Antes das borbulhas, existe o vinho. E a Chandon tem motivos de sobra para celebrar a Safra 2026. A marca foi a vinícola com o maior número de vinhos-base para espumantes classificados entre os 30% mais representativos da 34ª Avaliação Nacional de Vinhos, realizada no sábado, 17 de outubro, em Bento Gonçalves (RS). Ao todo, foram oito amostras selecionadas: quatro de Chardonnay, duas de Pinot Noir e duas de Riesling Itálico - três variedades utilizadas pela Chandon na elaboração de seus espumantes no Brasil. O resultado evidencia a qualidade da matéria-prima e antecipa o potencial de uma safra que ainda tem um caminho a percorrer até chegar às taças dos consumidores.
A classificação ganha significado especial porque a Avaliação Nacional de Vinhos analisa os vinhos ainda jovens, poucos meses depois da colheita, oferecendo um diagnóstico técnico da safra brasileira. Para uma vinícola dedicada exclusivamente à elaboração de espumantes, ter oito amostras entre os 30% mais representativos significa começar esse processo com vinhos-base de qualidade reconhecida por uma avaliação técnica conduzida às cegas por 109 enólogos.
As três variedades têm características distintas e desempenham papéis importantes na composição dos espumantes Chandon. A Chardonnay contribui com elegância e frescor; a Pinot Noir, com estrutura e expressão; e a Riesling Itálico, com leveza e vivacidade. A combinação dessas características, aliada às decisões enológicas e aos diferentes tempos de elaboração, permite à marca desenvolver espumantes com identidades próprias.
“Ter oito vinhos-base entre os 30% mais representativos da Safra 2026, contemplando as três variedades com as quais trabalhamos, é um resultado muito significativo para a Chandon. Esta qualidade e diversidade é que nos permite explorar diferentes estilos e expressões em nossos espumantes. Estamos muito satisfeitos com o potencial desta safra e com as possibilidades que ela nos oferece para as próximas etapas de elaboração”, destaca Bruno Munhoz, que acaba de assumir o cargo de enólogo-chefe da Chandon no Brasil.
O resultado da Safra 2026 reforça, assim, a expectativa em relação aos próximos espumantes da Chandon. Entre a qualidade do vinho-base e a experiência de abrir uma garrafa existe um processo que envolve conhecimento, técnica, tempo e escolhas. É nessa transformação que se expressa o saber-fazer da marca, construído ao longo de mais de cinco décadas no Brasil.
Pioneirismo brasileiro, identidade global
Presente no Brasil desde 1973, a Chandon foi a primeira vinícola do país a se especializar exclusivamente na elaboração de espumantes. Desde então, construiu uma trajetória dedicada às borbulhas, desenvolvendo um saber-fazer que combina a experiência de uma marca global com o conhecimento das condições brasileiras de cultivo e elaboração. No país, 100% da produção da Chandon é dedicada aos espumantes elaborados pelo método próprio de fermentação longa em tanques, sob agitação contínua.
A conexão entre uma marca global e sua expressão local também se manifesta na forma como a Chandon constrói sua presença no território. Sustentabilidade, diversidade, qualidade e compromisso com a comunidade fazem parte de uma atuação que reconhece a importância das pessoas, do ambiente e das relações que sustentam sua atividade.
É nesse contexto que as oito amostras destacadas na Avaliação Nacional de Vinhos ganham relevância. Elas representam o início de uma nova etapa para a Chandon, que transforma a qualidade das uvas e dos vinhos-base em espumantes capazes de expressar a identidade de cada safra. Para o consumidor, a Safra 2026 deixa uma perspectiva promissora: novas e excepcionais borbulhas estão a caminho.
Promovida pela Associação Brasileira de Enologia (ABE), a Avaliação Nacional de Vinhos chegou à 34ª edição em 2026, ano em que a entidade celebra seus 50 anos de história. Reconhecida como a maior degustação de vinhos de uma safra do mundo, a Avaliação contou com 558 amostras de 83 vinícolas, provenientes de 10 estados e do Distrito Federal.