Na Bolsa de Chicago, a soja subiu 0,66% de novo, puxado pelos produtos, já que o farelo subiu 2,44% e óleo 0,85%, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para julho22 fechou em leve alta de 0,66% ou $ 10,50 cents/bushel a $ 1590,75”, comenta.
“A cotação de maio23, que já está sendo negociada no Brasil, fechou em alta bem maior de 2,91%, ou $ 38,50 cents/bushel a $ 1361,25. O contrato de farelo de soja para julho fechou em nova forte alta de 2,44ou $ 11,3/ton curta a $ 473,9 e o contrato de óleo de soja para julho fechou em alta de 0,85% ou $ 0,51 libra-peso a $ 60,73”, completa.
Nesse contexto, os óleos vegetais em rali e petróleo firme infectaram a soja. “Além disso, as compras de oportunidade permitiram uma recuperação dos preços, após fortes ajustes recentes. Mercado focado em tendências climáticas nos EUA. As chuvas recentes teriam beneficiado o desenvolvimento das lavouras”, indica.
“Os dados semanais de vendas de exportação do USDA serão divulgados amanhã de manhã em reconhecimento ao Dia da Independência. A Associação Ucraniana de Grãos vê a Ucrânia colhendo 2,2 MT de soja, com 1,8 MT para exportações. Eles tinham o processamento de girassol previsto em 7 MT para a temporada 22/23, abaixo dos 10 MT do ano passado. A Anec estimou os embarques brasileiros de milho em 43 MT para a safra 21/22. O WASDE de junho do USDA esperava um total anual de 44,5 MT”, informa.
Após cinco pregões consecutivos de alta, em que acumulou valorização superior a 4% e chegou a romper o teto de R$ 5,40 no fechamento, o dólar encerrou a sessão desta quinta-feira (7) em queda de 1,42%, cotado a R$ 5,3451, tendo descido até R$ 5,3310 na mínima da sessão, pela manhã.