Na Bolsa de Chicago, a soja fechou em alta com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) apontando uma menor produção, esmagamento e exportação mundial, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para maio23 fechou em alta de 0,67% ou $ 10,00 cents/bushel a $ 1497,25”, comenta.
“A cotação de novembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em alta de 0,34%, ou $ 4,50 cents/bushel a $ 1314,25. A cotação de maio24 fechou em alta de 0,27% ou $ 3,50 cents/bushel a $ 1316,25. O contrato de farelo de soja para maio fechou em alta de 1,58% ou $ 7,1 ton curta $ 457,8 e o contrato de óleo de soja para maio fechou em alta de 0,75% ou $ 0,41/libra-peso a $ 54,89”, completa.
Nesse contexto, a soja fechou em alta após 5 sessões consecutivas em queda. “Apesar de não alterar os estoques americanos como esperado pelo mercado, o relatório WASDE de abril prevê uma menor produção, esmagamento e exportação mundial. A boa condição climática para o plantio do milho também ajudou na recuperação do cereal, visto que a rápida semeadura do milho evita que hectares previstos para a cultura passem para a soja. A valorização do Real frente ao Dólar foi mais um fator para o fechamento positivo do complexo de soja. Há rumores que a Sinograin (China) teria feito compras de soja nos Estados Unidos”, indica.
“A StoneX prevê que a demanda interna por biodiesel deve alcançar 7,303 milhões de metros cúbicos em 2023, um incremento de 15,5% em relação aos 6,322 milhões de metros cúbicos consumidos em 2023. A projeção, de acordo com a consultoria, se baseia na decisão do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), de 17 de março, de elevar, a partir deste mês, a mistura do biodiesel no diesel de 10% para 12%”, conclui.