Na Bolsa de Chicago, a soja fechou em alta por compras de oportunidade e expectativa de demanda, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de janeiro22 da soja em grão fechou em forte queda de 2,11% ou 26,25 cents/bushel a $ 1215,25; o contrato de maio22, importante para as exportações brasileiras, fechou também em queda de 2,24% ou 28,25 cents/bushel a $ 1233,0”, comenta.
“O contrato de janeiro do farelo de soja fechou em queda de 0,58% ou 2,0/t curta a $ 340,7. O contrato de dezembro de óleo de soja fechou em forte queda de 5,48% ou $ 3,19/libra-peso a $ 55,07. Compras de oportunidades permitiram a recuperação, após as quedas recentes. A expectativa de dinamismo da demanda externa agregou estímulo. Perspectivas de grande produção no Brasil, transmitem tranquilidade”, completa.
O mercado está esperando que o USDA relate o esmagamento da soja em outubro em 195,6 mbu (5,32 MT). “Para os estoques de óleo de soja, a estimativa média pré-relatório é de 2,34 bilhões de libras. As estimativas pré-relatório para os dados de StatsCan Crop Production mostram que, em média, os analistas estão esperando uma produção de soja canadense em 5,8 MT. Isso seria inferior às 6,36 MT anteriores, se realizado. Para a canola, o mercado está esperando um anúncio entre 11,5 e 14 MT, com 12,8 MT como a média das estimativas”, indica.
“O dólar inicia dezembro em alta no mercado doméstico de câmbio, escorado em dois pilares: o ambiente externo mais desafiador - em meio à perspectiva de redução mais acelerada de estímulos monetários nos EUA e às preocupações com o avanço da variante ômicron do coronavírus - e os percalços da tramitação da PEC dos Precatórios no Senado”, conclui.