O fechou em alta de 1,47% na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), com tomada de lucros aproveitando a ausência da Bolsa de Chicago (CBOT), devido ao feriado norte-americano de 4 de julho. “Os investidores do mercado futuro de milho na B3 aproveitaram a ausência da CBOT para realizarem lucros, depois das cinco quedas consecutivas, que totalizaram 7,59%, uma bela razão para apurar lucros”, comenta.
“Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em alta: o vencimento julho/23 fechou a R$ 53,72, alta de R$ 0,78 no dia e baixa de R$ -1,98 na semana; o vencimento de setembro/23 foi de R$ 56,42, alta de R$ 1,24 no dia, baixa de R$ -1,81 na semana; novembro/23 fechou a R$ 60,42, alta de R$ 1,37 no dia e baixa de R$ -1,41 na semana”, completa.
Uma das notícias mais importantes que influenciam esse cenário se relaciona à colheita da safrinha, que atinge 20% da área no Brasil. “A colheita da segunda safra brasileira de milho 2022/23 atingia no sábado (1º) 20% da área estimada no País, avanço de 9 pontos porcentuais na semana, informou a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em levantamento semanal de progresso de safra. Há atraso ante a temporada anterior, quando 28% das lavouras estavam colhidas. O Estado de Mato Grosso tem trabalhos mais adiantados, com 35,9% do total, enquanto São Paulo ainda não iniciou a retirada do cereal do campo”, indica.
“Segundo a estatal, 94,8% da área plantada com milho da primeira safra 2022/23 (verão) foi colhida, avanço semanal de 1 ponto porcentual. A colheita está levemente atrasada na comparação anual ante os 95,1% de igual período da temporada 2021/22. Maranhão está atrás nos trabalhos de campo, com 64% da área colhida, enquanto Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Santa Catarina já tiveram a colheita concluída”, conclui.