O contrato de novembro21 da soja em grão fechou em leve alta de 0,04% ou 0,5 cents/bushel a $ 1238,50, segundo informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. Além disso, o contrato de maio22, importante para as exportações brasileiras, fechou também em leve alta de 0,14% ou 1,75 cents/bushel a $ 1267,75.
“O contrato de dezembro do farelo de soja fechou em forte alta de 1,13% ou 3,7/t curta a $ 330,6. O contrato de dezembro de óleo de soja fechou em forte queda de 1,38% ou $ 0,86/libra-peso a $ 61,45. Depois de uma sessão marcada por grande volatilidade, a oleaginosa fechou estável. O mercado está de olho na evolução do clima nos EUA e no avanço da safra. Ao mesmo tempo, aguarda dados relativos ao desempenho da demanda externa. Na América do Sul, a semeadura avança a um ritmo muito bom no Brasil e na Argentina estaria começando. Petróleo, óleo de palma e soja em declínio, impuseram perdas”, comenta.
Além disso, relatórios indicam que uma planta de esmagamento de soja de 38,5 mbu / ano (1.05 MT) obteve aprovação e começará a construção em Montgomery KS. Não houve relatórios estimando a data de início prevista. “Várias outras fábricas foram anunciadas nos últimos meses, tanto em novas construções quanto em expansão, à medida que a indústria espera mais demanda por biocombustíveis. As exportações de soja do Brasil foram de 3.432 MT em outubro, de acordo com a Anec, comparadas com 3.397 MT na temporada passada”, completa.
“À espera da decisão do Copom, o dólar à vista experimentou certa volatilidade na sessão desta quarta-feira, com trocas de sinais especialmente pela manhã. A amplitude das oscilações, contudo, foi bastante reduzida, de apenas cerca de seis centavos entre a mínima (R$ 5,5375) e a máxima (R$ 5,5920) - um sintoma clássico de cautela e falta de apetite por posições mais contundentes”, conclui.