campanha de educação entre os trabalhadores, para que eles possam realizar suas atividades sem correr riscos. “Os especialistas vão tratar de algumas regras básicas como o uso de máscaras e bata, por exemplo”, acrescenta o gestor

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