Na Bolsa de Chicago, a soja fechou em queda por alta do dólar, queda do petróleo e vendas de fundo, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para março23 fechou em baixa de -1,02% ou $ -15,75 cents/bushel a $ 1525,2”, comenta a consultoria.
“A cotação de maio23, que já está sendo negociada no Brasil, fechou em baixa de -0,82%, ou $ -13,50 cents/bushel a $ 1515,50. A cotação de maio24 fechou em baixa de -0,82% ou $ -4,50 cents/bushel a $ 1366,50. O contrato de farelo de soja para março fechou em baixa de -1,3% ou $ -6,4/ton curta $ 501,5 e o contrato de óleo de soja para março fechou, em baixa de -2,87% ou $ -1,72/libra-peso a $ 58,16”, completa.
Perdas, em dia marcado pela valorização do dólar internacionalmente, provocando ajustes nas commodities. “Os fundos teriam feito vendas. O petróleo caiu 4%, espalhando fraqueza. A preocupação com a difícil situação climática na Argentina sustentou os valores. Aguardam-se os dados do USDA (quarta-feira, 03/08)”, indica.
“Antes da atualização mensal do S&D, os analistas esperam que o USDA reduza a produção de soja dos EUA em 3,5 mbu em média para 221,5. A gama completa de estimativas é de +/- 25 mbu do valor de fevereiro. Os estoques globais de soja devem ficar 2 MMT mais apertados, refletindo principalmente a perda de produção argentina. A China relatou 16,17 MMT de importações de soja para 2023 até fevereiro. A AgRural do Brasil informou que a colheita da soja avançou 10% pontos durante a semana, para 43% concluída. A venda do produtor está acelerando devido ao progresso da colheita e uma grave falta de armazenamento na fazenda”, conclui.